Alcatel-Lucent Genesys recebe
título de liderança no relatório de URA (Unidade de Resposta
Audível) e Portais de Voz Corporativos. |
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“Os negócios focados no fornecimento de uma melhor experiência ao
cliente procuram alavancar a integração entre o atendimento
automático e assistido, equilibrando qualidade de serviços e custo.
Um grande número de clientes globais já está colhendo os benefícios
dessa funcionalidade,” disse Mayur Anadkat, do setor de marketing de
produtos da Alcatel-Lucent. “Acreditamos que esta classificação do
Gartner confirma nossa posição no mercado e nosso comprometimento em
fornecer aos clientes soluções que atendam seus ambientes dinâmicos
de serviços.”
No relatório, o Gartner reconhece que o principal motivador para
investimento corporativo em URA é o excelente business case para
aplicações de auto-atendimento (URA). Essas soluções permitem que os
clientes executem tarefas via telefone que, de outra forma,
exigiriam um agente a um custo maior por transação. Como resultado,
um retorno sobre o investimento demonstrável e mensurável é obtido.
Estas soluções podem ser aplicadas a clientes, funcionários e outros
que requerem assistência.
As soluções Genesys continuam a evoluir e estão criando uma nova
visão para funcionalidades de auto-atendimento. iCFD com Gerenciador
de Conversação, reconhecido no relatório Gartner, atende às
necessidades de consumidores fornecendo uma experiência consistente
e valiosa em todos canais de atendimento.
A Genesys é o fornecedor líder de software para gerenciamento de
interações por telefone, Internet e dispositivos móveis. O conjunto
de aplicações Genesys gerencia recursos e conversações de clientes
em múltiplos canais para atender às solicitações dos clientes,
melhorar metas de atendimento e utilizar eficientemente os recursos.
As aplicações Genesys controlam mais de 100 milhões de interações de
clientes a cada dia para 4 mil empresas e agências governamentais,
em 80 países. Essas empresas e agências podem melhorar suas
organizações possibilitando o “Dynamic Customer Engagement”. Para
obter mais informações, acesse www.genesyslab.com.
* Renúncia MarketScope
O MarketScope tem seus direitos autorais 2010 assegurados pelo
Gartner, Inc. e é reutilizado com permissão. O MarketScope está em
avaliação de um mercado em e por um período de tempo específico. Ele
descreve a análise do Gartner de como determinados fornecedores
medem usando os critérios para esse mercado, conforme definido pelo
Gartner. O Gartner não endossa qualquer fornecedor, produto ou
serviço descrito no Escopo de Mercado, e não orienta os usuários da
tecnologia para escolher esses fornecedores com a mais alta
classificação. Gartner renuncia todas as garantias, expressas ou
implícitas referentes a essa pesquisa, incluindo quaisquer garantias
de comercialização ou adequação para um fim em particular.
Gartner “MarketScope para Sistemas IVR e Portais de Voz
Corporativos” por Jay Lassman e Bern Elliot, Julho de 2010.
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Fórum Ibero-americano para o
Desenvolvimento da Banda Larga quer 75% de penetração até 2015. |
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É parte do
projeto "TIC e Inclusão Social", nascido dos encontros de chefes de
estado e governos ibero-americanos. Antonio Carlos Valente preside a
entidade. Compareceram quase 300 convidados, de 19 países, num
encontro marcado pela excelência do conteúdo e dos participantes. A
décima e última parte com a cobertura do evento, incluindo ainda “A
Declaração do Fórum Ibero-Americano para o Desenvolvimento da Banda
Larga”.
Esta última parte da sequência de matérias sobre o fórum da AHCIET
registra tão somente a programação da tarde do segundo dia do
evento. O terceiro dia foi dedicado a Oficinas de Trabalho, cuja
programação está também registrada (link ao pé da página).
O Painel 4 – o último - tratou de “Financiamentos, Incentivos e
Ações Institucionais para Impulsionar a Banda Larga”. Registrou o
programa, como moderador do painel, o engenheiro Jarbas Valente,
conselheiro da Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações. Foram
conferencistas convidados sobre o tema “Políticas de Fomento na
Perspectiva dos Organismos Multilaterais” o engenheiro Mario
Maniewicz, chefe do Departamento de Políticas e Estratégias do
Escritório de Desenvolvimento das Telecomunicações da UIT, na Suíça;
e o mestre Juan Navas-Sabater, especialista líder em Políticas de
TICs e coordenador do Banco Mundial para a América Latina.
A mesa-redonda do Painel 4 tratou de “Políticas das Entidades
Nacionais de Fomento”. Foram convidados a participar, pelo Peru,
Guillermo Thornberry, presidente da Regulatel (fórum
latino-americano de entidades reguladoras em telecomunicações); pela
Venezuela, o engenheiro Rafael Fuentes Niño, coordenador da Agenda
TIC, da direção de Informática e Processos da CAF (corporação andina
de fomento); pelo Brasil, o engenheiro Alan Fischler, chefe do
Departamento de Telecomunicações do BNDES (Banco Nacional de
Desenvolvimento Econômico e Social); pela Costa Rica, o bacharel em
Economia Carlos Raúk Gutiérez, membro do Conselho da
Superintendência de Telecomunicações; e pelo México, o economista
Andrés de la Cruz, coordenador de Estratégia Regulatória da
Secretaria de Comunicações.
A seção de encerramento do “Fórum Ibero-americano para o
Desenvolvimento da Banda Larga” foi precedida da apresentação dos
relatórios com as conclusões das conferências e mesas-redondas.
Foram relatores, segundo o programa, pelo Brasil, as jornalistas Lia
Ribeiro Dias e Miriam Aquino, da Plano Editorial; e pelo Peru, o
engenheiro Carlos Romero, consultor internacional em TIC.
Antes do encerramento do evento, houve a “Declaração do Fórum
Ibero-americano para o Desenvolvimento da Banda Larga”, conhecida
como “Declaração de São Paulo”, um importante documento. Links para
acessar os originais das declarações, em Português e Espanhol, estão
ao final da matéria.
Declaração de São Paulo: considerandos
N.R.: o texto original não teve palavras sublinhadas.
A seguir, a “Declaração de São Paulo” aprovada pelo fórum,
organizado pela Ibero-americana de Centros de Investigação e
Empresas de Telecomunicações – AHCIET.
Considerando a fundamental importância da banda larga, a
infraestrutura deste século, para o desenvolvimento socioeconômico
dos países, a redução das desigualdades econômicas, regionais e
sociais, a democratização das oportunidades de acesso à informação e
ao conhecimento;
Considerando que a banda larga se tornou infraestrutura essencial
para a modernização das empresas, em especial das pequenas e médias
empresas, pois aumenta a produtividade e competitividade e facilita
o acesso às oportunidades da economia globalizada;
Considerando que a banda larga permitirá aos governos da região
desenvolver seus programas de modernização do Estado e garantir
transparência a dados e informações públicas;
Considerando que a banda larga é insumo essencial ao desenvolvimento
da cidadania, permitindo aos governos levar até a casa do cidadão
serviços de governo eletrônico, com destaque para os de educação à
distância, de saúde, de qualificação e requalificação profissional e
de segurança pública; e
Considerando que a infraestrutura de banda larga é instrumento
importante à geração de empregos e ao desenvolvimento do ambiente de
inovação, fundamental para o desenvolvimento.
Declaração de São Paulo: proposições
N.R.: o texto original não teve palavras sublinhadas.
Os participantes do 1º Fórum Ibero-americano para o Desenvolvimento
da Banda Larga, organizado pela Associação Ibero-americana de
Centros de Investigação e Empresas de Telecomunicações – AHCIET –,
reunidos em São Paulo nos dias 21 e 22 de junho de 2010,
Propõem:
1) O desenvolvimento de Programas Nacionais de Banda Larga, como
política de Estado, nos países da região, construídos a partir de
amplos debates democráticos, com a meta de conectar, até 2015, 75%
das residências e das PMEs; as conexões devem envolver não somente
residências, mas também pontos públicos como escolas, bibliotecas,
unidades de saúde, unidades de segurança, cartórios de registros
públicos e locais públicos gratuitos de acesso à Internet
(telecentros e centros de inclusão digital).
2) Os Programas Nacionais de Banda Larga, definidos como prioridade
na agenda dos países ibero-americanos e apoiados em parcerias
público-privadas, devem contemplar o fomento a investimentos em
infraestrutura, conteúdo e aplicações, e o desenvolvimento de
políticas públicas que capacitem os cidadãos, as PMEs e os governos
municipais a um fácil acesso e ao uso adequado desses novos serviços
e aplicações.
3) O desenvolvimento dos Programas Nacionais de Banda Larga e das
políticas públicas a eles associadas exige um ambiente regulatório
estável, com regras claras e coerentes, que estimulem a competição,
facilitem o investimento em infraestrutura e equipamentos, e o
desenvolvimento de serviços e aplicações inovadores.
4) Desenvolver, em nível regional, infraestrutura de banda larga que
inclua, entre outros, pontos de troca de tráfego, cópias de
servidores raiz e hospedagem local de conteúdos.
5) Promover a redução dos preços dos acessos internacionais e
intrarregionais e dos dispositivos de acesso do usuário.
6) Recomendar a continuidade desse tipo de encontro público-privado
que permite um intercâmbio de ideias e experiências valiosas para
distintos atores. Recomendar, também, a criação de grupos de
trabalho, no âmbito da AHCIET, para a preparação da agenda do
próximo fórum, o acompanhamento das questões críticas para o avanço
da banda larga na região e a realização de estudos para subsidiar o
debate.
7) Recomendar o uso de indicadores harmonizados, dentro do espírito
das iniciativas da UIT, Cepal e Unesco, para o acompanhamento e
avaliação dos planos nacionais de banda larga.
Em função desse cenário, as políticas públicas de estímulo aos
investimentos devem contemplar:
a) medidas de incentivo ou desoneração fiscal dos serviços e da
cadeia produtiva da banda larga, para a redução do custo do serviço
oferecido à população;
b) liberação de novas faixas de espectro para a construção de redes
móveis de banda larga, sem condicionantes à participação das
empresas, que permitam ampliar a competição e oferta dos serviços.
Essas novas faixas devem ser colocadas à disposição da iniciativa
privada a curto prazo e por valores que possibilitem oferecer
serviços à população a preços compatíveis com seu poder de compra;
c) inclusão, na construção de novas infraestruturas públicas
(estradas, ferrovias, oleodutos, gasodutos), facilidades para a
canalização de backbones de fibras ópticas, como uma das medidas
principais para reduzir os custos de implantação das novas redes de
banda larga;
d) reformar os atuais mecanismos de financiamento dos programas de
universalização dos serviços (fundos de serviço universal, fundos
públicos de subsídio etc.), para que passem a cobrir também os
acessos de banda larga;
e) linhas de financiamento e criação de fundo para a geração de um
ambiente de inovação, que permitam o desenvolvimento da indústria de
conteúdos e aplicações, com prioridade para os segmentos de governo
eletrônico, educação e saúde à distância, comunicação e informação e
setores produtivos; e
f) incentivo à cooperação público-privada com o envolvimento de
todos os atores – governo, empresas, academia, sociedade civil e
organismos internacionais – para se atingir os objetivos propostos.
(JCF)
Fonte: TELEBRASIL Em Foco
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Enterasys oferece automação embutida de rede com
switches empilháveis B-Series e C-Series. |
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A Enterasys, a divisão de segurança e infraestrutura de rede da
Siemens Enterprise Communications GmbH & Co KG, anuncia o lançamento
dos switches Enterasys B5 e C5, os mais recentes produtos de sua
linha de switches empilháveis de alta performance A/B/C-Series. Os
novos switches possuem atributos embutidos de automação de
gerenciamento que ajudam a reduzir os custos operacionais de TI, ao
mesmo tempo em que oferecem Power over Ethernet (PoE) de acordo com
a norma IEEE 802.3at e conectividade Ethernet de 10 Gigabit, para
dar suporte a aplicativos de negócios que exigem grande potência e
largura de banda intensa.
Os switches empilháveis Enterasys B5 e C5 oferecem às organizações
de TI uma alternativa poderosa e com custo-benefício para configurar
Listas de Controle de Acesso (ACLs). A Enterasys aproveita vários
métodos de descoberta com base em padrões e capacidades únicas de
política, para proporcionar identificação automatizada, serviços de
VoiP, e gestão inteligente de clientes e tráfego, para telefones IP
de todos os principais revendedores. Quando um telefone IP é
realocado, os switches Enterasys B5 e C5 automaticamente identificam
e oferecem serviços VoIP, transferindo as configurações de segurança
e prioridade de tráfego — sem a administração manual necessária para
os switches baseados em ACL.
“Para que as organizações possam ter economias reais com custos,
associadas às novas tecnologias como a comunicação unificada e o
centro de dados totalmente virtualizado, os administradores de TI
precisam de capacidade de automação de rede para que eles gastem
menos tempo com gerenciamento e resolução de problemas na rede, e
possam focar mais nas iniciativas de negócios”, diz Steven J.
Schuchart Jr., analista chefe da Current Analysis. “Os switches
Enterasys B5 e C5 são baseados no longo histórico da empresa de
capacidades de automação baseadas em políticas que reduzem os custos
operacionais de uma rede”.
Os novos atributos automatizados do switch permitem que os usuários
mudem a proporção de gerenciamento de TI — os usuários conseguem
alcançar uma redução maior do que 50% no tempo de gerenciamento de
rede. Isso resulta em uma eficiência de tempo considerável,
economizando mais de meio ano de trabalho por administrador de TI,
que pode ser aplicado no planejamento de aplicativo estratégico.
“Nós temos um relacionamento muito produtivo com a Enterasys, cujo
equipamento nos permitiu gerenciar com maior facilidade uma rede com
mais de mil dispositivos, com comente somente três pessoas na equipe
de operações, há mais de 15 anos”, afirma Cavelle Grimes, Diretor de
Serviços de Informática da University of Florida Foundation. “Os
novos switches B5 e C5 são mais um exemplo de inovação da Enterasys
que ajudam a reduzir custos ao mesmo tempo em que oferecem atributos
preparados para o futuro, como PoE de alta potência, 10 Gigabit
através de SPF+, e capacidades para facilitar implementações de
computação em nuvem, além de permitir um controle granular sobre
nosso rede”.
Assim como a S-Series de classe Terabit, os switches Enterasys B5 e
C5 suportam PoE de alta potência de acordo com a norma IEEE 802.3at.
A densidade de potência líder na indústria é alcançada com suporte
para 30 watts por porta em um switch com 48 portas, resultando em
uma solução preparada para o futuro que pode suportar dispositivos
que exigem muita potência como câmeras de vigilância IP
Pan/Tilt/Zoom (PTZ), videofones IP, pontos de acesso de terceiros
802.11n e desktops virtuais.
Os usuários dos switches Enterasys B-Series e C-Series poderão
alcançar economias operacionais significativas com a oferta de uma
ampla garantia vitalícia. Diferente de outros fornecedores, a
garantia sobre esses produtos inclui atualizações vitalícias de
atributos de software, independente do tipo de licença, assistência
a telefone 8x5 e muito mais. Por exemplo, um cliente com 150
switches, em parceria com a Enterasys, pode economizar até US$1
milhão em taxas de serviço nos primeiros cinco anos.
Grimes acrescenta: “Os atributos de configuração e descoberta
automatizada da plataforma B5/C5 podem adaptar-se sem problemas à
nossa rede existente baseada em política, permitindo que
aproveitemos sua funcionalidade adicional ao mesmo tempo em que
reduzimos o custo total de propriedade (TCO) geral da rede.
Acrescente a isso, a ampla garantia vitalícia e o atendimento ao
cliente superior que recebemos da Enterasys e temos um parceiro
pronto e disposto a fazer o máximo, à medida que nós desenvolvemos
nossa rede continuamente”.
Sobre o Grupo Siemens Enterprise Communications (Grupo SEN)
O SEN Group é um provedor de primeira linha de comunicações
empresariais de ponta a ponta, incluindo soluções de segurança,
infra-estrutura de rede e voz que utiliza arquiteturas abertas
baseadas em padrão para unificar as comunicações e aplicações
empresariais, oferecendo uma experiência de colaboração impecável.
Esta premiada abordagem de "comunicações abertas" possibilita que as
organizações melhorem a produtividade e reduzam os custos através de
soluções de fácil implementação que funcionam dentro de ambientes de
TI existentes, oferecendo eficiências operacionais. É o alicerce
para compromisso com o OpenPath® da empresa que permite aos clientes
reduzirem os riscos e adotarem as comunicações unificadas de forma
eficiente. As empresas do SEN Group pertencem a The Gores Group e
Siemens AG e incluem a Siemens Enterprise Communications, Cycos e a
Enterasys Networks. Para mais informações sobre o SEN Group ou a
Enterasys, visite o site: http://www.siemens-enterprise.com ou
http://www.enterasys.com.
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Oi comemora parceria com a
Portugal Telecom. |
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Embora seja considerado negócio 100% realizado, a entrada da PT na
Oi é apenas garantida por um acordo ou termo de intenções – que foi
comunicado nesta quarta-feira (27) à Comissão de Valores
Mobiliários, como fato relevante. O acordo, válido até o dia 31 de
outubro de 2010, assegura a participação da Portugal Telecom no
capital da Telemar Norte Leste S/A (TMAR), controladora da Oi, em um
percentual de 22,4% direto e indireto.
“É preciso considerar ainda – diz Falco – que a Oi participará com
uma parcela de 10% do capital da Portugal Telecom, por intermédio da
Telemar Norte Leste”.
Com essa participação cruzada, a Oi poderá iniciar suas atividades
internacionais, visto que a presença da PT, além de Portugal, já se
estende a países como Hungria, Macau, Timor Leste, Cabo Verde, São
Tomé e Príncipe, Angola, Namíbia, Moçambique e Quênia.
O acordo prevê ainda aporte de capital português, em participação
acionária minoritária, nas empresas AG Telecom Participações S/A
(Grupo Andrade Gutierrez) e LF Tel S/A (Grupo Jereissati),
controladores da Oi.
Sem desnacionalizar
Para Falco, não há desnacionalização da Oi, pois o capital nacional
ainda será muito superior ao estrangeiro. “E é preciso considerar
que todos os acionistas falam português.”
A validade do termo de intenções poderá ser prorrogada além do dia
31 de outubro, e estará vinculada à concretização de algumas
condições:
a) Aquisição pela Portugal Telecom de ações da Telemar Participações
(TmarPart) no percentual de 10%;
b) Admissão da Portugal Telecom ao Acordo de Acionistas da TmarPart;
c) Obtenção das autorizações legais e administrativas aplicáveis, ou
seja, a aprovação por parte da Anatel;
d) Aprovação das operações que venham a ser acordadas entre as
Partes pelos órgãos sociais competentes de cada uma delas; e
e) Alienação da totalidade da participação societária da Portugal
Telecom na Brasilcel N.V., acionista controladora da Vivo
Participações S.A., assim como a solução dos acordos operacionais
existentes que possam impedir as aprovações regulatórias
necessárias.
Equilíbrio
Para Luiz Eduardo Falco, há equilíbrio e simetria total nas novas
relações de participação da Portugal Telecom na Oi e vice-versa. ”Os
portugueses têm 10% do bloco de controle da Oi e nós teremos 10% do
bloco de controle da Portugal Telecom”.
A Portugal Telecom será o maior acionista individual da Oi e esta
será o maior acionista individual na PT. E não haverá mudança de
acordo de acionistas nem aqui nem lá, então todos os direitos que a
Portugal Telecom terá na Oi são os mesmos que qualquer acionista com
essa participação teria.
Com a capitalização a ser obtida após o aumento do capital e que
pode alcançar R$ 12 bilhões, a Oi deverá alcançar um nível bem mais
baixo de endividamento do que antes da aliança com a PT.
Fonte: Ethevaldo Siqueira
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Logica apresenta pacote de
serviços Logica Banking na IDC Financial Insights Conference. |
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Durante a IDC Financial Insights
Conference, a Logica irá apresentar o pacote de serviços voltado ao
mercado financeiro, denominado Logica Banking.
“Para a Logica, o mercado financeiro é o que apresenta maior
potencial de crescimento, tanto no Brasil quanto no mundo”, afirma o
diretor da Logica responsável pelo desenvolvimento de Serviços
Financeiros, Paulo Martins, ressaltando que “o segmento está vivendo
um momento crítico de renovação do parque de aplicações e, em curto
prazo, haverá uma substituição natural das aplicações especializadas
para soluções integradas”.
Para comprovar essa tendência, a companhia demonstrará como o Logica
Banking é capaz de atender, integralmente, às necessidades
específicas de Back Office (processos administrativos) e Front
Office (processos de contato com o cliente) das instituições
financeiras.
Dentro do pacote de serviços Logica Banking, o foco de atuação da
Logica é a solução Central IFRS, criada para atender ao novo modelo
contábil vigente no Brasil desde o início do ano: as companhias de
capital aberto são obrigadas a apresentar seus balanços financeiros
no modelo IFRS (Padrões Internacionais de Demonstrações
Financeiras).
A principal funcionalidade da Central IFRS é o suporte às demandas
dentro do prazo estabelecido pelo Banco Central, coletando apenas os
dados necessários para declaração nos balanços e permitindo,
consequentemente, a conversão direta do modelo COSIF (padrão antigo)
para o IFRS.
Além disso, a participação da Logica também se destaca pela presença
no debate “Regulamentações, Compliance e Auditoria: Como a TI pode
conciliá-las com as crescentes demandas do negócio?” (10h45), com a
participação de Paulo Martins; e pela palestra “Governança, redução
de custos e domínio da informação” (14h40), ministrada por Anderson
Thomaz, arquiteto de soluções da Logica.
Agenda
Evento: IDC Brazil Financial Insights Conference 2010
Data: 17 de agosto (terça-feira)
Horário: 8h30 às 18h
Local: AMCHAM (Câmara Americana de Comércio)
Endereço: Rua da Paz, 1431 – São Paulo
Sobre a Logica
A Logica é uma empresa de serviço de negócios e tecnologia. Sediada
no Reino Unido e com mais de 39 mil colaboradores, oferece serviços
de consultoria, integração de sistemas e outsourcing de TI para
clientes do mundo inteiro. Com forte presença na Europa, a Logica
cria valores para os seus clientes ao integrar tecnologia, pessoas e
processos. A companhia se destaca pelo comprometimento em manter
parcerias a longo prazo com seus clientes, aplicando conhecimento
para criar respostas inovadoras para as necessidades de negócio das
companhias.
A Logica está listada nas bolsas de Londres, Stock Exchange e
Euronext. Mais informações estão disponíveis em: www.logica.com.br
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TIM quer aumentar a 60% número de
usuários de 3G. |
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Na visão de Horácio, o grande entrave para aumentar o serviço de
banda larga no Brasil é o preço. "Temos o desafio para em 2014
atender 70% das famílias com banda larga. Esse desafio vai se dar se
tiver redução do preço", destacou o executivo. Horácio se referiu ao
Plano Nacional de Banda Larga, programa do governo federal que
pretende levar internet rápida para todos os municípios brasileiros.
Segundo o executivo, se o governo criar meios para ofertar por R$ 30
pacotes de velocidade acima de 500 Kbps e R$ 15 para 200 Kbps, essa
meta poderá ser cumprida. "Precisamos subsidiar as classes C, D e E.
O mais comentado é o problema dos impostos dentro da tarifa",
enfatizou.
Horácio usou o exemplo dos planos da operadora, que mudaram o modelo
de cobrança de chamadas dentro da rede. Em vez de minutos, o cliente
paga um valor único pela chamada para números da operadora,
independentemente de ser ligação local ou de longa distância. Em
dois anos, segundo o executivo, a TIM conquistou a liderança das
ligações de longa distância, ao alcançar 25,2% de market share,
desbancando, inclusive, a Embratel, que até então era a primeira do
ranking.
Fonte: KARLA MENDES Agencia Estado
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SindiTelebrasil trata do sucesso
da privatização das telecomunicações em programa da Rádio
Nacional. |
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Diretor-executivo do SindiTelebrasil fala dos 12 anos de
privatização das telecomunicações, em programa de rádio.
Na comemoração dos 12 anos de privatização das telecomunicações no
Brasil, completados no dia 29 de julho, o diretor-executivo do
SindiTelebrasil, Eduardo Levy, concedeu entrevista à Rádio Nacional
e ressaltou o espetacular crescimento do número clientes do setor,
que saltou de 29,9 milhões, em 1998, para os atuais 240 milhões.
Levy registrou que neste período as empresas privadas de
telecomunicações investiram mais de R$ 180 bilhões no País, sem
contar com os R$ 37 bilhões aplicados na compra de outorgas e de
licenças para a prestação dos serviços.
Ferramenta de inclusão econômica e social
Na entrevista, o diretor-executivo lembrou que antes da privatização
o telefone era caro – cerca de R$ 5 mil – e a espera por uma linha
chegava a até dois anos. “Hoje em dia, qualquer pessoa entra numa
loja de telefonia celular e sai de lá falando no mesmo momento”,
afirmou ele, ressaltando o papel importante do telefone, inclusive
como ferramenta de trabalho. “Sem dúvida, é um grande plano de
inclusão”, afirmou.
Levy assinalou ainda a importância das redes de telecomunicações na
vida social e econômica do País, e deu como exemplos a declaração do
imposto de renda, que será toda feita pela Internet, e a apuração do
resultado das eleições.
“Todo o sistema de transmissão do TSE se baseia nos serviços de
telecomunicações. Não tenha dúvida de que foi uma mudança muito
grande e, que se deixe claro, foi feita sem nenhum centavo de
dinheiro público”, afirmou, lembrando que só em impostos o setor de
telecomunicações arrecadou no ano passado R$ 42 bilhões para os
cofres públicos. Recursos de impostos e de fundos setoriais, segundo
Levy, poderiam ser utilizados para a expansão dos serviços, como a
massificação da banda larga.
O diretor do SindiTelebrasil comentou ainda que o processo de
consolidação pelo qual passam as telecomunicações no Brasil se
inclui em um contexto mundial, verificado também em outros segmentos
da economia. Segundo ele, qualquer consolidação é boa para o
consumidor, na medida em que ele possa exigir sempre um serviço de
melhor qualidade.
Ao ser questionado sobre as reclamações que as empresas do setor
recebem nos Procons, Levy ponderou que qualquer segmento que tenha
uma base enorme de clientes, como os 240 milhões das
telecomunicações, também terá um número alto de reclamações. “Seria
importante que os Procons levassem em consideração o número de
reclamações proporcionalmente à base de clientes”, afirmou.
Ele ressaltou que os serviços de telecomunicações no Brasil seguem
padrões internacionais de qualidade e metas definidas pela Agência
Nacional de Telecomunicações (Anatel). Segundo Levy, é importante
considerar ainda que o setor está sempre em expansão, o que exige
constante atualização tecnológica das redes.
Atualização tecnológica permanente
“Estamos em permanente expansão. A cada minuto nós estamos ativando
30 novos circuitos de banda larga e, a cada dia, nós estamos
implantando um novo município com uma estação de banda larga móvel
de terceira geração”, constatou.
Segundo o diretor do SindiTelebrasil, as operadoras buscam
constantemente melhorar seus serviços. “Percebemos que já há uma
tendência de melhora e, com certeza, vai melhorar, porque não há
como você segurar o seu cliente se ele está insatisfeito”,
argumentou.
Ele lembrou que, no Brasil, já foi implantada a portabilidade
numérica, que permite ao usuário trocar de operadora e permanecer
com o mesmo número de telefone. “A competição é a melhor coisa que
se pode fazer para melhorar a qualidade. Esse é um dos fatores pelos
quais nós somos contra a criação de empresas estatais ou de
monopólio, porque se você tem monopólio não tem para onde ir”,
acrescentou.
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Motorola apresenta solução para
simplificar implementação de redes 4G. |
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A área de
Redes da Motorola, Inc. (NYSE:MOT) apresenta sua solução WiMAX
Evolution, que permite que as operadoras migrem suas redes WiMAX
802.16e / 802.16e Enhanced para 802.16m ou TD-LTE ou adicionem LTE
às suas redes WiMAX atuais.
Desenvolvido para a rápida implementação de redes 4G, o portfólio
WiMAX Evolution da Motorola está baseado em um única solução de rede
de acesso de rádio (RAN, na sigla em inglês), capaz de suportar a
tecnologia utilizada atualmente e oferecer às operadoras uma maneira
rentável de atualizar redes, preservar o capital e proteger os
investimentos.
“Com o crescimento explosivo da demanda de dados móveis por parte do
consumidor, as operadoras WiMAX de todo o mundo devem satisfazer uma
taxa média mensal de utilização de dados de 10 GB a 30 GB por
assinante”, disse Fred Gabbard, vice-presidente de Gerenciamento de
Produtos da área de Redes da Motorola. “A Motorola está trabalhando
junto com essas operadoras, com o intuito de planejar sua capacidade
para os próximos cinco anos. Nossa solução WiMAX Evolution – Single
RAN permite às operadoras migrar seus sistemas para WiMAX 802.16m ou
LTE, o que reduz os custos e oferece a melhor trajetória em 4G.”
A solução WiMAX Evolution – Single RAN da Motorola faz com que as
operadoras não duvidem na hora de optar por 4G, graças à capacidade
de reutilização de grande parte de uma estação-base para diferentes
cenários de migração e de até 100% de outros componentes-chave da
rede, como o núcleo IP/MPLS, backhaul e a função de gerenciamento de
dispositivos. Os pontos de acesso WiMAX da Motorola podem ser
facilmente migrados para 802.116m (WiMAX 2), TD-LTE, FDD LTE ou
LTE-Advanced, atendem às exigências de todas as operadoras e
contribuem com importantes benefícios nos custos.
Independentemente do ponto de implementação ou expansão 4G na qual
as operadoras estiverem, a solução WiMAX Evolution – Single RAN da
Motorola permite aumentar a capacidade das redes de maneira segura.
Além disso, oferece serviços com taxa mensal de utilização de dados
mais elevada e menor custo, em comparação com outras tecnologias
utilizadas hoje, o que proporciona vantagens competitivas. Para os
assinantes, isso significa uma taxa de dados até quatro vezes mais
alta, capacidade mensal de utilização de dados de duas a quatro
vezes superior, menor custo e o fato de que o serviço não é afetado
no momento de migrar o sistema para uma tecnologia mais moderna.
Os benefícios da solução WiMAX Evolution – Single RAN incluem:
- Possibilidade de reutilizar equipamentos: antenas e cabeçotes RF
instalados em torres, bem como os cabos auxiliares existentes.
- Possibilidade de evitar alguns custos: não requer gruas nem
subidas à torre para a instalação.
- Possibilidade de economizar capital: permite economizar custos em
torres para antenas e demais custos de instalação, custos de
desenvolvimento e aquisição de local, baterias de suporte e gastos
relacionados com bases de concreto, backhaul existente e componentes
elétricos.
A solução WiMAX Evolution – Single RAN da Motorola está disponível
para produtos comerciais confiáveis e comprovados, tais como os
pontos de acesso WiMAX WAP 450 e WAP 650 da Motorola. As mais de 40
redes WiMAX que a Motorola implementou em todo o mundo estão se
expandindo rapidamente, e a solução de hardware para os 27 acordos
de LTE celebrados pela Motorola em todo o mundo está baseada nessa
mesma solução WiMAX.
Para mais informações sobre as soluções WiMAX da Motorola, acesse
http://www.motorola.com/wimax.
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IBM Brasil e CNDL debatem soluções
para a Copa do Mundo de 2014. |
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Com apoio da
IBM Brasil, as cidades brasileiras que sediarão os jogos da Copa do
Mundo de 2014 recebem, até setembro deste ano, o Road Show da
Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas “Seminário CNDL Copa
2014”, evento que irá debater como as cidades e o Varejo podem se
preparar para a Copa do Mundo. São Paulo será a quinta praça a
contar com a conferência, que discutirá, com especialistas, gestores
públicos e executivos da iniciativa privada, como a tecnologia pode
ajudar a preparar o País para enfrentar este mega-evento e garantir
um legado positivo à nação. Eventos desta magnitude podem ser uma
oportunidade de desenvolvimento para o Brasil, proporcionando
melhorias significativas para as cidades.
A IBM Brasil patrocina o Road Show da CDNL e vai enriquecer o debate
com o seu projeto de “Cidades Inteligentes”, que desenvolve e aplica
soluções tecnológicas – com exemplos bem sucedidos já realizados no
Brasil e no mundo – para ajudar a melhorar a infraestrutura das
cidades, com foco nas áreas de transporte, segurança pública,
mobilidade urbana, energia, saúde e educação.
O gerente de Novas Tecnologias Aplicadas da IBM Brasil, Cezar
Taurion, levará a São Paulo, a partir das 14 horas do dia 05 de
agosto, a palestra “Cidades Inteligentes e Digitais em tempos de
Copa do Mundo”. O executivo também contribuirá com sua visão na mesa
redonda do evento, que abre a discussão, às 11h30, sobre “O Brasil
em tempos de Copa do Mundo – perspectivas e expectativas”.
“Teremos duas grandes oportunidades à frente para modernizar a
infraestrutura de nossas cidades: a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos
Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Sabemos que há prazos
estipulados para a conclusão de vários projetos que envolvem:
construção e remodelação de estádios, modernização de aeroportos,
sistemas viários e hotelaria, além da reurbanização das doze
cidades-sede do Mundial de 2014. Estima-se que cerca de 155 bilhões
de reais serão injetados na economia brasileira até o último dia da
competição. A estratégia da IBM é ajudar as cidades a crescerem de
forma mais inteligente e sustentável, pois sabemos que trabalhar em
tempo real é tarde demais”, conta Taurion.
A maioria dessas cidades é também foco para a IBM Brasil por
comporem um mercado potencial de crescimento. Atualmente, as regiões
fora das capitais do eixo Rio-São Paulo representam 54% das
oportunidades de TI no País, de acordo com o instituto de pesquisa
IDC. Por conta disso, a IBM Brasil reforçou a oferta de serviços e
produtos para novas praças regionais em diversas indústrias como
varejo, finanças, telecomunicações, saúde e educação nessas praças
regionais.
O projeto de expansão da IBM inclui 20 cidades, entre elas Recife
(PE), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), entre
outras que sediarão os jogos da Copa em 2014. Cada praça conta com
uma equipe multidisciplinar, composta por funcionários da companhia
e parceiros de Negócios – mais de 1.300 distribuídos por todo o
País. No último ano, a IBM aumentou em mais de 50% seu quadro de
funcionários nessa divisão comercial.
“Com a presença de profissionais IBM nessas cidades e a integração
com os parceiros, ganhamos mais inteligência para entender as
demandas específicas de cada negócio e buscar em nosso portfólio as
soluções mais adequadas de acordo com a necessidade das indústrias
locais. Além de escritórios regionais, contamos com um modelo
integrado de prestação de serviços, que mescla gerenciamento
presencial e online. Essa flexibilidade nos permite atender os
clientes a partir de qualquer localidade, o que garante custos
competitivos, excelência e padronização de processos”, explica
Luciano Sulzbach, executivo para Pequenas e Médias Empresas da IBM
Brasil.
Anote na agenda
O “Seminário CNDL Copa 2014” será no dia 05 de agosto de 2010, entre
8h e 19h, no Auditório da FECOMERCIO, situado à rua Plínio Barreto,
285, Bela Vista.
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