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 Enlace News Brasil Edición 2010 - Nº 77
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Anatel aprova alterações de uso do espectro.

O Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou ontem alterações no Regulamento sobre Condições de Uso de Radiofrequências nas Faixas de 2.170 MHz a 2.182 MHz e de 2.500 MHz a 2.690, atualmente utilizadas em caráter primário para a prestação de serviços de Comunicação Multimídia e TV por Assinatura via MMDS (Serviço de Distribuição de Sinais Multiponto Multicanais).

 

Alcatel-Lucent Genesys recebe título de liderança no relatório de URA (Unidade de Resposta Audível) e Portais de Voz Corporativos.

A Alcatel-Lucent anunciou que a Genesys, sua área de customer service software, baseada na avaliação da solução de portal de voz, iCFD (intelligent customer front door), recebeu do Gartner o título “Strong Positive”, a melhor classificação possível para URA e portais de voz.

 


Fórum Ibero-americano para o Desenvolvimento da Banda Larga quer 75% de penetração até 2015.

O evento ocorreu de 21 a 23 de junho, no Hotel Maksoud Plaza na capital paulista, numa promoção da AHCIET – Associação Ibero-americana de Centros de Pesquisa e Empresas de Telecomunicações.

 

Enterasys oferece automação embutida de rede com switches empilháveis B-Series e C-Series.

Novos aperfeiçoamentos reduzem significativamente os custos operacionais, enquanto uma ampla garantia vitalícia acaba com as caras taxas de serviços.

 


Motorola apresenta solução para simplificar implementação de redes 4G.

WiMAX Evolution permite migrar redes WiMAX 802.16e / 802.16e Enhanced para 802.16m ou LTE.

 

Oi comemora parceria com a Portugal Telecom.

A entrada da Portugal Telecom (PT) no capital da Oi, com um aporte de mais de R$ 8 bilhões, é celebrada por seu presidente, Luiz Eduardo Falco, em entrevista exclusiva a este blog: “Com essa parceria, a Oi se torna uma empresa muito mais forte em poder de investimento, inclusive em banda larga, e pode disputar mercados na América Latina e na África”.

 

SindiTelebrasil trata do sucesso da privatização das telecomunicações em programa da Rádio Nacional.

O diretor-executivo do SindiTelebrasil - Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal –, Eduardo Levy, concedeu entrevista à Rádio Nacional. Ao celebrar 12 anos de privatização das telecomunicações no Brasil, completados em 29 de julho último, lembrou o entrevistado: "Hoje, qualquer pessoa entra numa loja de celular e já sai de lá falando".

 

TIM quer aumentar a 60% número de usuários de 3G.

A TIM deseja aumentar a cobertura de banda larga 3G de 35% para 60% da população urbana brasileira até o fim do ano. A afirmação é do presidente do Conselho de Administração da companhia, Manoel Horácio, que participou hoje do 4º Encontro Empresarial Brasil-União Europeia, em Brasília. A expansão da cobertura do serviço é resultado do aumento de investimentos em infraestrutura, que somarão R$ 7,5 bilhões nos próximos três anos, segundo Rogério Takayanagi, diretor de Marketing da TIM.

 


IBM Brasil e CNDL debatem soluções para a Copa do Mundo de 2014.

São Paulo será a quinta cidade brasileira a receber o Road Show Projeto 2014, que discutirá como a tecnologia pode beneficiar o Varejo e a infraestrutura das 12 cidades-sede.

 

Logica apresenta pacote de serviços Logica Banking na IDC Financial Insights Conference.

A Logica, provedora global de serviços de TI, anuncia participação na quinta edição da IDC Financial Insights Conference, que acontece no dia 17 de agosto, em São Paulo. O evento, considerado um dos mais importantes do setor financeiro do País, tem como objetivo promover o debate sobre o uso da tecnologia em bancos e seguradoras para conquista de vantagem competitiva e excelência operacional.

 


 






 

 

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Anatel aprova alterações de uso do espectro.
 

Clique aqui para visualizar as alterações no espectro.
http://www.anatel.gov.br/Portal/documentos/sala_imprensa/6-8-2010--14h18min57s-Altera%C3%A7%C3%B5esFaixa25GHzColetiva.pdf

A proposta aprovada prevê modificações que permitirão a utilização destas faixas também para telefonia fixa e móvel. A Lei Geral de Telecomunicações (Lei 9.472/1997) atribui à Anatel a competência para administração do espectro de radiofrequências, com a expedição das respectivas normas, de modo a proporcionar o emprego racional e econômico do espectro.

De acordo com o cronograma estabelecido pelo Conselho Diretor, a expedição dos atos de autorização e assinatura dos termos de autorização correspondentes devem ocorrer até 31 de dezembro de 2012, após realização de processo licitatório. A matéria foi relatada pelo conselheiro João Rezende.

Datas Ações
Até 30/11/2010 Encaminhamento à deliberação do Conselho Diretor da proposta de Edital de Licitação para Consulta Pública
Até 28/02/2011 Deliberação do Conselho Diretor e publicação da Consulta Pública relativa à proposta de Edital de Licitação
Até 30/06/2011 Encaminhamento à deliberação do Conselho Diretor da proposta de Edital de Licitação (texto final)
Até 30/09/2011 Deliberação e publicação do Edital de Licitação
Até 28/02/2012 Recebimento das Propostas dos Proponentes
Até 30/06/2012 Julgamento e Homologação do resultado da Licitação
Até 31/12/2012 Expedição dos Atos de Autorização e assinatura dos Termos de Autorização correspondentes

 


Alcatel-Lucent Genesys recebe título de liderança no relatório de URA (Unidade de Resposta Audível) e Portais de Voz Corporativos.

“Os negócios focados no fornecimento de uma melhor experiência ao cliente procuram alavancar a integração entre o atendimento automático e assistido, equilibrando qualidade de serviços e custo. Um grande número de clientes globais já está colhendo os benefícios dessa funcionalidade,” disse Mayur Anadkat, do setor de marketing de produtos da Alcatel-Lucent. “Acreditamos que esta classificação do Gartner confirma nossa posição no mercado e nosso comprometimento em fornecer aos clientes soluções que atendam seus ambientes dinâmicos de serviços.”

No relatório, o Gartner reconhece que o principal motivador para investimento corporativo em URA é o excelente business case para aplicações de auto-atendimento (URA). Essas soluções permitem que os clientes executem tarefas via telefone que, de outra forma, exigiriam um agente a um custo maior por transação. Como resultado, um retorno sobre o investimento demonstrável e mensurável é obtido. Estas soluções podem ser aplicadas a clientes, funcionários e outros que requerem assistência.

As soluções Genesys continuam a evoluir e estão criando uma nova visão para funcionalidades de auto-atendimento. iCFD com Gerenciador de Conversação, reconhecido no relatório Gartner, atende às necessidades de consumidores fornecendo uma experiência consistente e valiosa em todos canais de atendimento.

A Genesys é o fornecedor líder de software para gerenciamento de interações por telefone, Internet e dispositivos móveis. O conjunto de aplicações Genesys gerencia recursos e conversações de clientes em múltiplos canais para atender às solicitações dos clientes, melhorar metas de atendimento e utilizar eficientemente os recursos. As aplicações Genesys controlam mais de 100 milhões de interações de clientes a cada dia para 4 mil empresas e agências governamentais, em 80 países. Essas empresas e agências podem melhorar suas organizações possibilitando o “Dynamic Customer Engagement”. Para obter mais informações, acesse www.genesyslab.com.

* Renúncia MarketScope

O MarketScope tem seus direitos autorais 2010 assegurados pelo Gartner, Inc. e é reutilizado com permissão. O MarketScope está em avaliação de um mercado em e por um período de tempo específico. Ele descreve a análise do Gartner de como determinados fornecedores medem usando os critérios para esse mercado, conforme definido pelo Gartner. O Gartner não endossa qualquer fornecedor, produto ou serviço descrito no Escopo de Mercado, e não orienta os usuários da tecnologia para escolher esses fornecedores com a mais alta classificação. Gartner renuncia todas as garantias, expressas ou implícitas referentes a essa pesquisa, incluindo quaisquer garantias de comercialização ou adequação para um fim em particular.

Gartner “MarketScope para Sistemas IVR e Portais de Voz Corporativos” por Jay Lassman e Bern Elliot, Julho de 2010.

 


 
Fórum Ibero-americano para o Desenvolvimento da Banda Larga quer 75% de penetração até 2015.

É parte do projeto "TIC e Inclusão Social", nascido dos encontros de chefes de estado e governos ibero-americanos. Antonio Carlos Valente preside a entidade. Compareceram quase 300 convidados, de 19 países, num encontro marcado pela excelência do conteúdo e dos participantes. A décima e última parte com a cobertura do evento, incluindo ainda “A Declaração do Fórum Ibero-Americano para o Desenvolvimento da Banda Larga”.

Esta última parte da sequência de matérias sobre o fórum da AHCIET registra tão somente a programação da tarde do segundo dia do evento. O terceiro dia foi dedicado a Oficinas de Trabalho, cuja programação está também registrada (link ao pé da página).

O Painel 4 – o último - tratou de “Financiamentos, Incentivos e Ações Institucionais para Impulsionar a Banda Larga”. Registrou o programa, como moderador do painel, o engenheiro Jarbas Valente, conselheiro da Anatel – Agência Nacional de Telecomunicações. Foram conferencistas convidados sobre o tema “Políticas de Fomento na Perspectiva dos Organismos Multilaterais” o engenheiro Mario Maniewicz, chefe do Departamento de Políticas e Estratégias do Escritório de Desenvolvimento das Telecomunicações da UIT, na Suíça; e o mestre Juan Navas-Sabater, especialista líder em Políticas de TICs e coordenador do Banco Mundial para a América Latina.

A mesa-redonda do Painel 4 tratou de “Políticas das Entidades Nacionais de Fomento”. Foram convidados a participar, pelo Peru, Guillermo Thornberry, presidente da Regulatel (fórum latino-americano de entidades reguladoras em telecomunicações); pela Venezuela, o engenheiro Rafael Fuentes Niño, coordenador da Agenda TIC, da direção de Informática e Processos da CAF (corporação andina de fomento); pelo Brasil, o engenheiro Alan Fischler, chefe do Departamento de Telecomunicações do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social); pela Costa Rica, o bacharel em Economia Carlos Raúk Gutiérez, membro do Conselho da Superintendência de Telecomunicações; e pelo México, o economista Andrés de la Cruz, coordenador de Estratégia Regulatória da Secretaria de Comunicações.

A seção de encerramento do “Fórum Ibero-americano para o Desenvolvimento da Banda Larga” foi precedida da apresentação dos relatórios com as conclusões das conferências e mesas-redondas. Foram relatores, segundo o programa, pelo Brasil, as jornalistas Lia Ribeiro Dias e Miriam Aquino, da Plano Editorial; e pelo Peru, o engenheiro Carlos Romero, consultor internacional em TIC.

Antes do encerramento do evento, houve a “Declaração do Fórum Ibero-americano para o Desenvolvimento da Banda Larga”, conhecida como “Declaração de São Paulo”, um importante documento. Links para acessar os originais das declarações, em Português e Espanhol, estão ao final da matéria.

Declaração de São Paulo: considerandos

N.R.: o texto original não teve palavras sublinhadas.

A seguir, a “Declaração de São Paulo” aprovada pelo fórum, organizado pela Ibero-americana de Centros de Investigação e Empresas de Telecomunicações – AHCIET.

Considerando a fundamental importância da banda larga, a infraestrutura deste século, para o desenvolvimento socioeconômico dos países, a redução das desigualdades econômicas, regionais e sociais, a democratização das oportunidades de acesso à informação e ao conhecimento;

Considerando que a banda larga se tornou infraestrutura essencial para a modernização das empresas, em especial das pequenas e médias empresas, pois aumenta a produtividade e competitividade e facilita o acesso às oportunidades da economia globalizada;

Considerando que a banda larga permitirá aos governos da região desenvolver seus programas de modernização do Estado e garantir transparência a dados e informações públicas;

Considerando que a banda larga é insumo essencial ao desenvolvimento da cidadania, permitindo aos governos levar até a casa do cidadão serviços de governo eletrônico, com destaque para os de educação à distância, de saúde, de qualificação e requalificação profissional e de segurança pública; e

Considerando que a infraestrutura de banda larga é instrumento importante à geração de empregos e ao desenvolvimento do ambiente de inovação, fundamental para o desenvolvimento.

Declaração de São Paulo: proposições

N.R.: o texto original não teve palavras sublinhadas.

Os participantes do 1º Fórum Ibero-americano para o Desenvolvimento da Banda Larga, organizado pela Associação Ibero-americana de Centros de Investigação e Empresas de Telecomunicações – AHCIET –, reunidos em São Paulo nos dias 21 e 22 de junho de 2010,

Propõem:

1) O desenvolvimento de Programas Nacionais de Banda Larga, como política de Estado, nos países da região, construídos a partir de amplos debates democráticos, com a meta de conectar, até 2015, 75% das residências e das PMEs; as conexões devem envolver não somente residências, mas também pontos públicos como escolas, bibliotecas, unidades de saúde, unidades de segurança, cartórios de registros públicos e locais públicos gratuitos de acesso à Internet (telecentros e centros de inclusão digital).

2) Os Programas Nacionais de Banda Larga, definidos como prioridade na agenda dos países ibero-americanos e apoiados em parcerias público-privadas, devem contemplar o fomento a investimentos em infraestrutura, conteúdo e aplicações, e o desenvolvimento de políticas públicas que capacitem os cidadãos, as PMEs e os governos municipais a um fácil acesso e ao uso adequado desses novos serviços e aplicações.

3) O desenvolvimento dos Programas Nacionais de Banda Larga e das políticas públicas a eles associadas exige um ambiente regulatório estável, com regras claras e coerentes, que estimulem a competição, facilitem o investimento em infraestrutura e equipamentos, e o desenvolvimento de serviços e aplicações inovadores.

4) Desenvolver, em nível regional, infraestrutura de banda larga que inclua, entre outros, pontos de troca de tráfego, cópias de servidores raiz e hospedagem local de conteúdos.

5) Promover a redução dos preços dos acessos internacionais e intrarregionais e dos dispositivos de acesso do usuário.

6) Recomendar a continuidade desse tipo de encontro público-privado que permite um intercâmbio de ideias e experiências valiosas para distintos atores. Recomendar, também, a criação de grupos de trabalho, no âmbito da AHCIET, para a preparação da agenda do próximo fórum, o acompanhamento das questões críticas para o avanço da banda larga na região e a realização de estudos para subsidiar o debate.

7) Recomendar o uso de indicadores harmonizados, dentro do espírito das iniciativas da UIT, Cepal e Unesco, para o acompanhamento e avaliação dos planos nacionais de banda larga.

Em função desse cenário, as políticas públicas de estímulo aos investimentos devem contemplar:

a) medidas de incentivo ou desoneração fiscal dos serviços e da cadeia produtiva da banda larga, para a redução do custo do serviço oferecido à população;

b) liberação de novas faixas de espectro para a construção de redes móveis de banda larga, sem condicionantes à participação das empresas, que permitam ampliar a competição e oferta dos serviços. Essas novas faixas devem ser colocadas à disposição da iniciativa privada a curto prazo e por valores que possibilitem oferecer serviços à população a preços compatíveis com seu poder de compra;

c) inclusão, na construção de novas infraestruturas públicas (estradas, ferrovias, oleodutos, gasodutos), facilidades para a canalização de backbones de fibras ópticas, como uma das medidas principais para reduzir os custos de implantação das novas redes de banda larga;

d) reformar os atuais mecanismos de financiamento dos programas de universalização dos serviços (fundos de serviço universal, fundos públicos de subsídio etc.), para que passem a cobrir também os acessos de banda larga;

e) linhas de financiamento e criação de fundo para a geração de um ambiente de inovação, que permitam o desenvolvimento da indústria de conteúdos e aplicações, com prioridade para os segmentos de governo eletrônico, educação e saúde à distância, comunicação e informação e setores produtivos; e

f) incentivo à cooperação público-privada com o envolvimento de todos os atores – governo, empresas, academia, sociedade civil e organismos internacionais – para se atingir os objetivos propostos. (JCF)

Fonte: TELEBRASIL Em Foco
 


Enterasys oferece automação embutida de rede com switches empilháveis B-Series e C-Series.

A Enterasys, a divisão de segurança e infraestrutura de rede da Siemens Enterprise Communications GmbH & Co KG, anuncia o lançamento dos switches Enterasys B5 e C5, os mais recentes produtos de sua linha de switches empilháveis de alta performance A/B/C-Series. Os novos switches possuem atributos embutidos de automação de gerenciamento que ajudam a reduzir os custos operacionais de TI, ao mesmo tempo em que oferecem Power over Ethernet (PoE) de acordo com a norma IEEE 802.3at e conectividade Ethernet de 10 Gigabit, para dar suporte a aplicativos de negócios que exigem grande potência e largura de banda intensa.

Os switches empilháveis Enterasys B5 e C5 oferecem às organizações de TI uma alternativa poderosa e com custo-benefício para configurar Listas de Controle de Acesso (ACLs). A Enterasys aproveita vários métodos de descoberta com base em padrões e capacidades únicas de política, para proporcionar identificação automatizada, serviços de VoiP, e gestão inteligente de clientes e tráfego, para telefones IP de todos os principais revendedores. Quando um telefone IP é realocado, os switches Enterasys B5 e C5 automaticamente identificam e oferecem serviços VoIP, transferindo as configurações de segurança e prioridade de tráfego — sem a administração manual necessária para os switches baseados em ACL.

“Para que as organizações possam ter economias reais com custos, associadas às novas tecnologias como a comunicação unificada e o centro de dados totalmente virtualizado, os administradores de TI precisam de capacidade de automação de rede para que eles gastem menos tempo com gerenciamento e resolução de problemas na rede, e possam focar mais nas iniciativas de negócios”, diz Steven J. Schuchart Jr., analista chefe da Current Analysis. “Os switches Enterasys B5 e C5 são baseados no longo histórico da empresa de capacidades de automação baseadas em políticas que reduzem os custos operacionais de uma rede”.

Os novos atributos automatizados do switch permitem que os usuários mudem a proporção de gerenciamento de TI — os usuários conseguem alcançar uma redução maior do que 50% no tempo de gerenciamento de rede. Isso resulta em uma eficiência de tempo considerável, economizando mais de meio ano de trabalho por administrador de TI, que pode ser aplicado no planejamento de aplicativo estratégico.

“Nós temos um relacionamento muito produtivo com a Enterasys, cujo equipamento nos permitiu gerenciar com maior facilidade uma rede com mais de mil dispositivos, com comente somente três pessoas na equipe de operações, há mais de 15 anos”, afirma Cavelle Grimes, Diretor de Serviços de Informática da University of Florida Foundation. “Os novos switches B5 e C5 são mais um exemplo de inovação da Enterasys que ajudam a reduzir custos ao mesmo tempo em que oferecem atributos preparados para o futuro, como PoE de alta potência, 10 Gigabit através de SPF+, e capacidades para facilitar implementações de computação em nuvem, além de permitir um controle granular sobre nosso rede”.

Assim como a S-Series de classe Terabit, os switches Enterasys B5 e C5 suportam PoE de alta potência de acordo com a norma IEEE 802.3at. A densidade de potência líder na indústria é alcançada com suporte para 30 watts por porta em um switch com 48 portas, resultando em uma solução preparada para o futuro que pode suportar dispositivos que exigem muita potência como câmeras de vigilância IP Pan/Tilt/Zoom (PTZ), videofones IP, pontos de acesso de terceiros 802.11n e desktops virtuais.

Os usuários dos switches Enterasys B-Series e C-Series poderão alcançar economias operacionais significativas com a oferta de uma ampla garantia vitalícia. Diferente de outros fornecedores, a garantia sobre esses produtos inclui atualizações vitalícias de atributos de software, independente do tipo de licença, assistência a telefone 8x5 e muito mais. Por exemplo, um cliente com 150 switches, em parceria com a Enterasys, pode economizar até US$1 milhão em taxas de serviço nos primeiros cinco anos.

Grimes acrescenta: “Os atributos de configuração e descoberta automatizada da plataforma B5/C5 podem adaptar-se sem problemas à nossa rede existente baseada em política, permitindo que aproveitemos sua funcionalidade adicional ao mesmo tempo em que reduzimos o custo total de propriedade (TCO) geral da rede. Acrescente a isso, a ampla garantia vitalícia e o atendimento ao cliente superior que recebemos da Enterasys e temos um parceiro pronto e disposto a fazer o máximo, à medida que nós desenvolvemos nossa rede continuamente”.

Sobre o Grupo Siemens Enterprise Communications (Grupo SEN)

O SEN Group é um provedor de primeira linha de comunicações empresariais de ponta a ponta, incluindo soluções de segurança, infra-estrutura de rede e voz que utiliza arquiteturas abertas baseadas em padrão para unificar as comunicações e aplicações empresariais, oferecendo uma experiência de colaboração impecável. Esta premiada abordagem de "comunicações abertas" possibilita que as organizações melhorem a produtividade e reduzam os custos através de soluções de fácil implementação que funcionam dentro de ambientes de TI existentes, oferecendo eficiências operacionais. É o alicerce para compromisso com o OpenPath® da empresa que permite aos clientes reduzirem os riscos e adotarem as comunicações unificadas de forma eficiente. As empresas do SEN Group pertencem a The Gores Group e Siemens AG e incluem a Siemens Enterprise Communications, Cycos e a Enterasys Networks. Para mais informações sobre o SEN Group ou a Enterasys, visite o site: http://www.siemens-enterprise.com ou http://www.enterasys.com.

 


 
Oi comemora parceria com a Portugal Telecom.


Embora seja considerado negócio 100% realizado, a entrada da PT na Oi é apenas garantida por um acordo ou termo de intenções – que foi comunicado nesta quarta-feira (27) à Comissão de Valores Mobiliários, como fato relevante. O acordo, válido até o dia 31 de outubro de 2010, assegura a participação da Portugal Telecom no capital da Telemar Norte Leste S/A (TMAR), controladora da Oi, em um percentual de 22,4% direto e indireto.

“É preciso considerar ainda – diz Falco – que a Oi participará com uma parcela de 10% do capital da Portugal Telecom, por intermédio da Telemar Norte Leste”.
Com essa participação cruzada, a Oi poderá iniciar suas atividades internacionais, visto que a presença da PT, além de Portugal, já se estende a países como Hungria, Macau, Timor Leste, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Angola, Namíbia, Moçambique e Quênia.

O acordo prevê ainda aporte de capital português, em participação acionária minoritária, nas empresas AG Telecom Participações S/A (Grupo Andrade Gutierrez) e LF Tel S/A (Grupo Jereissati), controladores da Oi.

Sem desnacionalizar

Para Falco, não há desnacionalização da Oi, pois o capital nacional ainda será muito superior ao estrangeiro. “E é preciso considerar que todos os acionistas falam português.”

A validade do termo de intenções poderá ser prorrogada além do dia 31 de outubro, e estará vinculada à concretização de algumas condições:

a) Aquisição pela Portugal Telecom de ações da Telemar Participações (TmarPart) no percentual de 10%;

b) Admissão da Portugal Telecom ao Acordo de Acionistas da TmarPart;

c) Obtenção das autorizações legais e administrativas aplicáveis, ou seja, a aprovação por parte da Anatel;

d) Aprovação das operações que venham a ser acordadas entre as Partes pelos órgãos sociais competentes de cada uma delas; e

e) Alienação da totalidade da participação societária da Portugal Telecom na Brasilcel N.V., acionista controladora da Vivo Participações S.A., assim como a solução dos acordos operacionais existentes que possam impedir as aprovações regulatórias necessárias.

Equilíbrio

Para Luiz Eduardo Falco, há equilíbrio e simetria total nas novas relações de participação da Portugal Telecom na Oi e vice-versa. ”Os portugueses têm 10% do bloco de controle da Oi e nós teremos 10% do bloco de controle da Portugal Telecom”.

A Portugal Telecom será o maior acionista individual da Oi e esta será o maior acionista individual na PT. E não haverá mudança de acordo de acionistas nem aqui nem lá, então todos os direitos que a Portugal Telecom terá na Oi são os mesmos que qualquer acionista com essa participação teria.

Com a capitalização a ser obtida após o aumento do capital e que pode alcançar R$ 12 bilhões, a Oi deverá alcançar um nível bem mais baixo de endividamento do que antes da aliança com a PT.


Fonte: Ethevaldo Siqueira

 


 
Logica apresenta pacote de serviços Logica Banking na IDC Financial Insights Conference.

Durante a IDC Financial Insights Conference, a Logica irá apresentar o pacote de serviços voltado ao mercado financeiro, denominado Logica Banking.

“Para a Logica, o mercado financeiro é o que apresenta maior potencial de crescimento, tanto no Brasil quanto no mundo”, afirma o diretor da Logica responsável pelo desenvolvimento de Serviços Financeiros, Paulo Martins, ressaltando que “o segmento está vivendo um momento crítico de renovação do parque de aplicações e, em curto prazo, haverá uma substituição natural das aplicações especializadas para soluções integradas”.

Para comprovar essa tendência, a companhia demonstrará como o Logica Banking é capaz de atender, integralmente, às necessidades específicas de Back Office (processos administrativos) e Front Office (processos de contato com o cliente) das instituições financeiras.
Dentro do pacote de serviços Logica Banking, o foco de atuação da Logica é a solução Central IFRS, criada para atender ao novo modelo contábil vigente no Brasil desde o início do ano: as companhias de capital aberto são obrigadas a apresentar seus balanços financeiros no modelo IFRS (Padrões Internacionais de Demonstrações Financeiras).
A principal funcionalidade da Central IFRS é o suporte às demandas dentro do prazo estabelecido pelo Banco Central, coletando apenas os dados necessários para declaração nos balanços e permitindo, consequentemente, a conversão direta do modelo COSIF (padrão antigo) para o IFRS.

Além disso, a participação da Logica também se destaca pela presença no debate “Regulamentações, Compliance e Auditoria: Como a TI pode conciliá-las com as crescentes demandas do negócio?” (10h45), com a participação de Paulo Martins; e pela palestra “Governança, redução de custos e domínio da informação” (14h40), ministrada por Anderson Thomaz, arquiteto de soluções da Logica.


Agenda

Evento: IDC Brazil Financial Insights Conference 2010

Data: 17 de agosto (terça-feira)

Horário: 8h30 às 18h

Local: AMCHAM (Câmara Americana de Comércio)

Endereço: Rua da Paz, 1431 – São Paulo

Sobre a Logica
A Logica é uma empresa de serviço de negócios e tecnologia. Sediada no Reino Unido e com mais de 39 mil colaboradores, oferece serviços de consultoria, integração de sistemas e outsourcing de TI para clientes do mundo inteiro. Com forte presença na Europa, a Logica cria valores para os seus clientes ao integrar tecnologia, pessoas e processos. A companhia se destaca pelo comprometimento em manter parcerias a longo prazo com seus clientes, aplicando conhecimento para criar respostas inovadoras para as necessidades de negócio das companhias.

A Logica está listada nas bolsas de Londres, Stock Exchange e Euronext. Mais informações estão disponíveis em: www.logica.com.br


 


TIM quer aumentar a 60% número de usuários de 3G.
 


Na visão de Horácio, o grande entrave para aumentar o serviço de banda larga no Brasil é o preço. "Temos o desafio para em 2014 atender 70% das famílias com banda larga. Esse desafio vai se dar se tiver redução do preço", destacou o executivo. Horácio se referiu ao Plano Nacional de Banda Larga, programa do governo federal que pretende levar internet rápida para todos os municípios brasileiros. Segundo o executivo, se o governo criar meios para ofertar por R$ 30 pacotes de velocidade acima de 500 Kbps e R$ 15 para 200 Kbps, essa meta poderá ser cumprida. "Precisamos subsidiar as classes C, D e E. O mais comentado é o problema dos impostos dentro da tarifa", enfatizou.

Horácio usou o exemplo dos planos da operadora, que mudaram o modelo de cobrança de chamadas dentro da rede. Em vez de minutos, o cliente paga um valor único pela chamada para números da operadora, independentemente de ser ligação local ou de longa distância. Em dois anos, segundo o executivo, a TIM conquistou a liderança das ligações de longa distância, ao alcançar 25,2% de market share, desbancando, inclusive, a Embratel, que até então era a primeira do ranking.

Fonte: KARLA MENDES Agencia Estado
 

 
SindiTelebrasil trata do sucesso da privatização das telecomunicações em programa da Rádio Nacional.
 

Diretor-executivo do SindiTelebrasil fala dos 12 anos de privatização das telecomunicações, em programa de rádio.

Na comemoração dos 12 anos de privatização das telecomunicações no Brasil, completados no dia 29 de julho, o diretor-executivo do SindiTelebrasil, Eduardo Levy, concedeu entrevista à Rádio Nacional e ressaltou o espetacular crescimento do número clientes do setor, que saltou de 29,9 milhões, em 1998, para os atuais 240 milhões.

Levy registrou que neste período as empresas privadas de telecomunicações investiram mais de R$ 180 bilhões no País, sem contar com os R$ 37 bilhões aplicados na compra de outorgas e de licenças para a prestação dos serviços.

Ferramenta de inclusão econômica e social

Na entrevista, o diretor-executivo lembrou que antes da privatização o telefone era caro – cerca de R$ 5 mil – e a espera por uma linha chegava a até dois anos. “Hoje em dia, qualquer pessoa entra numa loja de telefonia celular e sai de lá falando no mesmo momento”, afirmou ele, ressaltando o papel importante do telefone, inclusive como ferramenta de trabalho. “Sem dúvida, é um grande plano de inclusão”, afirmou.

Levy assinalou ainda a importância das redes de telecomunicações na vida social e econômica do País, e deu como exemplos a declaração do imposto de renda, que será toda feita pela Internet, e a apuração do resultado das eleições.

“Todo o sistema de transmissão do TSE se baseia nos serviços de telecomunicações. Não tenha dúvida de que foi uma mudança muito grande e, que se deixe claro, foi feita sem nenhum centavo de dinheiro público”, afirmou, lembrando que só em impostos o setor de telecomunicações arrecadou no ano passado R$ 42 bilhões para os cofres públicos. Recursos de impostos e de fundos setoriais, segundo Levy, poderiam ser utilizados para a expansão dos serviços, como a massificação da banda larga.

O diretor do SindiTelebrasil comentou ainda que o processo de consolidação pelo qual passam as telecomunicações no Brasil se inclui em um contexto mundial, verificado também em outros segmentos da economia. Segundo ele, qualquer consolidação é boa para o consumidor, na medida em que ele possa exigir sempre um serviço de melhor qualidade.

Ao ser questionado sobre as reclamações que as empresas do setor recebem nos Procons, Levy ponderou que qualquer segmento que tenha uma base enorme de clientes, como os 240 milhões das telecomunicações, também terá um número alto de reclamações. “Seria importante que os Procons levassem em consideração o número de reclamações proporcionalmente à base de clientes”, afirmou.



Ele ressaltou que os serviços de telecomunicações no Brasil seguem padrões internacionais de qualidade e metas definidas pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Segundo Levy, é importante considerar ainda que o setor está sempre em expansão, o que exige constante atualização tecnológica das redes.


Atualização tecnológica permanente

“Estamos em permanente expansão. A cada minuto nós estamos ativando 30 novos circuitos de banda larga e, a cada dia, nós estamos implantando um novo município com uma estação de banda larga móvel de terceira geração”, constatou.

Segundo o diretor do SindiTelebrasil, as operadoras buscam constantemente melhorar seus serviços. “Percebemos que já há uma tendência de melhora e, com certeza, vai melhorar, porque não há como você segurar o seu cliente se ele está insatisfeito”, argumentou.

Ele lembrou que, no Brasil, já foi implantada a portabilidade numérica, que permite ao usuário trocar de operadora e permanecer com o mesmo número de telefone. “A competição é a melhor coisa que se pode fazer para melhorar a qualidade. Esse é um dos fatores pelos quais nós somos contra a criação de empresas estatais ou de monopólio, porque se você tem monopólio não tem para onde ir”, acrescentou.
 

 
Motorola apresenta solução para simplificar implementação de redes 4G.
 

A área de Redes da Motorola, Inc. (NYSE:MOT) apresenta sua solução WiMAX Evolution, que permite que as operadoras migrem suas redes WiMAX 802.16e / 802.16e Enhanced para 802.16m ou TD-LTE ou adicionem LTE às suas redes WiMAX atuais.

Desenvolvido para a rápida implementação de redes 4G, o portfólio WiMAX Evolution da Motorola está baseado em um única solução de rede de acesso de rádio (RAN, na sigla em inglês), capaz de suportar a tecnologia utilizada atualmente e oferecer às operadoras uma maneira rentável de atualizar redes, preservar o capital e proteger os investimentos.

“Com o crescimento explosivo da demanda de dados móveis por parte do consumidor, as operadoras WiMAX de todo o mundo devem satisfazer uma taxa média mensal de utilização de dados de 10 GB a 30 GB por assinante”, disse Fred Gabbard, vice-presidente de Gerenciamento de Produtos da área de Redes da Motorola. “A Motorola está trabalhando junto com essas operadoras, com o intuito de planejar sua capacidade para os próximos cinco anos. Nossa solução WiMAX Evolution – Single RAN permite às operadoras migrar seus sistemas para WiMAX 802.16m ou LTE, o que reduz os custos e oferece a melhor trajetória em 4G.”

A solução WiMAX Evolution – Single RAN da Motorola faz com que as operadoras não duvidem na hora de optar por 4G, graças à capacidade de reutilização de grande parte de uma estação-base para diferentes cenários de migração e de até 100% de outros componentes-chave da rede, como o núcleo IP/MPLS, backhaul e a função de gerenciamento de dispositivos. Os pontos de acesso WiMAX da Motorola podem ser facilmente migrados para 802.116m (WiMAX 2), TD-LTE, FDD LTE ou LTE-Advanced, atendem às exigências de todas as operadoras e contribuem com importantes benefícios nos custos.

Independentemente do ponto de implementação ou expansão 4G na qual as operadoras estiverem, a solução WiMAX Evolution – Single RAN da Motorola permite aumentar a capacidade das redes de maneira segura. Além disso, oferece serviços com taxa mensal de utilização de dados mais elevada e menor custo, em comparação com outras tecnologias utilizadas hoje, o que proporciona vantagens competitivas. Para os assinantes, isso significa uma taxa de dados até quatro vezes mais alta, capacidade mensal de utilização de dados de duas a quatro vezes superior, menor custo e o fato de que o serviço não é afetado no momento de migrar o sistema para uma tecnologia mais moderna.

Os benefícios da solução WiMAX Evolution – Single RAN incluem:

- Possibilidade de reutilizar equipamentos: antenas e cabeçotes RF instalados em torres, bem como os cabos auxiliares existentes.

- Possibilidade de evitar alguns custos: não requer gruas nem subidas à torre para a instalação.

- Possibilidade de economizar capital: permite economizar custos em torres para antenas e demais custos de instalação, custos de desenvolvimento e aquisição de local, baterias de suporte e gastos relacionados com bases de concreto, backhaul existente e componentes elétricos.

A solução WiMAX Evolution – Single RAN da Motorola está disponível para produtos comerciais confiáveis e comprovados, tais como os pontos de acesso WiMAX WAP 450 e WAP 650 da Motorola. As mais de 40 redes WiMAX que a Motorola implementou em todo o mundo estão se expandindo rapidamente, e a solução de hardware para os 27 acordos de LTE celebrados pela Motorola em todo o mundo está baseada nessa mesma solução WiMAX.

Para mais informações sobre as soluções WiMAX da Motorola, acesse http://www.motorola.com/wimax.
 

IBM Brasil e CNDL debatem soluções para a Copa do Mundo de 2014.
 

Com apoio da IBM Brasil, as cidades brasileiras que sediarão os jogos da Copa do Mundo de 2014 recebem, até setembro deste ano, o Road Show da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas “Seminário CNDL Copa 2014”, evento que irá debater como as cidades e o Varejo podem se preparar para a Copa do Mundo. São Paulo será a quinta praça a contar com a conferência, que discutirá, com especialistas, gestores públicos e executivos da iniciativa privada, como a tecnologia pode ajudar a preparar o País para enfrentar este mega-evento e garantir um legado positivo à nação. Eventos desta magnitude podem ser uma oportunidade de desenvolvimento para o Brasil, proporcionando melhorias significativas para as cidades.

A IBM Brasil patrocina o Road Show da CDNL e vai enriquecer o debate com o seu projeto de “Cidades Inteligentes”, que desenvolve e aplica soluções tecnológicas – com exemplos bem sucedidos já realizados no Brasil e no mundo – para ajudar a melhorar a infraestrutura das cidades, com foco nas áreas de transporte, segurança pública, mobilidade urbana, energia, saúde e educação.

O gerente de Novas Tecnologias Aplicadas da IBM Brasil, Cezar Taurion, levará a São Paulo, a partir das 14 horas do dia 05 de agosto, a palestra “Cidades Inteligentes e Digitais em tempos de Copa do Mundo”. O executivo também contribuirá com sua visão na mesa redonda do evento, que abre a discussão, às 11h30, sobre “O Brasil em tempos de Copa do Mundo – perspectivas e expectativas”.

“Teremos duas grandes oportunidades à frente para modernizar a infraestrutura de nossas cidades: a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Sabemos que há prazos estipulados para a conclusão de vários projetos que envolvem: construção e remodelação de estádios, modernização de aeroportos, sistemas viários e hotelaria, além da reurbanização das doze cidades-sede do Mundial de 2014. Estima-se que cerca de 155 bilhões de reais serão injetados na economia brasileira até o último dia da competição. A estratégia da IBM é ajudar as cidades a crescerem de forma mais inteligente e sustentável, pois sabemos que trabalhar em tempo real é tarde demais”, conta Taurion.

A maioria dessas cidades é também foco para a IBM Brasil por comporem um mercado potencial de crescimento. Atualmente, as regiões fora das capitais do eixo Rio-São Paulo representam 54% das oportunidades de TI no País, de acordo com o instituto de pesquisa IDC. Por conta disso, a IBM Brasil reforçou a oferta de serviços e produtos para novas praças regionais em diversas indústrias como varejo, finanças, telecomunicações, saúde e educação nessas praças regionais.

O projeto de expansão da IBM inclui 20 cidades, entre elas Recife (PE), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), entre outras que sediarão os jogos da Copa em 2014. Cada praça conta com uma equipe multidisciplinar, composta por funcionários da companhia e parceiros de Negócios – mais de 1.300 distribuídos por todo o País. No último ano, a IBM aumentou em mais de 50% seu quadro de funcionários nessa divisão comercial.

“Com a presença de profissionais IBM nessas cidades e a integração com os parceiros, ganhamos mais inteligência para entender as demandas específicas de cada negócio e buscar em nosso portfólio as soluções mais adequadas de acordo com a necessidade das indústrias locais. Além de escritórios regionais, contamos com um modelo integrado de prestação de serviços, que mescla gerenciamento presencial e online. Essa flexibilidade nos permite atender os clientes a partir de qualquer localidade, o que garante custos competitivos, excelência e padronização de processos”, explica Luciano Sulzbach, executivo para Pequenas e Médias Empresas da IBM Brasil.


Anote na agenda

O “Seminário CNDL Copa 2014” será no dia 05 de agosto de 2010, entre 8h e 19h, no Auditório da FECOMERCIO, situado à rua Plínio Barreto, 285, Bela Vista.

 


 

 Enlace News Edición 2008