Ministério das Comunicações
democratiza formulação das políticas públicas. |
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O Ministério das Comunicações terminou a segunda fase da consulta
pública sobre telecomunicações. Foram discutidas 2,6 mil sugestões
recebidas, na primeira etapa, de pessoas físicas, jurídicas,
consultores e ONGs (organizações não-governamentais). Os temas que
receberam maior número de contribuições foram: Competição (50%) e
Universalização (25%); seguidos de 10% de política industrial e
tecnológica e 15% de outras participações.
A consulta também levantou questões sobre a política industrial e
tecnológica do governo brasileiro. Estas sugestões serão levadas em
conta nas novas políticas para estimular o desenvolvimento e a
produção de bens e serviços de telecomunicações no Brasil.
“As contribuições recebidas nesta segunda fase foram substanciais e
representativas. Agora vamos consolidar as sugestões recebidas nas
duas fases da consulta pública para discutir com outras áreas do
governo”, explicou o ministro das Comunicações, Hélio Costa.
De acordo com o cronograma do ministério, o processo de elaboração
da nova política pública para o setor de telecomunicações ainda
contará com uma rodada de audiências públicas em todas as regiões do
país.
(Fuente: Ministério das Comunicações)
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LG vai vender 100 milhões de
celulares. |
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"Esta era a
nossa meta e ainda é a nossa meta", disse Chang Ma, vice-presidente
da LG para estratégias de marketing, em entrevista à Reuters.
A LG deve divulgar as vendas do terceiro trimestre e receitas em 20
de outubro. Na época de sua última divulgação de resultado, em julho,
o grupo havia informado que planejava aumentar o marketing para o
período e que queria crescimento de vendas e manutenção da margem
operacional em dois dígitos.
"Mesmo em meio a esta crise econômica, e dado que nós nos preparamos
e estamos rumando a um crescimento saudável, eu acredito que nós não
temos que ser limitados ou passivos em nossos investimentos de
marketing", disse Chang.
A companhia lançou ontem a segunda versão do celular que criou em
parceria com a grife Prada e informou que espera que o aparelho que
tem preço de € 600 atinja as vendas de 1 milhão de unidades da
versão anterior.
(Reuters)
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Gartner corta previsão de gastos com tecnologia. |
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A companhia, cujas previsões são acompanhadas de perto por
investidores, informou que gastos com tecnologia da informação (TI)
poderão aumentar somente 2,3% no ano que vem, devido ao fato de as
empresas estarem cortando gastos com a expansão da crise econômica.
A Gartner previa anteriormente um crescimento de 5,8% em gastos com
tecnologia no próximo ano, em comparação ao ano em curso.
"Economias desenvolvidas, principalmente os Estados Unidos e a
região oeste da Europa, serão as mais afetadas, mas as regiões
emergentes não estarão imunes", afirmou o Peter Sondergaard, vice-presidente
sênior da Gartner e chefe de pesquisa, em um comunicado.
Investidores acompanham de perto as mudanças na previsão da Gartner,
assim como seguem pesquisas de corretoras de Wall Street, como a
Goldman Sachs, para detectar evidência de mudanças em planos de
gastos de companhias de todos os setores da economia.
A Gartner agora espera que os gastos com TI caiam para 0,8% na
Europa Ocidental, de acordo com uma apresentação feita por
Sondergaard em Orlando, na Flórida, nos Estados Unidos. A empresa
previa anteriormente o crescimento dos gastos em 2,8% para a região,
em relação a este ano.
Na América do Norte, a previsão é de que os gastos irão crescer
0,5%, um forte declínio ante sua previsão de crescimento anterior,
que era de 5,3%. A empresa prevê um crescimento de 8,3 % na região
da Ásia-Pacífico, ante uma previsão de crescimento que chegava a
11%.
A lista de clientes da Gartner inclui virtualmente todas as maiores
corporações do mundo, as quais a empresa aconselha na hora de tomada
de decisões sobre aquisições de TI, assim como faz com negócios
menores.
A companhia também presta consultoria a empresas de tecnologia,
aconselhando-as no desenvolvimento de produtos e estratégias de
mercado.
A Gartner divulgou suas previsões em uma conferência de executivos
da área de tecnologia da informação, uma reunião anual a que
analistas de Wall Street e investidores também comparecem para ter
uma dimensão dos gastos de empresas e de prioridades de
investimentos para o próximo ano.
O presidente-executivo da gigante do software Microsoft, Steve
Ballmer, o fundador e presidente-executivo da fabricante de
computadores Dell, Michael Dell, e o presidente-executivo da empresa
de roteadores e de equipamentos para internet Cisco Systems, John
Chambers, são esperados para discursar durante a conferência.
Outros gigantes globais do mundo da tecnologia, como a americana
IBM, a concorrente e igualmente americana Hewlett-Packard (HP) , a
consultoria Accenture e a fabricante de software para o mundo
corporativo Oracle também estão participando do evento.
(Reuters)
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O sustento e a verdadeira
inclusão. |
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A contradição causada pelo avanço tecnológico em comparação à
exacerbante exclusão sócio-econômica demonstra o quanto o Brasil
ainda precisa investir em Inclusão Digital. Assim como a educação, o
acesso ao mundo tecnológico pode transformar a realidade social da
nação, desde que sejam implementadas ações efetivas que promovam
integração entre a sociedade e as oportunidades de negócio. Na
prática, isso significa que a Inclusão Digital precisa ser muito
mais aprofundada do que os programas em andamento no Brasil. O
essencial é o acesso ao mundo digital tornar-se um meio de inserção
no mercado de trabalho, possibilitando que autônomos e pequenos
empreendedores possam oferecer seus produtos e serviços a um número
maior de pessoas, aumentando a geração de emprego e renda. Quando os
projetos de inclusão digital chegarem a este patamar, a sociedade
como um todo se beneficiará, movimentando a economia e fazendo o
País avançar.
Por este parâmetro, o indivíduo deixará de ter uma função passiva no
processo de inclusão - recebendo informações dos canais digitais - e
tomará a posição de um produtor de conhecimento, bens e serviços. É
isso que vai levar cada vez mais pessoas a aderirem aos programas de
inclusão. As comunidades carentes não querem acessar a Internet para
saber como é o mundo. Elas querem fazer parte deste mundo,
contribuindo para a sociedade e retirando disso o seu sustento.
O primeiro passo já foi dado pelos governos, com a criação do
programa federal Computador para Todos, lançado em novembro de 2005.
Já em São Paulo, a Prefeitura criou o Programa Telecentros, com
cursos de informática e livre acesso à Internet. Ainda há a
iniciativa privada e as organizações não-governamentais, que
colaboram com a criação de programas similares em diversas regiões
do País. Contudo, é necessário refletir sobre o real mérito destas
ações. Afinal, ensinar jovens e adultos a ligar um computador, criar
conta de e-mail e acessar alguns sites de notícias não é, de forma
alguma, a inclusão digital que se espera. Isto é apenas o início de
um processo maior, que deve culminar com a inserção destas pessoas
no mundo dos negócios, colocando-as ao mesmo nível de qualquer outro
cidadão.
Um exemplo mais real de inclusão digital está sendo implantado pelo
Ministério das Comunicações, mudando a forma de trabalho de pequenos
agricultores das zonas rurais. Além de criar centros de conexão à
Internet, os agricultores recebem capacitação em informática que
visa o desenvolvimento da economia local. Para este tipo de
agricultor, a grande dificuldade mora na dependência de
atravessadores para escoar a produção local, os quais compram os
produtos por preços muito baixos e revendem por valores bem mais
altos. De acordo com o Ministério, os agricultores poderão vender
seus produtos em outras regiões do Estado pela Internet, diminuindo
os custos para o consumidor final e ainda aumentando o lucro dos
produtores. Com mais oportunidades de negócios no interior, haverá
menor êxodo rural, equilibrando a economia das cidades brasileiras.
Um outro exemplo é a Construção Civil, um dos segmentos da economia
brasileira que mais absorve mão-de-obra. Por que não usar a Internet
para aproximar autônomos de novas oportunidades de trabalho? Há um
imenso potencial a ser explorado nas redes digitais, com espaço para
a criação de portais nos quais profissionais como os da Construção
Civil poderiam se cadastrar e oferecer serviços. Esta seria uma
forma de incluir estes trabalhadores digitalmente, dando a eles
maior visibilidade comercial. A sociedade também poderia participar
ativamente, colocando referências dos profissionais cadastrados e,
conseqüentemente, gerando uma valiosa fonte de informação disponível
ao interesse de todos.
Estes são exemplos simples de como é possível atribuir um sentido
estratégico aos programas de inclusão digital já existentes. Apenas
a presença de um computador não é suficiente para gerar a inclusão.
As comunidades mais pobres não querem somente olhar o que está
disponível na rede mundial de computadores para se sentirem
incluídas na sociedade. Elas querem (e precisam) encontrar nos meios
digitais caminhos concretos para se integrarem ao meio social. Assim,
a Inclusão Digital deve deixar de ser vista como "boa ação" e
começar a liderar programas estratégicos de crescimento do País para
construir um futuro mais próspero à nação brasileira.
(Raymundo Peixoto - Diretor geral da Dell Brasil)
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CommScope Enterprise Solutions
introduz mais uma marca para soluções de infra-estrutura no
Brasil. |
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A CommScope Enterprise Solutions, líder mundial em soluções de infra-estrutura
para redes de comunicação, traz para o mercado brasileiro a marca
Uniprise. Já consolidadas no cenário internacional, as novas
soluções são destinadas a clientes do mecado de SMB (small and
medium business) que procuram tecnologias adequadas as suas
necessidades.
A linha apresenta todos os produtos fundamentais para construir um
canal de comunicação completo de categoria 5e ou 6. Já aprovados
pela Anatel para os cabos UTP's e patchcords, todos atendem às
especificações normativas da TIA (Telecommunication Industry
Association) e da ISO/IEC e às diretrizes RoHS (Restriction of
Certain Hazardous Substances).
"Com a entrada da Uniprise no Brasil, a CommScope Enterprise
Solutions com suas marcas Uniprise e SYSTIMAX Solutions oferece um
portifólio completo, atendendo as necessidades desde uma pequena
empresa a uma grande corporação". explica Ramiro Arostegui, diretor
de vendas para Brasil e Cone Sul da CommScope Enterprise Solutions.
Os produtos da Uniprise serão distribuídos pelos mesmos canais
autorizados da SYSTIMAX Solutions e a intenção é capilarizar sua
presença em todo o País até 2009. Sem focar um mercado específico,
as novas soluções serão apresentadas para todos os clientes que não
são vetores naturais da linha high end.
"A SYSTIMAX Solutions e a Uniprise se complementam por causa de suas
características funcionais, desempenho elétrico e características de
projeto, não competindo entre si e mantendo o mesmo nível de
qualidade", salienta Arostegui.
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Com iPhone, Apple ganha espaço no
mercado corporativo. |
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Ao anunciar que o iPhone estava pronto para uso corporativo, o CEO
da Apple, Steve Jobs, causou um frisson que poucos lendários homens
de negócios conseguiram igualar. De operários a CEOs, parecia que
todo mundo queria ter seus aplicativos corporativos no novo
dispositivo. Mas porquê? Tratava-se da Apple, sinônimo de design
moderno e admirado e antítese da velha e pesada tecnologia
corporativa que deixa os olhos vermelhos e congela a tela do
computador.
Porém, segundo alguns observadores de iniciativas da Apple e
profissionais de TI evangelistas que usam Macs para negócio, a
importância do anúncio vai além do iPhone em si. Eles acreditam que
o iPhone poderá conduzir a uma nova era – a de uma Apple mais
amigável com a corporação. E argumentam: esta mudança de paradigma
poderá ser o ingrediente final do caldeirão que está sendo mexido
por funcionários que se tornaram insatisfeitos com a tecnologia
corporativa e, para suprir suas necessidades, recorreram a opções
inovadoras na arena de consumo.
Alguns obstáculos à conversão de PCs para Macs nas empresas já
existem há anos. Muitos departamentos de TI são agradecidos às
decisões tomadas por seus predecessores nos anos 90, quando os PCs e
o sistema operacional Microsoft Windows dominaram o mercado
corporativo. As empresas planejavam tudo, de servidores back-end a
software cliente, baseando-se em um framework Microsoft, observa
Roger Kay, analista da EndPoint Technologies.
Integrar equipamento Mac e outros produtos da Apple a tal ambiente
demanda tempo e dinheiro. Apesar dos problemas do software
Microsoft, a maioria das empresas almeja compatibilidade com ele,
admite Kay. “Elas já têm investimentos que querem utilizar.”
Mas uma migração para software baseado na web poderia suavizar a
resistência de TI à integração, já que os usuários só precisam de um
navegador para acessar seus aplicativos.
Os funcionários têm liderado este movimento. Em vez de usar o
software sancionado pela corporação em suas workstations, muitos
recorrem a tecnologias como wikis, blogs e redes sociais para
colaborar em projetos horizontalmente, sem a ajuda ou a bênção de
TI. Na pesquisa CIO Consumer Technology, os 311 decisores de TI
entrevistados admitiram que quase 25% dos seus funcionários utilizam
redes sociais para fins profissionais, enquanto 21% usam wikis e
outros 17%, blogs.
Do ponto de vista do hardware, os Macs se tornaram a marca preferida
de cada vez mais pessoas. A Apple forneceu 2,3 milhões de Macs no
primeiro trimestre de 2008, o que equivaleu a um crescimento
unitário de 44% e ajudou a Apple a obter um crescimento de receita
de 47%, em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior.
Mas a adoção de Macs e de software da Apple nas empresas ainda é
lenta, talvez, em parte, por não ser altamente prioritária para a
própria Apple.
É claro que a Apple faz negócios com empresas e tem uma equipe
especializada em algumas de suas lojas, mas, indiscutivelmente,
continua sendo uma companhia voltada ao consumidor. Os números
comprovam isso. O iPod detém cerca de 70% do mercado de tocadores de
MP3. A Apple vendeu 22,1 milhões de iPods no primeiro trimestre de
2008. Em média, um iPod tem sido vendido a cada 1,7 segundo nestes
seus cinco anos e meio de existência.
Evangelistas que dirigem instalações Mac em pequenas e médias
empresas dizem que suas experiências – não diferentes das vividas
nas grandes empresas, como você poderia pensar – ainda demonstram os
mais variados resultados para quem utiliza Apple no cenário
corporativo.
Mudança por atacado
Shani Magosky, COO com responsabilidade por TI na Jaffe Associates,
empresa de marketing e relações públicas com 25 funcionários, não
precisou do iPhone para “abraçar” a Apple.
Magosky começou a observar Macs para sua empresa tradicionalmente
baseada em PC e Windows no segundo semestre de 2006. Ela não estava
necessariamente atraída por Bono cantando em um anúncio do iPod.
Estava farta de ver PCs quebrando o tempo todo. E havia o choque de
descobrir o quanto lhe custaria migrar para o software de
colaboração SharePoint da Microsoft (e a tecnologia de servidor
associada).
Especificamente, Magosky rodava uma versão antiga do servidor de
terminal da Microsoft, que permitia aos seus funcionários (todos
trabalhando remotamente, já que a Jaffe não tem um escritório
central) conectar à rede e compartilhar arquivos. “Era
desnecessariamente lenta e não confiável”, revela. “Acabamos
gastando uma fortuna para diagnosticar problemas de TI.”
Com um servidor de terminal obsoleto, Magosky foi aconselhada a
atualizar para o SharePoint. Computando a compra e a instalação do
servidor, a aquisição das licenças de software e todo o suporte
relacionado, Magosky gastaria US$100 mil.
(Computerworld Online)
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Telefónica confirma metas de
2008-2010. |
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Em comunicado ao regulador do mercado acionário, a Telefónica, que
no Brasil detém a Telesp e divide o controle da Vivo com a Portugal
Telecom, informou que está dentro da meta de obter lucro líquido por
ação em 2010 de € 2,304 e fluxo de caixa por ação de € 2,87.
O cenário otimista da Telefónica foi divulgado em meio à crise
global de crédito, em que companhias ao redor do mundo estão
enfrentando dificuldades para refinanciar dívidas.
"A companhia tem flexibilidade em seu calendário de vencimentos, o
tempo médio é de seis anos", informou a Telefónica.
"Os vencimentos de dívidas são de aproximadamente € 3,8 bilhões em
2009 e € 5,6 bilhões em 2010."
A empresa tinha um total de € 9,5 bilhões (US$ 13,04 bilhões) em
linhas de crédito no final de junho, dos quais € 6 bilhões com
vencimento em mais de um ano. A companhia afirmou que continua
emitindo commercial paper.
A Telefónica informou ainda que aumentou seu programa de recompra de
ações em 50% este ano e que vai começar a recompra imediatamente.
Na semana passada, a operadora inaugurou uma nova sede a meia hora
do centro de Madri. Confirmou, na ocasião, que a América Latina
segue sendo sua prioridade de investimento e esperança de
crescimento.
(Reuters)
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Alta qualidade de banda larga pode
acelerar economias. |
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Os resultados
de um novo estudo de qualidade de conexões de banda larga,
envolvendo consumidores de 42 países, foram divulgados hoje para
destacar a capacidade atual de cada país em utilizar a próxima
geração de serviços e aplicativos Web. O estudo, com foco em países
da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE),
além de Brasil, Rússia, Índia e China (BRIC), foi conduzido por uma
equipe de pesquisadores da Said Business School da Universidade de
Oxford e do Departamento de Economia Aplicada da Universidade de
Oviedo, com patrocínio da Cisco.
Dispondo de aproximadamente oito milhões de registros de testes
reais de velocidade de banda larga, conduzidos por usuários do mundo
inteiro via www.speedtest.net, durante o mês de maio, a equipe de
pesquisa calculou médias estatísticas para cada país a partir de
três parâmetros de desempenho utilizados para determinar a qualidade
de uma conexão de banda larga – velocidades de download e de upload,
e latência (medida de demora na transmissão de dados). A pontuação
de cada país foi determinada por meio de uma fórmula que pondera
cada parâmetro de acordo com os requisitos de qualidade de um
conjunto de aplicativos populares hoje e no futuro. Aplicativos
típicos de hoje incluem navegação web, networking social, downloads
de música, streaming básico de vídeo e chat por vídeo, IPTV com
definição básica e escritórios domésticos corporativos. Aplicativos
futuros incluem telepresença envolvendo consumidores, cuidados com a
saúde, educação, compartilhamento e streaming de arquivos de vídeo
de alta qualidade, IPTV de alta definição, transmissões ao vivo com
qualidade de cinema e automação doméstica avançada.
Desempenho dos países
O Japão – país que havia se comprometido a investir em banda larga
como uma fonte de vantagem competitiva – obteve, com ampla margem, a
melhor pontuação de Qualidade de Banda Larga entre os 42 países
estudados (veja gráfico). O Japão é o único que se mostrou preparado
para oferecer a qualidade necessária para os aplicativos Web de
próxima geração nos próximos 3 a 5 anos.
Suíça e Holanda tiveram o melhor desempenho de conexões de banda
larga na Europa, resultado dos investimentos crescentes em expansões
de rede a cabo e de fibra, combinados com uma diversidade
competitiva e com o apoio de uma sólida visão e política
governamental. Mais da metade dos 42 países estudados apresentaram
conexões de banda larga com o nível necessário de desempenho para
oferecer uma experiência consistente de qualidade para os
aplicativos Web mais comuns existentes atualmente. No entanto,
alguns dos principais países, tais como Reino Unido, Espanha e
Itália, ficaram em média abaixo desse limite.
O Brasil obteve uma pontuação baixa de qualidade de banda larga – 13
pontos. A velocidade média de download foi de 1052 kbps; a de upload,
344kbps. Quanto à latência – tempo que uma unidade de informação
leva pra transitar de um ponto a outro da rede –, o estudo registrou
uma média de 170 ms (micro-segundos) no Brasil. Segundo o índice, o
mercado de banda larga nacional revela uma competição com alto nível
de fragmentação, isto é, muitos players fornecem o serviço. Além
disso, a diversidade tecnológica da banda larga está em um nível
médio, com grande concentração no ADSL (72%) e cabo (22%). O fato de
ter pouco legado histórico pode ser uma vantagem para o Brasil
efetuar grandes saltos e ultrapassar outros países. Os níveis de uso
no Brasil são os maiores entre os países emergentes (comparáveis aos
níveis do Reino Unido). À medida que a penetração de mercado
aumentar, uma concorrência maior aprimorará a qualidade.
O México está na menor faixa do Índice de Qualidade de Banda Larga,
mas é interessante notar que os provedores de internet mexicanos
oferecem velocidades que chegam perto do que anunciam.
Na Rússia, a alta pontuação da qualidade de banda larga pode ser
atribuída à disponibilidade de tecnologia de fibra e altos níveis de
concorrência. Embora a qualidade seja alta, a Rússia tem baixa
penetração de banda larga quando comparada a outros países da OCDE,
mas por outro lado está bem preparada para aplicações futuras,
devido à alta velocidade de seus uploads.
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Furukawa destaca soluções para
Redes FTTx. |
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Fornecedora de
soluções de cabeamento estruturado e redes ópticas, a Furukawa
preparou uma apresentação especial para sua participação na edição
2008 do Futurecom, evento que reúne executivos do setor de
Telecomunicações de toda a América Latina. Neste ano, o estande do
fabricante terá um caráter inovador, com atendimento personalizado
às empresas, de forma a conhecer as necessidades específicas e
desenvolver soluções customizadas para cada projeto. O objetivo é
destacar os equipamentos, componentes e acessórios da marca Furukawa
para aplicações em redes FTTx (Fiber to the Home, Building, Premises,
Curb and Node), redes estas que começam a ganhar força no Brasil e
em outros países latino-americanos por oferecer alto desempenho e
segurança na oferta de serviços de banda larga em altíssima
velocidade: comunicação e entretenimento sobre um mesmo canal
óptico.
“A proposta da Furukawa nesta edição do evento é interagir
ativamente com os visitantes. O estande terá uma área especial de
atendimento, com paredes que formam painéis ilustrativos onde
podemos riscar e ilustrar a aplicação das tecnologias caso-a-caso,
de forma totalmente personalizada. A idéia é entender as
necessidades específicas de cada projeto e orientar para as soluções
Furukawa que melhor se adequam a cada cliente”, explica Nelson Saito,
gerente de Desenvolvimento de Novos Negócios da Furukawa. De acordo
com o especialista, o fabricante quer difundir cada vez mais todos
os benefícios de aplicação das suas soluções em projetos de redes
ópticas. “É importante demonstrar todo o potencial a ser explorado
na aplicação das soluções Furukawa para redes FTTx. Queremos que as
comunicações na América Latina dêem um salto à frente, de forma que
os usuários comerciais ou residenciais possam receber os atuais
serviços a velocidades iniciais de 20 Mbps e podendo chegar até 100
Mbps“, observa o gerente.
MERCADO - Com o advento de sinais de vídeo de alta definição – Full
HD-TV (1080p) as redes de comunicação necessitarão de, pelo menos,
20Mbps para transmitir somente um canal HDTV. Neste caso, poucas
tecnologias suportarão a aplicação em larga escala dos serviços de
vídeo de alta definiçao, seja em IPTV ou Web TV. “Com certeza, a
rede a prova de futuro que irá transmitir com qualidade estes novos
serviços são as redes de transmissão multimídia baseada em Fibras
Ópticas. É inegável que nos próximos 5 a 10 anos as redes de 1 Gbps
serão comuns nas residências. As redes de Fibras Ópticas construidas
agora continuarão suportando estas novas bandas nos próximos 20
anos, sem necessidades de investimentos adicionais na rede externa”,
garante Saito.
A Furukawa atua de maneira pioneira no desenvolvimento de soluções
para arquiteturas de redes de transmissão de alto desempenho
baseadas em tecnologia óptica. O fabricante é o único com um
laboratório de testes específico de FTTH no mercado brasileiro com
aplicação das tecnologias em diversos ambientes, atendendo as
solicitações de infra-estrutura para a construção de novas malhas
ópticas em toda a região latino-americana.
As tecnologias para redes ópticas da marca Furukawa estão presentes
em diferentes segmentos: operadoras de telecomunicações, construção
civil e ISP (Internet Service Provider). Para o setor de
telecomunicações, a Furukawa oferta componentes que integram
projetos próprios de infra-estrutura. Já para o setor da construção
civil e para provedores de internet, a empresa disponibiliza sua
solução completa, com componentes, acessórios e equipamentos.
“As empresas de Telecomunicações são as maiores interessadas nesta
tecnologia, pois elas podem competir no negócio de vídeo, oferecendo
pacotes completos de Telefonia, Banda Larga, Telefonia Móvel e IPTV
dependendo da regulamentação. Já na construção civil, o interesse
está para a implantação de redes FTTH (Fiber To The Home) nos
condomínios residenciais. Há um crescente interesse pelas
construtoras e incorporadoras em agregar cada vez mais valor na
construção e satisfazer os clientes”, finaliza Saito.
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