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 Enlace News Brasil Edición 2008 - Nº 59
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A 3G Americas destaca nova pesquisa sobre o uso de mensagens de texto para telefones celulares em serviços de alerta para emergências.

A 3G Americas, publicou um relatório de pesquisa chamado Caracterizando as Limitações de SAE de Terceiros em Serviços Celulares de Mensagens de Texto, escrito por Patrick Traynor, Ph.D., Professor Assistente da Escola de Ciências da Computação no Instituto de Tecnologia da Georgia, e perito renomado na área de segurança em redes celulares.

 

Ministério das Comunicações democratiza formulação das políticas públicas.

Competição foi destaque na consulta à população. Audiências públicas serão realizadas em todas as regiões do país.

 


LG vai vender 100 milhões de celulares.

A sul-coreana LG Electronics, a quarta maior fabricante de telefones celulares do mundo, está mantendo sua meta de vendas de 100 milhões de aparelhos em 2008.

 

Gartner corta previsão de gastos com tecnologia.

A Gartner, maior empresa de pesquisas de tecnologia do mundo, cortou drasticamente a previsão para os gastos globais com tecnologia para o próximo ano, prevendo uma queda em gastos na Europa Ocidental e uma pequena alta nos Estados Unidos, regiões mais afetadas pela crise financeira.

 


Alta qualidade de banda larga pode acelerar economias.

Pesquisa global inédita sobre qualidade de banda larga avalia o preparo dos países para suportar vídeos Next Generation e serviços web.

 

O sustento e a verdadeira inclusão.

A necessidade de promover a Inclusão Digital tem sido muito enfatizada nos últimos anos. Basta lembrar que cerca de 90% da população estão à margem da era digital para se entender os motivos. De acordo com os dados do Comitê Gestor da Internet no Brasil, 54,3% dos brasileiros nunca fizeram uso de computador, sendo que 66,6% jamais acessaram qualquer informação na Internet. Com base nestes dados, como podemos afirmar que estamos na era digital?

 


Telefónica confirma metas de 2008-2010.

A gigante espanhola das telecomunicações Telefónica, confirmou suas metas financeiras para 2008 e 2010, afirmando que possui "força e flexibilidade financeiras".

 

Com iPhone, Apple ganha espaço no mercado corporativo.

Analistas dizem haver dúvidas de que os dois lados estejam prontos para estabelecer uma relação duradoura.

 


Furukawa destaca soluções para Redes FTTx.

Estande do fabricante no Futurecom 2008 fará atendimento personalizado às empresas. Objetivo é demonstrar as possibilidades de aplicação das tecnologias Furukawa para projetos de redes FTTx.

 

CommScope Enterprise Solutions introduz mais uma marca para soluções de infra-estrutura no Brasil.

Com a Uniprise, empresa oferece solução completa para infra-estrutura de TI desde pequenas até grandes corporações.

 

 






 

 

 

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A 3G Americas destaca nova pesquisa sobre o uso de mensagens de texto para telefones celulares em serviços de alerta para emergências.
 

O uso de mensagens de texto ou SMS já é comum e onipresente para finalidades comerciais e recreativas. De acordo com a CTIA - The Wireless Association, uma organização para tecnologia sem fio, o uso de SMS atingiu níveis recordes nos EUA com 75 bilhões de mensagens registrados apenas em junho de 2008 – cerca de 2,5 bilhões por dia. Por isso, o SMS é atualmente considerado um meio confiável de comunicação quando outros meios parecem indisponíveis, e algumas empresas terceirizadas estão oferecendo serviços de notificação para emergências baseados em SMS.

“O serviço de SMS é promovido como uma tecnologia capaz de entregar informações críticas em situações de desastre, e esses serviços foram adquiridos por universidades e municípios acreditando na sua capacidade de proteger o público em geral”, disse Traynor. “Infelizmente, esses sistemas normalmente não funcionam da maneira prometida”.

A pesquisa realizada para o relatório mostra algumas limitações sérias em Sistemas de Alerta para Emergências (SAE) desenvolvidos por terceiros. Baseados na arquitetura comum das redes celulares GSM, TDMA e CDMA, esses sistemas não conseguem transmitir um alto volume de mensagens sobre emergência num curto período de tempo. Através de discussões, modelos e simulações, Traynor demonstra no relatório que os sistemas atuais não conseguem transmitir um alto volume de mensagens rapidamente e que o tráfego adicional criado por soluções SEA de terceiros é capaz de interromper outros tipos de tráfego como comunicações de voz, inclusive as comunicações entre o público e os serviços de emergência ou dos próprios serviços de emergência. Traynor defende e mostra várias razões que inviabilizam ou desaconselham a implementação de serviços de SAE por SMS nas atuais redes celulares:

As redes celulares não foram projetadas para transmitir tráfego na escala necessária para emergências
As redes celulares não são a Internet
É muito difícil direcionar os serviços para usuários numa localização específica
É impossível autenticar a fontes das mensagens, abrindo espaço para o envio de alertas fraudulentas
O SMS não oferece um serviço em tempo real
A ordem de entrega das mensagens pode ser imprevisível
“Conforme noticias divulgadas recentemente pela mídia, houve uma demonstração razoavelmente boa de um trabalho focado no envio de mensagens de texto em grande escala, realizado pela campanha de Barak Obama”, disse Traynor. “Mas, embora a população participando da campanha não representasse a densidade de um público recebendo mensagens durante um desastre de grandes proporções, mesmo assim foram relatados problemas semelhantes àqueles detalhados em meu relatório da pesquisa durante a entrega das mensagens.”

Baseado em vários testes, Traynor consegue mostrar que mesmo em condições otimizadas, as redes não conseguem atingir a meta, estabelecida pelo alvará público de SAE, de entregar as alertas em dez minutos. Além disso, os testes também mostram que o volume adicional de mensagens de texto gerado por terceiros operando sistemas de SAE deverá congestionar a rede, possivelmente impedindo o tráfego de informações críticas, como chamadas entre o público e os serviços de emergência ou as comunicações dos serviços de emergência. O relatório conclui que é muito importante divulgar as atuais limitações desses sistemas para políticos, tecnólogos e o público em geral.

As soluções, como o trabalho do Commercial Mobile Service Alert Advisory Committee (CMSAAC) criado pela Comissão Federal de Comunicações (FCC), devem estabelecer uma função ativa para as redes celulares durante emergências no futuro. O relatório sugere que a criação de novos padrões como o Cell Broadcast poderá evitar vários problemas encontrados na atual arquitetura “ponto a ponto”. Isso seria especialmente relevante caso cada estação base fosse capaz de operar como um megafone virtual e as redes celulares fossem capazes de distribuir mensagens de emergência atualizadas para todos os celulares. Embora praticamente todos os principais provedores de serviços celulares estejam trabalhando para projetar, testar e implementar esse tipo de sistema, essa parte da nossa infra-estrutura crítica não vai oferecer esse tipo de serviço por algum tempo.

O relatório sobre pesquisas acadêmicas de terceiros Caracterizando as Limitações de SAE de Terceiros em Serviços Celulares de Mensagens de Texto, está disponível gratuitamente no site da 3G America: www.3gamericas.org.

Sobre Patrick Traynor, Professor Assistente da Escola de Ciências da Computação no Instituto de Tecnologia da Georgia,

As pesquisas do Sr. Traynor se concentram principalmente em segurança para redes celulares e o impacto da conexão mais ampla desses sistemas com a Internet. Seu trabalho nessa área foi apresentado nas principais conferências e revistas de segurança e redes móveis e também foi noticiado pelo jornal americano The New York Times. Relatórios sobre pesquisas anteriores incluem Sobre a Causalidade de Ataques em Redes Celulares Conectadas à Internet; Explorando a Funcionalidade Aberta de Redes Celulares com Capacidade SMS; Mitigando Ataques na Funcionalidade Aberta de Redes Celulares com Capacidade SMS; e uma tese de PhD, Caracterizando o Impacto de Rigidez na Segurança de Redes de Telecomunicações Celulares.


 


Ministério das Comunicações democratiza formulação das políticas públicas.

O Ministério das Comunicações terminou a segunda fase da consulta pública sobre telecomunicações. Foram discutidas 2,6 mil sugestões recebidas, na primeira etapa, de pessoas físicas, jurídicas, consultores e ONGs (organizações não-governamentais). Os temas que receberam maior número de contribuições foram: Competição (50%) e Universalização (25%); seguidos de 10% de política industrial e tecnológica e 15% de outras participações.

A consulta também levantou questões sobre a política industrial e tecnológica do governo brasileiro. Estas sugestões serão levadas em conta nas novas políticas para estimular o desenvolvimento e a produção de bens e serviços de telecomunicações no Brasil.

“As contribuições recebidas nesta segunda fase foram substanciais e representativas. Agora vamos consolidar as sugestões recebidas nas duas fases da consulta pública para discutir com outras áreas do governo”, explicou o ministro das Comunicações, Hélio Costa.

De acordo com o cronograma do ministério, o processo de elaboração da nova política pública para o setor de telecomunicações ainda contará com uma rodada de audiências públicas em todas as regiões do país.

(Fuente: Ministério das Comunicações)


 


 
LG vai vender 100 milhões de celulares.

"Esta era a nossa meta e ainda é a nossa meta", disse Chang Ma, vice-presidente da LG para estratégias de marketing, em entrevista à Reuters.

A LG deve divulgar as vendas do terceiro trimestre e receitas em 20 de outubro. Na época de sua última divulgação de resultado, em julho, o grupo havia informado que planejava aumentar o marketing para o período e que queria crescimento de vendas e manutenção da margem operacional em dois dígitos.

"Mesmo em meio a esta crise econômica, e dado que nós nos preparamos e estamos rumando a um crescimento saudável, eu acredito que nós não temos que ser limitados ou passivos em nossos investimentos de marketing", disse Chang.

A companhia lançou ontem a segunda versão do celular que criou em parceria com a grife Prada e informou que espera que o aparelho que tem preço de € 600 atinja as vendas de 1 milhão de unidades da versão anterior.

(Reuters)


 


Gartner corta previsão de gastos com tecnologia.

A companhia, cujas previsões são acompanhadas de perto por investidores, informou que gastos com tecnologia da informação (TI) poderão aumentar somente 2,3% no ano que vem, devido ao fato de as empresas estarem cortando gastos com a expansão da crise econômica. A Gartner previa anteriormente um crescimento de 5,8% em gastos com tecnologia no próximo ano, em comparação ao ano em curso.

"Economias desenvolvidas, principalmente os Estados Unidos e a região oeste da Europa, serão as mais afetadas, mas as regiões emergentes não estarão imunes", afirmou o Peter Sondergaard, vice-presidente sênior da Gartner e chefe de pesquisa, em um comunicado.

Investidores acompanham de perto as mudanças na previsão da Gartner, assim como seguem pesquisas de corretoras de Wall Street, como a Goldman Sachs, para detectar evidência de mudanças em planos de gastos de companhias de todos os setores da economia.

A Gartner agora espera que os gastos com TI caiam para 0,8% na Europa Ocidental, de acordo com uma apresentação feita por Sondergaard em Orlando, na Flórida, nos Estados Unidos. A empresa previa anteriormente o crescimento dos gastos em 2,8% para a região, em relação a este ano.

Na América do Norte, a previsão é de que os gastos irão crescer 0,5%, um forte declínio ante sua previsão de crescimento anterior, que era de 5,3%. A empresa prevê um crescimento de 8,3 % na região da Ásia-Pacífico, ante uma previsão de crescimento que chegava a 11%.

A lista de clientes da Gartner inclui virtualmente todas as maiores corporações do mundo, as quais a empresa aconselha na hora de tomada de decisões sobre aquisições de TI, assim como faz com negócios menores.

A companhia também presta consultoria a empresas de tecnologia, aconselhando-as no desenvolvimento de produtos e estratégias de mercado.

A Gartner divulgou suas previsões em uma conferência de executivos da área de tecnologia da informação, uma reunião anual a que analistas de Wall Street e investidores também comparecem para ter uma dimensão dos gastos de empresas e de prioridades de investimentos para o próximo ano.

O presidente-executivo da gigante do software Microsoft, Steve Ballmer, o fundador e presidente-executivo da fabricante de computadores Dell, Michael Dell, e o presidente-executivo da empresa de roteadores e de equipamentos para internet Cisco Systems, John Chambers, são esperados para discursar durante a conferência.

Outros gigantes globais do mundo da tecnologia, como a americana IBM, a concorrente e igualmente americana Hewlett-Packard (HP) , a consultoria Accenture e a fabricante de software para o mundo corporativo Oracle também estão participando do evento.

(Reuters)


 


 
O sustento e a verdadeira inclusão.

A contradição causada pelo avanço tecnológico em comparação à exacerbante exclusão sócio-econômica demonstra o quanto o Brasil ainda precisa investir em Inclusão Digital. Assim como a educação, o acesso ao mundo tecnológico pode transformar a realidade social da nação, desde que sejam implementadas ações efetivas que promovam integração entre a sociedade e as oportunidades de negócio. Na prática, isso significa que a Inclusão Digital precisa ser muito mais aprofundada do que os programas em andamento no Brasil. O essencial é o acesso ao mundo digital tornar-se um meio de inserção no mercado de trabalho, possibilitando que autônomos e pequenos empreendedores possam oferecer seus produtos e serviços a um número maior de pessoas, aumentando a geração de emprego e renda. Quando os projetos de inclusão digital chegarem a este patamar, a sociedade como um todo se beneficiará, movimentando a economia e fazendo o País avançar.

Por este parâmetro, o indivíduo deixará de ter uma função passiva no processo de inclusão - recebendo informações dos canais digitais - e tomará a posição de um produtor de conhecimento, bens e serviços. É isso que vai levar cada vez mais pessoas a aderirem aos programas de inclusão. As comunidades carentes não querem acessar a Internet para saber como é o mundo. Elas querem fazer parte deste mundo, contribuindo para a sociedade e retirando disso o seu sustento.

O primeiro passo já foi dado pelos governos, com a criação do programa federal Computador para Todos, lançado em novembro de 2005. Já em São Paulo, a Prefeitura criou o Programa Telecentros, com cursos de informática e livre acesso à Internet. Ainda há a iniciativa privada e as organizações não-governamentais, que colaboram com a criação de programas similares em diversas regiões do País. Contudo, é necessário refletir sobre o real mérito destas ações. Afinal, ensinar jovens e adultos a ligar um computador, criar conta de e-mail e acessar alguns sites de notícias não é, de forma alguma, a inclusão digital que se espera. Isto é apenas o início de um processo maior, que deve culminar com a inserção destas pessoas no mundo dos negócios, colocando-as ao mesmo nível de qualquer outro cidadão.

Um exemplo mais real de inclusão digital está sendo implantado pelo Ministério das Comunicações, mudando a forma de trabalho de pequenos agricultores das zonas rurais. Além de criar centros de conexão à Internet, os agricultores recebem capacitação em informática que visa o desenvolvimento da economia local. Para este tipo de agricultor, a grande dificuldade mora na dependência de atravessadores para escoar a produção local, os quais compram os produtos por preços muito baixos e revendem por valores bem mais altos. De acordo com o Ministério, os agricultores poderão vender seus produtos em outras regiões do Estado pela Internet, diminuindo os custos para o consumidor final e ainda aumentando o lucro dos produtores. Com mais oportunidades de negócios no interior, haverá menor êxodo rural, equilibrando a economia das cidades brasileiras.

Um outro exemplo é a Construção Civil, um dos segmentos da economia brasileira que mais absorve mão-de-obra. Por que não usar a Internet para aproximar autônomos de novas oportunidades de trabalho? Há um imenso potencial a ser explorado nas redes digitais, com espaço para a criação de portais nos quais profissionais como os da Construção Civil poderiam se cadastrar e oferecer serviços. Esta seria uma forma de incluir estes trabalhadores digitalmente, dando a eles maior visibilidade comercial. A sociedade também poderia participar ativamente, colocando referências dos profissionais cadastrados e, conseqüentemente, gerando uma valiosa fonte de informação disponível ao interesse de todos.

Estes são exemplos simples de como é possível atribuir um sentido estratégico aos programas de inclusão digital já existentes. Apenas a presença de um computador não é suficiente para gerar a inclusão. As comunidades mais pobres não querem somente olhar o que está disponível na rede mundial de computadores para se sentirem incluídas na sociedade. Elas querem (e precisam) encontrar nos meios digitais caminhos concretos para se integrarem ao meio social. Assim, a Inclusão Digital deve deixar de ser vista como "boa ação" e começar a liderar programas estratégicos de crescimento do País para construir um futuro mais próspero à nação brasileira.

(Raymundo Peixoto - Diretor geral da Dell Brasil)
 


 
CommScope Enterprise Solutions introduz mais uma marca para soluções de infra-estrutura no Brasil.

A CommScope Enterprise Solutions, líder mundial em soluções de infra-estrutura para redes de comunicação, traz para o mercado brasileiro a marca Uniprise. Já consolidadas no cenário internacional, as novas soluções são destinadas a clientes do mecado de SMB (small and medium business) que procuram tecnologias adequadas as suas necessidades.

A linha apresenta todos os produtos fundamentais para construir um canal de comunicação completo de categoria 5e ou 6. Já aprovados pela Anatel para os cabos UTP's e patchcords, todos atendem às especificações normativas da TIA (Telecommunication Industry Association) e da ISO/IEC e às diretrizes RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances).

"Com a entrada da Uniprise no Brasil, a CommScope Enterprise Solutions com suas marcas Uniprise e SYSTIMAX Solutions oferece um portifólio completo, atendendo as necessidades desde uma pequena empresa a uma grande corporação". explica Ramiro Arostegui, diretor de vendas para Brasil e Cone Sul da CommScope Enterprise Solutions.

Os produtos da Uniprise serão distribuídos pelos mesmos canais autorizados da SYSTIMAX Solutions e a intenção é capilarizar sua presença em todo o País até 2009. Sem focar um mercado específico, as novas soluções serão apresentadas para todos os clientes que não são vetores naturais da linha high end.

"A SYSTIMAX Solutions e a Uniprise se complementam por causa de suas características funcionais, desempenho elétrico e características de projeto, não competindo entre si e mantendo o mesmo nível de qualidade", salienta Arostegui.



 


Com iPhone, Apple ganha espaço no mercado corporativo.
 


Ao anunciar que o iPhone estava pronto para uso corporativo, o CEO da Apple, Steve Jobs, causou um frisson que poucos lendários homens de negócios conseguiram igualar. De operários a CEOs, parecia que todo mundo queria ter seus aplicativos corporativos no novo dispositivo. Mas porquê? Tratava-se da Apple, sinônimo de design moderno e admirado e antítese da velha e pesada tecnologia corporativa que deixa os olhos vermelhos e congela a tela do computador.

Porém, segundo alguns observadores de iniciativas da Apple e profissionais de TI evangelistas que usam Macs para negócio, a importância do anúncio vai além do iPhone em si. Eles acreditam que o iPhone poderá conduzir a uma nova era – a de uma Apple mais amigável com a corporação. E argumentam: esta mudança de paradigma poderá ser o ingrediente final do caldeirão que está sendo mexido por funcionários que se tornaram insatisfeitos com a tecnologia corporativa e, para suprir suas necessidades, recorreram a opções inovadoras na arena de consumo.

Alguns obstáculos à conversão de PCs para Macs nas empresas já existem há anos. Muitos departamentos de TI são agradecidos às decisões tomadas por seus predecessores nos anos 90, quando os PCs e o sistema operacional Microsoft Windows dominaram o mercado corporativo. As empresas planejavam tudo, de servidores back-end a software cliente, baseando-se em um framework Microsoft, observa Roger Kay, analista da EndPoint Technologies.

Integrar equipamento Mac e outros produtos da Apple a tal ambiente demanda tempo e dinheiro. Apesar dos problemas do software Microsoft, a maioria das empresas almeja compatibilidade com ele, admite Kay. “Elas já têm investimentos que querem utilizar.”

Mas uma migração para software baseado na web poderia suavizar a resistência de TI à integração, já que os usuários só precisam de um navegador para acessar seus aplicativos.

Os funcionários têm liderado este movimento. Em vez de usar o software sancionado pela corporação em suas workstations, muitos recorrem a tecnologias como wikis, blogs e redes sociais para colaborar em projetos horizontalmente, sem a ajuda ou a bênção de TI. Na pesquisa CIO Consumer Technology, os 311 decisores de TI entrevistados admitiram que quase 25% dos seus funcionários utilizam redes sociais para fins profissionais, enquanto 21% usam wikis e outros 17%, blogs.

Do ponto de vista do hardware, os Macs se tornaram a marca preferida de cada vez mais pessoas. A Apple forneceu 2,3 milhões de Macs no primeiro trimestre de 2008, o que equivaleu a um crescimento unitário de 44% e ajudou a Apple a obter um crescimento de receita de 47%, em comparação ao mesmo trimestre do ano anterior.
Mas a adoção de Macs e de software da Apple nas empresas ainda é lenta, talvez, em parte, por não ser altamente prioritária para a própria Apple.

É claro que a Apple faz negócios com empresas e tem uma equipe especializada em algumas de suas lojas, mas, indiscutivelmente, continua sendo uma companhia voltada ao consumidor. Os números comprovam isso. O iPod detém cerca de 70% do mercado de tocadores de MP3. A Apple vendeu 22,1 milhões de iPods no primeiro trimestre de 2008. Em média, um iPod tem sido vendido a cada 1,7 segundo nestes seus cinco anos e meio de existência.

Evangelistas que dirigem instalações Mac em pequenas e médias empresas dizem que suas experiências – não diferentes das vividas nas grandes empresas, como você poderia pensar – ainda demonstram os mais variados resultados para quem utiliza Apple no cenário corporativo.

Mudança por atacado
Shani Magosky, COO com responsabilidade por TI na Jaffe Associates, empresa de marketing e relações públicas com 25 funcionários, não precisou do iPhone para “abraçar” a Apple.

Magosky começou a observar Macs para sua empresa tradicionalmente baseada em PC e Windows no segundo semestre de 2006. Ela não estava necessariamente atraída por Bono cantando em um anúncio do iPod. Estava farta de ver PCs quebrando o tempo todo. E havia o choque de descobrir o quanto lhe custaria migrar para o software de colaboração SharePoint da Microsoft (e a tecnologia de servidor associada).

Especificamente, Magosky rodava uma versão antiga do servidor de terminal da Microsoft, que permitia aos seus funcionários (todos trabalhando remotamente, já que a Jaffe não tem um escritório central) conectar à rede e compartilhar arquivos. “Era desnecessariamente lenta e não confiável”, revela. “Acabamos gastando uma fortuna para diagnosticar problemas de TI.”

Com um servidor de terminal obsoleto, Magosky foi aconselhada a atualizar para o SharePoint. Computando a compra e a instalação do servidor, a aquisição das licenças de software e todo o suporte relacionado, Magosky gastaria US$100 mil.

(Computerworld Online)

 

 
Telefónica confirma metas de 2008-2010.
 


Em comunicado ao regulador do mercado acionário, a Telefónica, que no Brasil detém a Telesp e divide o controle da Vivo com a Portugal Telecom, informou que está dentro da meta de obter lucro líquido por ação em 2010 de € 2,304 e fluxo de caixa por ação de € 2,87.

O cenário otimista da Telefónica foi divulgado em meio à crise global de crédito, em que companhias ao redor do mundo estão enfrentando dificuldades para refinanciar dívidas.
"A companhia tem flexibilidade em seu calendário de vencimentos, o tempo médio é de seis anos", informou a Telefónica.
"Os vencimentos de dívidas são de aproximadamente € 3,8 bilhões em 2009 e € 5,6 bilhões em 2010."

A empresa tinha um total de € 9,5 bilhões (US$ 13,04 bilhões) em linhas de crédito no final de junho, dos quais € 6 bilhões com vencimento em mais de um ano. A companhia afirmou que continua emitindo commercial paper.

A Telefónica informou ainda que aumentou seu programa de recompra de ações em 50% este ano e que vai começar a recompra imediatamente.

Na semana passada, a operadora inaugurou uma nova sede a meia hora do centro de Madri. Confirmou, na ocasião, que a América Latina segue sendo sua prioridade de investimento e esperança de crescimento.

(Reuters)


 

 
Alta qualidade de banda larga pode acelerar economias.
 

Os resultados de um novo estudo de qualidade de conexões de banda larga, envolvendo consumidores de 42 países, foram divulgados hoje para destacar a capacidade atual de cada país em utilizar a próxima geração de serviços e aplicativos Web. O estudo, com foco em países da Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), além de Brasil, Rússia, Índia e China (BRIC), foi conduzido por uma equipe de pesquisadores da Said Business School da Universidade de Oxford e do Departamento de Economia Aplicada da Universidade de Oviedo, com patrocínio da Cisco.

Dispondo de aproximadamente oito milhões de registros de testes reais de velocidade de banda larga, conduzidos por usuários do mundo inteiro via www.speedtest.net, durante o mês de maio, a equipe de pesquisa calculou médias estatísticas para cada país a partir de três parâmetros de desempenho utilizados para determinar a qualidade de uma conexão de banda larga – velocidades de download e de upload, e latência (medida de demora na transmissão de dados). A pontuação de cada país foi determinada por meio de uma fórmula que pondera cada parâmetro de acordo com os requisitos de qualidade de um conjunto de aplicativos populares hoje e no futuro. Aplicativos típicos de hoje incluem navegação web, networking social, downloads de música, streaming básico de vídeo e chat por vídeo, IPTV com definição básica e escritórios domésticos corporativos. Aplicativos futuros incluem telepresença envolvendo consumidores, cuidados com a saúde, educação, compartilhamento e streaming de arquivos de vídeo de alta qualidade, IPTV de alta definição, transmissões ao vivo com qualidade de cinema e automação doméstica avançada.

Desempenho dos países
O Japão – país que havia se comprometido a investir em banda larga como uma fonte de vantagem competitiva – obteve, com ampla margem, a melhor pontuação de Qualidade de Banda Larga entre os 42 países estudados (veja gráfico). O Japão é o único que se mostrou preparado para oferecer a qualidade necessária para os aplicativos Web de próxima geração nos próximos 3 a 5 anos.

Suíça e Holanda tiveram o melhor desempenho de conexões de banda larga na Europa, resultado dos investimentos crescentes em expansões de rede a cabo e de fibra, combinados com uma diversidade competitiva e com o apoio de uma sólida visão e política governamental. Mais da metade dos 42 países estudados apresentaram conexões de banda larga com o nível necessário de desempenho para oferecer uma experiência consistente de qualidade para os aplicativos Web mais comuns existentes atualmente. No entanto, alguns dos principais países, tais como Reino Unido, Espanha e Itália, ficaram em média abaixo desse limite.

O Brasil obteve uma pontuação baixa de qualidade de banda larga – 13 pontos. A velocidade média de download foi de 1052 kbps; a de upload, 344kbps. Quanto à latência – tempo que uma unidade de informação leva pra transitar de um ponto a outro da rede –, o estudo registrou uma média de 170 ms (micro-segundos) no Brasil. Segundo o índice, o mercado de banda larga nacional revela uma competição com alto nível de fragmentação, isto é, muitos players fornecem o serviço. Além disso, a diversidade tecnológica da banda larga está em um nível médio, com grande concentração no ADSL (72%) e cabo (22%). O fato de ter pouco legado histórico pode ser uma vantagem para o Brasil efetuar grandes saltos e ultrapassar outros países. Os níveis de uso no Brasil são os maiores entre os países emergentes (comparáveis aos níveis do Reino Unido). À medida que a penetração de mercado aumentar, uma concorrência maior aprimorará a qualidade.

O México está na menor faixa do Índice de Qualidade de Banda Larga, mas é interessante notar que os provedores de internet mexicanos oferecem velocidades que chegam perto do que anunciam.

Na Rússia, a alta pontuação da qualidade de banda larga pode ser atribuída à disponibilidade de tecnologia de fibra e altos níveis de concorrência. Embora a qualidade seja alta, a Rússia tem baixa penetração de banda larga quando comparada a outros países da OCDE, mas por outro lado está bem preparada para aplicações futuras, devido à alta velocidade de seus uploads.


 

Furukawa destaca soluções para Redes FTTx.
 

Fornecedora de soluções de cabeamento estruturado e redes ópticas, a Furukawa preparou uma apresentação especial para sua participação na edição 2008 do Futurecom, evento que reúne executivos do setor de Telecomunicações de toda a América Latina. Neste ano, o estande do fabricante terá um caráter inovador, com atendimento personalizado às empresas, de forma a conhecer as necessidades específicas e desenvolver soluções customizadas para cada projeto. O objetivo é destacar os equipamentos, componentes e acessórios da marca Furukawa para aplicações em redes FTTx (Fiber to the Home, Building, Premises, Curb and Node), redes estas que começam a ganhar força no Brasil e em outros países latino-americanos por oferecer alto desempenho e segurança na oferta de serviços de banda larga em altíssima velocidade: comunicação e entretenimento sobre um mesmo canal óptico.

“A proposta da Furukawa nesta edição do evento é interagir ativamente com os visitantes. O estande terá uma área especial de atendimento, com paredes que formam painéis ilustrativos onde podemos riscar e ilustrar a aplicação das tecnologias caso-a-caso, de forma totalmente personalizada. A idéia é entender as necessidades específicas de cada projeto e orientar para as soluções Furukawa que melhor se adequam a cada cliente”, explica Nelson Saito, gerente de Desenvolvimento de Novos Negócios da Furukawa. De acordo com o especialista, o fabricante quer difundir cada vez mais todos os benefícios de aplicação das suas soluções em projetos de redes ópticas. “É importante demonstrar todo o potencial a ser explorado na aplicação das soluções Furukawa para redes FTTx. Queremos que as comunicações na América Latina dêem um salto à frente, de forma que os usuários comerciais ou residenciais possam receber os atuais serviços a velocidades iniciais de 20 Mbps e podendo chegar até 100 Mbps“, observa o gerente.

MERCADO - Com o advento de sinais de vídeo de alta definição – Full HD-TV (1080p) as redes de comunicação necessitarão de, pelo menos, 20Mbps para transmitir somente um canal HDTV. Neste caso, poucas tecnologias suportarão a aplicação em larga escala dos serviços de vídeo de alta definiçao, seja em IPTV ou Web TV. “Com certeza, a rede a prova de futuro que irá transmitir com qualidade estes novos serviços são as redes de transmissão multimídia baseada em Fibras Ópticas. É inegável que nos próximos 5 a 10 anos as redes de 1 Gbps serão comuns nas residências. As redes de Fibras Ópticas construidas agora continuarão suportando estas novas bandas nos próximos 20 anos, sem necessidades de investimentos adicionais na rede externa”, garante Saito.

A Furukawa atua de maneira pioneira no desenvolvimento de soluções para arquiteturas de redes de transmissão de alto desempenho baseadas em tecnologia óptica. O fabricante é o único com um laboratório de testes específico de FTTH no mercado brasileiro com aplicação das tecnologias em diversos ambientes, atendendo as solicitações de infra-estrutura para a construção de novas malhas ópticas em toda a região latino-americana.

As tecnologias para redes ópticas da marca Furukawa estão presentes em diferentes segmentos: operadoras de telecomunicações, construção civil e ISP (Internet Service Provider). Para o setor de telecomunicações, a Furukawa oferta componentes que integram projetos próprios de infra-estrutura. Já para o setor da construção civil e para provedores de internet, a empresa disponibiliza sua solução completa, com componentes, acessórios e equipamentos.

“As empresas de Telecomunicações são as maiores interessadas nesta tecnologia, pois elas podem competir no negócio de vídeo, oferecendo pacotes completos de Telefonia, Banda Larga, Telefonia Móvel e IPTV dependendo da regulamentação. Já na construção civil, o interesse está para a implantação de redes FTTH (Fiber To The Home) nos condomínios residenciais. Há um crescente interesse pelas construtoras e incorporadoras em agregar cada vez mais valor na construção e satisfazer os clientes”, finaliza Saito.


 


 

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