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 Enlace News Brasil Edición 2008 - Nº 55
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Brasil supera os 10 milhões em banda larga.

O número de conexões de internet banda larga no Brasil superou os 10 milhões na metade deste ano, um crescimento de 48% em relação a doze meses antes, quando era de 6,78 milhões. Os números fazem parte da 10 edição do estudo Barômetro da Banda Larga, divulgado pela Cisco Systems, que esperava para este ano que o Brasil ultrapassaria a meta de 10 milhões de acessos e agora prevê para 2010 que ele irá atingir os 15 milhões. Faltam apenas 4,96 milhões de conexões para o número ser alcançado.

 

Operadoras telefônicas temem por novo bug.

Reunidas com o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ronaldo Sardenberg, as telefônicas fixas e móveis manifestaram temor de novo bug (pane) na "virada" da portabilidade, em 1º de setembro, afetando 40 milhões de assinantes fixos e 133 milhões móveis.

 


Celular rouba a atenção no mercado de música digital.

O advento da música digital deslocou a atenção do consumidor da prateleira das lojas, onde ficam CDs e DVDs, para o computador. Agora, porém, as empresas do setor perceberam que há outra fronteira a explorar e estão se movendo rapidamente para essa mídia: o telefone celular.

 

Mundo terá 499 milhões de conexões de banda larga em 2012, prevê Gartner.

Consultoria estima que consumo global de acesso à web em alta velocidade atinja penetração de 25% nos próximos anos.

 


Oi tem queda de 48,8% no lucro no segundo trimestre de 2008.

Resultado foi impactado por gastos extraordinários de 330 milhões de reais referentes ao término dos litígios envolvendo a Brasil Telecom.

 

Reorganização na TIM busca recuperação.

O conselho da TIM aprovou o início de uma reorganização para promover um alinhamento mais forte com a matriz Telecom Italia e redirecionar a companhia para novos segmentos, como a terceira geração (3G).

 


LG ultrapassa Samsung no mercado norte-americano de celulares.

Mesmo enfrentando problemas, Motorola continua na liderança. Apesar de vender o iPhone com exclusividade, At&T adiciona menos clientes do que a Verizon Wireless.

 

Telefonia móvel terá 5,2 bi de usuários em 2011.

Segundo a Infonetics, uso da banda larga móvel crescerá a uma taxa composta de 104% até lá.

 


BlackBerry 3G desembarca no Brasil.

A Research In Motion (RIM), companhia canadense que fabrica o telefone inteligente BlackBerry, lançou o primeiro de seus aparelhos com tecnologia de terceira geração (3G) no Brasil. O BlackBerry Bold será distribuído pelas operadoras Claro, Oi, TIM e Vivo ainda este mês, segundo a fabricante. O preço varia entre R$ 699 e R$ 1.349, dependendo da operadora e do pacote de serviços.

 

Nokia adquire Trolltech.

A Nokia comunica ter finalizado a aquisição da Trolltech, provedora de software, com as mais avançadas plataformas e estruturas de trabalho de desenvolvimento de software. A oferta pública voluntária de aquisição das ações da Trolltech foi aprovada, incondicionalmente, no último dia 5 pela Comissão Européia, conforme comunicado da empresa.

 

 




 

 

 

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Brasil supera os 10 milhões em banda larga.
 


Contabilizando apenas as diferentes formas de acessos fixos (IP dedicado, ADSL, cabo modem, wireless fixo, satélite, entre outras), houve crescimento de 33,24% do fim do primeiro semestre do último ano, quando somavam 6,55 milhões, para a metade deste, com 8,72 milhões.

Houve expansão muito mais forte na base de usuários de banda larga móvel, que alcançou no último mês de junho o total de 1,314 milhão de assinantes, o que significa crescimento de 464%, em relação à base de 233 mil de um ano antes. O número contabiliza apenas os pacotes de acesso vendidos para computadores pessoais (PCs), não os acessos de internet móvel por meio de telefones de terceira geração (3G).

O estudo revelou também que a penetração das conexões banda larga no País é de 4,6% na população e de 13% nas residências. Estão no Estado de São Paulo 38,7% dos acessos. A Coréia do Sul, líder em porcentagem de acessos, possui penetração superior a 26% na população e de 65% na residências.

(Gazeta Mercantil)


 


Operadoras telefônicas temem por novo bug.

Nessa data, um esforço que consumiu quase R$ 1 bilhão de empresas como Telefônica, Vivo, Claro, Oi, TIM, Embratel e 16 meses de cronograma de implementação fixado pela Anatel permitirá aos assinantes obter o benefício de mudar de operadora, carregando consigo o número do telefone fixo ou móvel que possuem às vezes por mais de uma década. A portabilidade torna o código telefônico exclusivo de quem a solicita.

"Os testes (para avaliar a implementação da portabilidade, iniciados em 15 de julho) mostram dificuldades muito maiores que se imaginou", disse o presidente da Brasil Telecom, Ricardo Knoelpfelmacher, à saída do encontro, justificando a tentativa de estender o prazo. O Coordenador do Grupo de Implementação da Portabilidade, Luís Vale Moura, discorda.

"Foram detectados pequenos problemas", que não justificam o adiamento. "Risco de caladão não há", e os "prazos dos testes (a se encerrarem em 30 de agosto) são suficientes". Moura é assessor técnico da Anatel e se mostrou cético com as razões das empresas.

Já o presidente Ronaldo Sardenberg acha que a repentina dificuldade das prestadoras pode ter a ver com o caráter pró-competição da medida. Sua posição é contrária ao adiamento, por levar à opinião pública a idéia de ser apenas uma manobra protelatória para, mais uma vez, trazer prejuízos ao cidadão e à imagem da própria Anatel. "O primeiro prejuízo é para o conforto do cidadão; o segundo é para a credibilidade da Agência, pois disseminou na população a crença de que é possível haver competição - e quando ela diz alguma coisa tem de ser prá valer", acentuou.

Ele lembrou que a portabilidade vai aumentar a disputa pelo assinante, melhorar o tratamento pelas empresas, com reflexos positivos no valor da tarifa, que pode sofrer redução a fim de reter o insatisfeito titular de um número telefônico. "Hoje, (o adiamento) está descartado, mas vou levar o problema ao conselho, para que a decisão seja colegiada", informou Sardenberg. Como medida de urgência, determinou que os superintendentes Gilberto Alves (de serviços público, como telefonia fixa) e Jarbas Valente (serviços privados, como telefonia móvel celular) assumam pessoalmente o acompanhamento diuturno dos testes nas próximas três semanas, período que definiu como "fatal" para o processo vingar, sem adiamentos.

Embora sem as mesmas dimensões, o episódio da implementação da portabilidade numérica reedita velhos temores. Na virada de 2000 para 2001, o alardea-do ''bug do milênio'' não afetou a rede mundial de computadores - temia-se pane geral, em escala global. Mas em 3 de julho de 1999, uma outra virada, que introduziu o código de seleção da prestadora (CSP) para permitir alternativa de escolha no completamento de ligações interurbanas, provocou um caos na telefonia fixa, silenciou as redes de longa distância e gerou o termo ‘caladão’, para a ausência de comunicação.

(Gazeta Mercantil)
 


 
Celular rouba a atenção no mercado de música digital.

Enquanto as vendas de CDs e DVDs caíram 31% em 2007, para R$ 312,5 milhões, o negócio de música digital saltou 185% no período, somando R$ 24,3 milhões. Desse total, 76% das compras foram feitas pelo celular. O computador ficou com os 24% restantes.

De olho nesse mercado, a Universal Music, uma das maiores gravadoras do mundo, planeja abrir em setembro a versão brasileira da Universal Music Celular, uma loja virtual dedicada ao conteúdo para aparelhos móveis. O projeto já existe em países como México, Argentina e Venezuela.

O objetivo da Universal é ter mais controle de seu próprio conteúdo no celular, um segmento de mercado que atualmente fica nas mãos das operadoras de telefonia móvel. Foram as companhias telefônicas que perceberam, primeiro, o potencial do segmento.

O movimento na direção do celular é puxado por dois fatores. O primeiro é o esforço dos fabricantes de aparelhos para transformar o telefone em um tocador de MP3 - uma tendência cada vez mais forte, principalmente entre os consumidores de menor poder aquisitivo. O segundo ponto é que a pirataria no celular é quase nula, um cenário bem diferente do vale-tudo do computador.

Com a loja própria, a Universal fortalece sua marca diante do consumidor. "Queremos falar com o público. Estamos fechando acordos [na área de tecnologia] com as operadoras", conta Marcia Elena, gerente da área digital da Universal. "Nossa idéia é fazer um portal de entretenimento, onde o usuário encontrará música, vídeos, papel de parede e promoções."

Segundo Marcia, a vantagem em conversar diretamente com o usuário é enorme. A gravadora terá em mãos informações para descobrir o gosto musical de uma determinada região do país e até identificar um novo hit.

Outra investida no celular é a participação da gravadora Som Livre no projeto Globo Celular, das Organizações Globo. Já no ar, a iniciativa da Som Livre interliga o computador e o telefone. O consumidor pode iniciar a compra de uma faixa musical pela internet, a partir do PC, e recebê-la por um torpedo em seu telefone, explica Luciana Paiva, gerente de marketing da Som Livre.

As lojas virtuais de música também têm testado modelos de negócios no celular. O Sonora, do portal Terra, pretende lançar ainda este mês um pacote de serviços pelo qual o consumidor poderá fazer o download da música pelo computador e transferir a faixa para o celular ou o tocador de MP3.

O serviço será oferecido no formato de assinatura mensal, um modelo já adotado pelo portal e que atualmente reúne 100 mil assinantes. "Obtivemos sucesso com esse tipo de serviço, lançado em 2006", diz Lúcio Schneider, diretor de assinatura do Terra.

A diferença do novo serviço é que, até agora, os usuários podiam ouvir as músicas de sua preferência sempre que quisessem, mas só no PC e desde que estivessem conectados à web. Não havia a possibilidade de transferir o arquivo para outros aparelhos. "Agora, o assinante poderá transferir o download para o tocador de MP3 e alguns aparelhos de celular", diz Schneider. Para proteger os direitos autorais, quando a assinatura expira, os downloads desaparecem dos aparelhos.

(Valor Online)


 


Mundo terá 499 milhões de conexões de banda larga em 2012, prevê Gartner.

O número de conexões de banda larga em todo o mundo chegará a 499 milhões em 2012, de acordo com análise do Gartner. A consultoria indica que em 2007 havia 323 milhões de acessos mundiais à web em alta velocidade (veja um balanço das conexões móveis).

O consumo global de conexões de banda larga teve penetração de 18% nas residências no ano passado e chegará a 25% em 2012, segundo a análise.

De acordo com a consultoria, cinco nações - Canadá, Holanda, Suíça, Coréia do Sul e Hong Kong - registraram 60% de expansão de acesso à internet em alta velocidade nas residências em 2007. Em 2012, espera-se que 17 países atinjam esse avanço. Alguns mercados podem verificar crescimento de 80%, dependendo de condições específicas.

(IDG Now! Online)


 


 
Reorganização na TIM busca recuperação.

No processo, o atual presidente, Mario Cesar Pereira Araujo, acumulará três cargos, dois deles interinamente. "Só não sou interino na presidência", brincou em teleconferência com jornalistas ontem. O cargo de diretor-geral passa a ser acumulado por Araujo, mas em breve vai deixar de existir. Era de Francesco Saverio Locati, de volta à Itália.

Os objetivos das mudanças são, segundo Araujo, manter elevado nível de controle, reduzir a profundidade da estrutura e dar foco nos novos segmentos, especialmente na área técnica e operacional.

Para substituir o diretor financeiro Gianandrea Castelli Rivolta, o conselho elegeu Claudio Zezza, que aguarda autorização para assumir. Outra mudança foi a escolha de Beniamino Bimonte para a direção de recursos humanos. Como o executivo italiano também depende dos trâmites de imigração, o posto será ocupado interinamente pela diretora jurídica, Lara Ribeiro Piau Marques.

Bimonte foi responsável pelo desenvolvimento gerencial em recursos humanos na Telecom Italia, enquanto Zezza foi responsável pelo planejamento e controle para atividades de telefonia fixa das subsidiárias da empresa italiana.

Araujo afirmou aos jornalistas ser "natural em uma multinacional fazer trocas periódicas dos executivos, com perfis adequados a cada foco que ela deseja dar no período". Ele ressaltou, no entanto, que "os acionistas têm depositado confiança no quadro" e que "não há mais previsões de mudanças".

Concorrência ampliada

Segunda maior operadora celular em número de clientes, a TIM disse estar preparada para o aumento da concorrência em São Paulo, Estado que ganha duas novas operadoras neste segundo semestre: a Oi e a "ae iou", antiga Unicel.
Segundo Araujo, a companhia "está preparada para a ameaça da ''ae iou'' há mais de seis meses".

Segundo afirmou, a TIM foi a terceira operadora a entrar no mercado paulista e conquistou uma participação que hoje é de "mais de 25% no Estado", ressaltou. "Nossos clientes não vão sair da nossa base para ir para a Oi ou para a ae iou", acredita.

Em relação à Oi, Araujo opinou que ela "terá de mudar de estratégia, já que será a primeira vez que vai trabalhar sem a telefonia fixa", situação diferente da experimentada nos demais 16 estados em que atua e que pode gerar impacto relevante.

De qualquer forma, o executivo defende que, com o aumento da concorrência, "o cliente sempre sai ganhando". Ele previu que a TIM vai melhorar o nível dos serviços, vai oferecer telefonia fixa em conjunto com celular, banda larga e TV paga (Sky) e ganhar todos os clientes que a "ae iou" pensa que vai ganhar.

Em junho, por exemplo, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a TIM detinha 25,4% dos clientes de celular do País, mas a Claro, terceira colocada, tinha menos de um ponto percentual de diferença: 24,87%.

Prejuízo no balanço

Com prejuízo líquido de R$ 34,1 milhões no trimestre, depois de já ter perdido R$ 73,9 milhões no primeiro trimestre do ano, a TIM obteve Ebitda (resultado operacional antes de juros, amortização, impostos, depreciação e despesas financeiras) de R$ 635,7 milhões, 18,9% superior ao do 1º trimestre, e que ampliou a margem Ebtida em 2 pp, para 20%.

A receita líquida ficou em R$ 3,19 bilhões, 6,5% maior que a do 1º trimestre, com a parcela de serviços em R$ 2,97 bilhões.

(Reuters)


 
LG ultrapassa Samsung no mercado norte-americano de celulares.

A LG ultrapassou a Samsung no mercado de aparelhos celulares dos Estados Unidos. Segundo informou o jornal Financial Times, um estudo da empresa de pesquisas Strategy Analytics mostra que a empresa coreana chegou a 21% de participação, contra 18,6% de sua concorrente.

Mesmo enfrentando dificuldades, a Motorola se mantém como a preferida em seu país natal, sendo responsável por 25,8% dos telefones. Líder global do mercado, a Nokia aparece apenas na quinta posição, com 9,5% dos aparelhos, atrás da fabricante do Blackberry, a Research in Motion (RIM), que possui 10,6% de participação.

No geral, o mercado de celulares dos Estados Unidos cresceu 5,3% no último trimestre, atingindo a marca de 41,9 milhões de aparelhos entregues. O desempenho americano ficou bem abaixo do crescimento mundial, que foi de 15%, segundo a Strategy Analytics.

Para a LG, o crescimento se deu, principalmente, por conta de aparelhos touchscreen lançados pela empresa, como o Vu e o Voyager, que competem com o iPhone, da Apple.

Os aparelhos são vendidos pela Verizon Wireless, que vem adicionando novos clientes mais rápido do que a At&T, detentora dos direitos exclusivos de comercialização do iPhone.

(Computerworld Online)
 


 
BlackBerry 3G desembarca no Brasil.

A empresa tem intensificado sua atuação no Brasil, para aproveitar a expansão da economia do país. A companhia, que iniciou contratações para o escritório brasileiro no ano passado, conta atualmente com 16 funcionários, afirmou o gerente de relacionamento com operadoras da RIM, Moacyr Queirolo. "O crescimento no número de funcionários será constante e em todas as áreas de atuação, desde vendas e marketing até o operacional", afirmou o executivo. "O ritmo de expansão, porém, vai depender da demanda do mercado por nossos produtos", acrescentou.

As informações sobre preços foram dadas pelas operadoras. Queirolo não quis falar sobre o preço de referência na apresentação dos aparelhos. Ele disse que a RIM não vende diretamente seus telefones, mas apenas por meio de parcerias com operadoras. "Elas é que vão estabelecer quais os preços que irão praticar", afirmou. O aparelho lançado ontem tem GPS integrado e memória de armazenagem de 1 gigabyte, que pode ser expandida com o uso de cartões de memória.

De acordo com Queirolo, embora não tenha planos imediatos, a RIM avalia permanentemente o cenário econômico para decidir sobre eventuais investimentos em produção local. Segundo o executivo, se fizer sentido financeiro, a empresa pode considerar a fabricação local de seus aparelhos.

Embora não revele qual a base instalada dos aparelhos BlackBerry no Brasil, ou mesmo qual a expectativa de vendas dos aparelhos no país, Queirolo disse que a demanda está bastante aquecida. Segundo ele, a crescente procura por aparelhos que aumentem a mobilidade e a produtividade dos trabalhadores tem alimentado as vendas.

Para Queirolo, o aguardado lançamento local do iPhone, da Apple, não irá interferir com os negócios da RIM no país. Segundo o executivo, a competição é um ponto positivo. "Não somos intocáveis. Toda vez que um novo competidor entra no mercado, somos levados a buscar mais inovação e nos diferenciar", afirmou.

(Valor Online)

 


 
Nokia adquire Trolltech.

A equipe da Trolltech terá um importante papel na implantação da estratégia de software da Nokia. Isto possibilitará à finlandesa acelerar a sua estratégia de software de plataforma cruzada para aparelhos móveis e aplicativos de desktop e para desenvolver os negócios de serviços pela internet.
Desde ontem, a Bolsa de Valores de Oslo decidiu retirar a Trolltech ASA de sua lista.

A Nokia é líder mundial em mobilidade e persegue o plano de contribuir para a transformação e o crescimento das indústrias convergentes de comunicação e Internet por meio dos dispositivos móveis com serviços e softwares que proporcionam experiências de música, navegação, vídeo, televisão, imagem, jogos e mobilidade Serviços de internet também compõem seu foco.

(Gazeta Mercantil)



 


Telefonia móvel terá 5,2 bi de usuários em 2011.
 


O número de assinantes da telefonia móvel deve chegar a 5.2 bilhões em 2011, segundo estimativa da Infonetics Research.

De acordo a empresa, em 2007, haviam três assinantes da telefonia móvel para cada assinante fixo (3,3 bilhões contra 1,1 bilhão, respectivamente). O número de usuários dos serviços fixos caiu 5% entre 2006 e 2007, enquanto o de celulares aumentou 31%. A expectativa é que o mercado continue crescendo principalmente por conta dos países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), que estão implantando suas redes de terceira geração (3G).

A banda larga pelo celular deve crescer a uma taxa composta de 104% entre 2007 e 2011. Até lá, haverá um usuário com acesso à internet rápida com mobilidade para cada quatro com o serviço na rede fixa. A região do Caribe e América Latina (CALA) é a única que deve apresentar expansão no número de acessos fixos.

(IT Web Online)


 

 
Oi tem queda de 48,8% no lucro no segundo trimestre de 2008.
 


A Oi anunciou que obteve receita líquida de 4,67 bilhões de reais no segundo trimestre de 2008, aumento de 4,2% em comparação ao mesmo trimestre do ano passado. O lucro líquida da companhia ficou em 249 milhões de reais, queda de 49%.

Segundo a empresa, a redução no lucro líquido foi conseqüência de gastos referentes aos términos dos litígios judiciais envolvendo a Brasil Brasil Telecom, no valor de 330 milhões de reais.

O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) caiu 20,5%, com margem de 28%, menor em 8,7 pontos percentuais ante ao segundo trimestre de 2007.

Por conta, principalmente, da compra de ações da BrT e ao pagamento da primeira parcela das licenças de 3G, a dívida líquida da operadora subiu 128%, para 5,7 bilhões.

A base de linhas em serviço de telefonia fixa apresentou redução de 1,1% no trimestre, fechando o período em 14,037 milhões. A base de usuários de telefonia móvel atingiu 20,299 milhões, um aumento de 17,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Os clientes de banda larga cresceram 6,6%, para 1,804 milhão.

O faturamento da telefonia fixa se manteve praticamente estável (crescimento de 0,6%) em 5,17 bilhões de reais. Os serviços móveis tiveram um aumento de 20,5% em receita, fechando o trimestre com 1,52 bilhão de faturamento.

(Computerworld Online)


 


 

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