PromonLogicalis oferece ao
mercado solução de videoconferência da Tandberg. |
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Com o objetivo de entregar uma oferta completa de Comunicações
Unificadas (voz, dados e vídeo), a PromonLogicalis, maior
integradora independente de soluções de Tecnologia da Informação e
Comunicação (TIC) da América Latina, anuncio durante a 10ª edição do
Futurecom, a parceria com a Tandberg, líder mundial em soluções de
telepresença e videoconferência de alta definição.
“Hoje em dia, as empresas necessitam manter uma rede de
relacionamentos que se estende por diferentes pontos do país e do
mundo. Isso gera uma grande demanda por soluções, como as de
videoconferência, que agilizam os processos para tomadas de decisões
e reduzam custos desnecessários oriundos de deslocamento”, afirma
Alex Paulino, líder da oferta de Multimídia da PromonLogicalis.
O executivo explica que comunicações unificadas são mais que simples
tecnologias: elas representam uma mudança cultural nos parâmetros
tradicionais que definem relacionamentos produtivos dentro do
ambiente corporativo. “Integrar e-mail, telefonia, áudio e
videoconferência, mensagens instantâneas e outros aplicativos se
torna algo necessário. A PromonLogicalis tem desenvolvido
importantes projetos em nichos distintos, o que comprova a
relevância da implementação dessa solução”, continua Paulino.
De acordo com um recente relatório do Gartner, nos próximos dois
anos, o mercado de videoconferência terá um crescimento de 30%.
Outra pesquisa, realizada pela consultoria Wainhouse Research,
constatou que, mundialmente, este segmento movimentou, em 2007, US$
1,14 bilhão – um aumento de 39% em relação a 2006. Já na América
Latina, a receita teve um incremento de 106%, enquanto a demanda
pelas soluções alavancou 98% no mesmo período.
As soluções de comunicações unificadas incluem convergência entre
software, hardware e redes, criando novas possibilidades na
integração de equipes. Hoje, companhias de grande e médio porte
buscam soluções que facilitem o dia-a-dia, reduzindo custos.
“Estamos investindo fortemente em uma oferta completa de
comunicações unificadas. Por isso, ter em nosso portfólio o sistema
de videconferência de uma empresa líder de mercado como a Tandberg é
estratégico”, enfatiza Paulino.
Por utilizar uma plataforma IP, o sistema de vídeo da Tandberg tem
maior velocidade na transmissão de dados, o que garante uma melhor
definição na imagem. “A solução normalmente é instalada em uma sala
destinada à videoconferência, que permite interação com outros
ambientes da mesma ou de diferentes empresas”, complementa o
executivo.
Além de vantagens como economia de tempo e de recursos, a solução de
videoconferência da Tandberg permite compartilhamento, visualização
e alteração em documentos e em apresentações, bem como transferência
de arquivos. “Cada vez mais, as pessoas estão dando preferência à
comunicação por meio de videoconferências, seja pela forte tendência
de unified communications ou por meio do apelo ecológico que a
utilização da tecnologia confere. Ter a PromonLogicalis como uma
importante parceira amplia as oportunidades da nossa empresa por
toda a América Latina”, afirma Celso Nunes, Country Manager da
Tandberg.
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TIM marco presença no Futurecom
com novos serviços, soluções e aparelhos. |
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Voltado ao
segmento de pequenas e médias empresas, a solução permite integrar
acessos fixos e móveis e dispensa instalação, criando uma rede de
ramais com tarifa zero para as chamadas originadas do número fixo e
destinadas às linhas da mesma empresa. Com o TIM Fixo Office é
possível contar com as funcionalidades de um PABX sem os custos
geralmente atrelados a esse tipo de serviço, como manutenção e
instalação.
A empresa também apresenta soluções de três parceiros certificados
como TIM Application Partners para o mercado corporativo. A Abacomm
mostra o M-learning, plataforma de distribuição de conteúdo em redes
móveis voltada para complementação de treinamentos, divulgação de
campanhas de endomarketing e comunicação intra-empresa. A Trevisan
demonstra o J-Promoter, solução de gestão de promoção de
pontos-de-venda já adotada por 300 promotores de venda da TIM. A
CloudMeeting mostra a plataforma de vídeoconferência em tempo real,
que oferece recursos integrados de vídeo e áudio, compartilhamento
de aplicativos, mensagem instantânea e aviso de disponibilidade dos
contatos diretamente do desktop e do notebook, com segurança,
mobilidade e acesso global.
No estande de 150 m2 localizado na ala A27, foram instalados dois
ambientes: a casa e o escritório, nos quais serão demonstrados
produtos e serviços e os destaques do portifólio de aparelhos para
cada segmento. Entre as novidades está o roteador 3G sem fio D100,
da Huawei, que provê acesso banda larga compartilhada sem fio entre
vários computadores por meio de conexão Wi-Fi. Basta conectar ao
roteador qualquer minimodem TIM Web Banda Larga para que o ambiente
tenha conexão sem fio compartilhada à Internet. Além disso, a TIM
traz, em parceria com a ZTE, o conceito celular-câmera. O MF68
utiliza um TIMChip e possibilita o monitoramento remoto de casas e
escritórios através de vídeo chamadas realizadas por qualquer
celular 3G. É possível também programar a câmera MF68 para enviar
fotos e vídeos curtos aos celulares cadastrados do ambiente que está
sendo monitorado.
Durante o Futurecom, a TIM demonstro em seu estande o TIM PDV, um
aparelho celular com funções para a venda de recarga aos
consumidores de planos Pré-Pagos da operadora. Com este sistema, o
ponto-de-venda tem à disposição dos clientes todos os valores de
recarga já oferecidos pela TIM, como R$ 10, R$ 15, R$ 25, R$, 35, R$
50 e R$ 100, incluindo as recargas exclusivas do Plano 1, de R$ 1,
R$ 3 e R$ 5.
Novos Aparelhos
A TIM, pioneira em trazer o BlackBerry ao mercado brasileiro exibe
dois novos aparelhos: o BlackBerry® Bold™, primeiro aparelho 3G da
RIM, e em primeira mão anuncia a chegada do BlackBerry® Pearl™ 8220,
primeiro modelo no formato flip da fabricante canadense com design
compacto, elegante e atraente, mantendo as mesmas funcionalidades
características dos produtos da RIM. Já o BlackBerry Bold chega às
lojas após receber a certificação de qualidade da TIM,
proporcionando uma melhor performance do produto na rede 3G. O
modelo estará à venda por R$ 899 a partir do plano TIM Brasil 400 no
serviço ilimitado.
Na TIM, novos aparelhos voltados para diversão ganham destaque como
o Sony Ericsson F305 - um aparelho posicionado no segmento de jogos
com inédito conceito de Motion Games. Exclusivamente na TIM, o
produto virá com cartão de memória com 25 jogos demo para
experimentação do cliente com link direto para compra na loja de
jogos TIM Diversão. Outro destaque é o LG KM710, um aparelho voltado
para o segmento de música que será comercializado pela TIM com o
exclusivo conteúdo de fulltracks (músicas inteiras) embarcado com as
atrações do TIM Festival Gogol Bordello e The National. As novidades
dentre os modelos com touch screen (tela sensível ao toque) são
Omnia, da Samsung, e o HTC Touch Diamond, que também serão
apresentados em primeira mão.
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Nokia Siemens Networks finaliza expedição
“Conectando o Brasil” com sucesso. |
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A Nokia Siemens Networks acaba de concluir as atividades da
Expedição Conectando o Brasil. O projeto, realizado em parceria com
a Oi, Nokia, HUGHES e Intelsat, teve como desafio levar o acesso à
telefonia celular e Internet até cidades, vilas e povoados remotos,
ainda sem acesso a essa tecnologia. Tendo como infra-estrutura a
solução Village Connection, desenvolvida pela Nokia Siemens
Networks, redes de celulares foram rapidamente implementadas nas
cidades de Cravolândia e Muniz Ferreira, no interior da Bahia,
proporcionando à população altamente carente de recursos de
telefonia, todas as facilidades da comunicação móvel.
Para prover o acesso, a Nokia Simens Networks utilizou a Village
Connection, solução compacta, facilmente transportada dentro de um
carro e dotada de todos os recursos necessários para a criação de
uma rede de telefonia móvel e acesso à Internet em menos de duas
horas. Para este teste, a rede funcionou unicamente via satélite, em
função do trabalho dos provedores HUGHES e Intelsat. A configuração
utilizada no interior da Bahia utilizou o sistema de satélite de
banda larga da HUGHES, gerenciado pelo seu Centro de Operações de
Rede localizado no Brasil, assim como a capacidade de satélites da
Intelsat, instalada em sua ampla frota de satélites na região do
Oceano Atlântico. Com essa combinação, a população das cidades de
Muniz Ferreira e Cravolândia conseguiu realizar chamadas, enviar
torpedos e acessar a Internet.
A Expedição
A primeira cidade atendida pelo sistema Village Connection foi Muniz
Ferreira, município com 6 mil habitantes. Antes da expedição, o uso
do telefone celular estava limitado somente a alguns pontos da
cidade, obrigando as pessoas a caminharem mais de dois quilômetros
para a realização de uma chamada. Foram distribuídos 15 celulares
para moradores e autoridades com os mais diferentes perfis e, ao
longo de uma semana, as pessoas puderam testar as facilidades
proporcionadas pela comunicação móvel.
Janice Longa, proprietária da única pousada da cidade de Muniz
Ferreira, foi uma das pessoas que recebeu o aparelho para testar: “O
celular faz muita falta aqui. Tenho hóspedes que ao perceberem que
não existe sinal de celular em Muniz Ferreira, preferem ficar em
outras cidades. Nesses dias em que tive o celular ficou tudo muito
mais fácil, consegui achar fornecedores e aceitar pedidos de reserva
mesmo fora da pousada”, contou Janice.
Já o agricultor José Isidorio de Farias acredita ter evitado várias
viagens por conta do celular entregue pela Nokia Siemens. “Eu fico o
tempo todo fora de casa. Além de trabalhar na fazenda, entrego
carnes no comércio da região e preciso ser localizado pelos
clientes, mas como aqui não pega celular, o jeito é falar com eles
só no final do dia. Com o celular pude ser encontrado, atendi novos
pedidos, não precisei viajar à toa. Acho que economizei mais de 400
km de estrada”.
A mesma experiência de Muniz Ferreira foi repetida na cidade de
Cravolândia, distante 125 km, onde também não existe qualquer
serviços de comunicação móvel. Para se comunicar, a cidade de
Cravolândia conta com a criatividade. Há caixas de som por todas as
ruas e o prefeito Paulo César Argolo só anda pela cidade com um
telefone sem fio, dotado de uma antena de mais de um metro, para
poder ser encontrado fora do gabinete da Prefeitura.
“Esses dias com celular mudou muito a nossa vida. O uso aqui iria
além do conforto, poderíamos reduzir os nossos custos. Temos muitos
moradores na zona rural e sempre que precisamos falar com eles,
temos que nos deslocar até lá. Isso é dinheiro gasto. Também seria
importante ter o celular para aumentar a segurança das comunidades.
Temos casos de pessoas que foram picadas por cobra e não conseguiram
ser atendidas em tempo pela falta de comunicação. A internet que
temos hoje é muito precária e uma rede melhor também traria diversas
melhorias para a população”, contou o prefeito.
O acesso à internet também foi possibilitado pelo sistema Village
Connection e, graças à tecnologia, diversos alunos da zona rural de
Cravolândia tiveram, pela primeira vez, contato com a rede mundial
de computadores. “Nossa educação é muito carente, não temos nada de
tecnologia. A internet é uma ferramenta muito importante para o
conhecimento. Nesta breve experiência os alunos e eu nos demos conta
de como podemos ir muito além da sala de aula”, contou o professor
Florisvaldo Ribeiro, que acompanhou os alunos na experiência.
Utilizações avançadas do celular também foram vislumbradas pela
população, como sugeriu Mônica Machado, médica de Cravolândia, ao
imaginar um aplicativo capaz de avisar as pessoas, por meio do SMS,
que é hora de tomar os medicamentos. “Seria um grande auxílio para
diabéticos e hipertensos. As pessoas alegam que esquecem do remédio
e esse lembrete aumentaria a eficácia do tratamento”.
O Funcionamento
Do ponto de vista técnico, a Village Connection funciona como uma
estação de serviços móveis autônoma, em que todas as ligações
internas são processadas localmente, o que reduz substancialmente os
custos totais de operação.
“Além de proporcionar a tecnologia GSM de baixo custo para essas
localidades, seu modelo de negócios tem o potencial de viabilizar a
geração de empregos locais, incluindo aplicações capazes de melhorar
o padrão de vida da população”, diz Mario Baumgarten, diretor de
relações corporativas da Nokia Siemens Networks para a América
Latina.
Na Índia, onde a solução Village Connection está sob testes e
aprimoramento desde 2006, verificou-se ampla aceitação da população
assim como a viabilidade comercial em diversos ambientes de baixa
renda. “O projeto está dando certo em regiões onde os assinantes
gastam apenas U$ 3 mensais para telecomunicações. Acreditamos que
essa viabilidade econômica possa ser replicada em contextos
similares no Brasil”, conclui Baumgarten. Ao longo da expedição, os
moradores mais carentes de Cravolândia e Muniz Ferreira disseram
estar dispostos a gastar até R$ 15 por mês com o uso de telefone.
“A previsão é de que até 2015, 5 bilhões de pessoas estejam
conectadas. E é dentro do propósito e exercício da Responsabilidade
Social Corporativa, que a Nokia Siemens Networks e seus parceiros
nesta expedição, desenvolvem esse tipo de projeto, buscando estender
os benefícios do progresso às populações mais carentes, colaborando
com as Metas do Milênio e outras mais“, finaliza Baumgarten.
A Solução Village Connection
Equipamentos de transmissão terrestre ou via satélite são instalados
junto à rede de telefonia GSM mais próxima à região, assim como
junto à vila ou povoado recebendo a solução Village Connection,
interconectando-a ao resto do país assim como ao resto do mundo.
Cabe à Nokia Siemens Networks a responsabilidade de fornecer todo o
kit de equipamentos para instalação, operação, administração e
manutenção da solução.
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GVT investe em soluções de
próxima geração para manter crescimento no corporativo. |
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A GVT, empresa que se destaca no desenvolvimento de soluções de
telefonia, banda larga e Internet no Brasil, amplia ainda mais sua
atuação como fornecedora de soluções de próxima geração (NGS) para o
mercado corporativo. A empresa anuncia o Vox IP (http://www.voxip.com.br),
primeira ferramenta do mercado baseada em protocolo Internet, que
funciona exatamente como uma solução tradicional de telefonia, e
complementa o leque de ofertas GVT para organizações.
Fruto de um investimento de R$ 10 milhões, o Vox IP integra o
portfólio de soluções NGS da GVT, que já conta com produtos como o
Vox NG, VPN MPLS e banda larga corporativa. A expectativa é atingir
pelo menos 200 usuários do Vox IP até o final de 2009. Na prática, a
nova solução utiliza acesso IP e canais SIP tornando mais eficiente
o uso do PABX IP que passa a funcionar por meio de um circuito
dedicado e convergente de voz e dados. O principal diferencial é que
as ligações não circulam na rede pública Internet, o que garante
ainda mais a sua qualidade e facilidade de uso, além de
rentabilidade e sim apenas dentro de uma rede privada.
O produto promove economia em ligações de longa distância para
telefones fixos em mais de 230 cidades e em chamadas móveis para
1.800 localidades. A empresa também pode dispor de números
telefônicos locais de diversas áreas para receber chamadas. Assim,
oferece ao público de outras cidades onde não tem presença física a
possibilidade de entrar em contato com a sede da empresa fazendo
ligação local e ainda cria o conceito de operação virtual na
localidade, além de reduzir os custos com 0800. A solução também
pode ser compartilhada com o produto Internet Corporativa, que
oferece acesso dedicado com banda 100% garantida. Outra vantagem é
que o Vox IP é oferecido em formato de serviço, ou seja, não exige
que a empresa realize altos investimentos em infra-estrutura.
"Esta novidade, que complementa o nosso portfólio de serviços de
próxima geração, é mais um movimento da GVT rumo à diferenciação no
atendimento ao mercado corporativo, subindo na cadeia de valor com
soluções completas e inovadoras, garantindo ao cliente não apenas
conectividade, mas também serviços", afirma Leonardo Queiroz, vice-presidente
da unidade de Negócios Corporativos da operadora.
A unidade corporativa da GVT demonstrou uma forte tendência de
crescimento no último ano, com uma alta de 44%. Somente na linha de
serviços de próxima geração, que envolve transmissão de dados para
empresas, Internet corporativa e serviços convergentes baseados em
tecnologia IP, o aumento acumulado em receita nos últimos 12 meses é
de 114%. Com isso, a área hoje é responsável por 25% da receita
líquida anual da empresa, com crescimento concentrado,
principalmente, na região Sudeste. Entre janeiro e setembro deste
ano, a GVT registrou receita líquida de R$955 milhões, uma alta de
35% em relação ao mesmo período de 2007.
Serviços de gerência
Além do Vox IP, a operadora lançou recentemente uma nova plataforma
para gerenciamento de voz, dados e Internet para empresas, por meio
de uma ferramenta com informações centralizadas de todos os sistemas
da GVT. O serviço permite ao cliente o monitoramento de todos os
serviços contratados e verificação dos indicadores de desempenho,
reduzindo custos de queda e antecipando as correções. As companhias
ganham, assim, mais controle sobre as operações por meio do acesso a
todos os dados necessários para a tomada de decisões relacionadas à
ampliação de suas redes ou capacidade de link de Internet dedicado,
por exemplo.
O serviço é destinado a médias e grandes companhias de diversos
segmentos, em especial aquelas com redes corporativas dispersas, que
abrangem diversos fornecedores, filiais, parceiros ou clientes.
Também atende à necessidade de organizações com alto grau de
dependência de infra-estrutura de telecomunicações. "Este serviço
permeia todas as soluções voltadas ao mercado corporativo e
possibilita que o usuário mantenha foco total em seus negócios, uma
vez que não precisa desenvolver ferramentas ou medidas próprias para
o controle dos serviços de telecomunicação", conclui Queiroz.
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Pré-pago volta a interessar
operadoras. |
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O vice-presidente financeiro da Brasil Telecom (BrT), Paulo Narcélio,
disse ontem que o pré-pago é o foco da unidade de telefonia móvel da
operadora. "Nossa opção tem sido pela rentabilidade e a briga pelo
pós-pago está muito forte", justificou o executivo, durante
teleconferência com analistas para comentar o balanço do terceiro
trimestre.
O exemplo não poderia ser mais emblemático. A BrT sempre se destacou
por conseguir manter uma base de celulares pós-pagos mais elevada
que o restante do mercado. Isso mudou. No fim de setembro, os
assinantes dos planos de contas representavam 17% do total de
clientes de telefonia móvel da operadora, contra 21,3% um ano atrás.
Enquanto isso, a média brasileira está em 18,9%.
O país encerrou setembro com 140,8 milhões de linhas de celular,
segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Quase toda
a expansão que se viu no setor nos últimos meses ocorreu no segmento
de pré-pago: dos 28 milhões de celulares habilitados desde setembro
de 2007, mais de 23 milhões correspondem a essa modalidade.
A Oi, que fez proposta para comprar a BrT, também adota uma política
intensa para os pré-pagos. A operadora costuma vender apenas o chip,
sem o aparelho, e tem sido bem-sucedida nisso. A idéia é repetir o
modelo em São Paulo, onde começará a atuar na próxima semana. A Oi
vai estrear no território paulista com pré-pagos e só depois
apresentará os planos pós-pagos.
A Vivo, que inaugurou operação nesta semana no Ceará e em
Pernambuco, vai na mesma direção. "O pós-pago virá num segundo
momento. Além de o pré-pago ser o modelo mais usado, requer menos
burocracia para a compra. Com isso, conseguimos inicialmente atender
mais pessoas e manter a qualidade", disse Paulo Cesar Teixeira, vice-presidente
de operações. Sem detalhar o cronograma, o executivo afirmou que a
Vivo cobrirá todos os Estados do Nordeste até o fim do ano. Esse
também foi o prazo estimado para o começo das vendas na modalidade
pós-paga.
Os pré-pagos sempre foram essenciais para as operadoras construírem
amplas bases de clientes - tanto que, até três anos atrás, as
empresas investiam centenas de milhões de reais para subsidiar os
aparelhos vendidos nessa modalidade. A iniciativa, porém, não era
garantia de lucro, já que as operadoras gastavam dinheiro para
atrair clientes de pré-pago que, muitas vezes, geravam-lhes
pouquíssima receita.
Para melhorar a rentabilidade, as companhias passaram a redirecionar
os subsídios do pré para o pós-pago. Mas, no fim das contas, a
competição pelos assinantes de planos pós-pagos tornou-se tão
acirrada que esses produtos não são mais, necessariamente, tão
lucrativos.
"Eu não diria que é uma mudança de estratégia. É uma adaptação
àquilo que o mercado oferece de mais viável para rentabilizar nossa
operação", disse Narcélio, da BrT.
O executivo observou que a receita gerada pelos usuários de pré-pagos
é menor, mas os custos da operadora para atrair novos clientes
também diminuem. Primeiro, porque a operadora tem preferido vender
só o chip do telefone, e não o aparelho - portanto, economiza nisso.
Em segundo lugar, ao reduzir a ênfase no pós-pago, a operadora pode
ser mais seletiva ao fazer agrados para atrair assinantes desses
planos.
No terceiro trimestre deste ano, a empresa de telefonia móvel da BrT
elevou sua receita líquida em 7,3% frente a igual período de 2007,
para R$ 481,3 milhões. A margem operacional dobrou para 14,7%. Mas
as demonstrações financeiras consolidadas da Brasil Telecom -
incluindo telefonia fixa - expuseram o ponto fraco da tática. A
companhia como um todo cresceu pouco, apenas 3,4%, no terceiro
trimestre. Nos balanços anteriores, a área de celulares vinha
sustentando o a expansão do faturamento.
"Não existe um grande crescimento da base de pós-pagos. As
operadoras disputam os mesmos clientes, roubam assinantes umas das
outras", observou a analista Luciana Leocádio, da corretora Ativa.
Segundo ela, "todo mundo olha com carinho" para o pré-pago, o
segmento onde existem mais possibilidades de expansão, mas isso não
significa que as operadoras vão mudar sua estratégia para os
clientes pós-pagos.
A receita média mensal gerada por esse tipo de assinante continua
muito maior do que a proveniente dos usuários de pré-pago. Na BrT,
por exemplo, os clientes de pós-pagos gastaram R$ 55,50 por mês,
mais que o dobro do tíquete médio dos celulares com recarga.
Uma grande diferença em relação à estratégia que as operadoras
adotavam para o pré-pago alguns anos atrás reside no fato de que,
hoje, as teles estão cada vez menos envolvidas na venda de aparelhos.
Especialmente BrT, Oi e TIM concentram-se em vender o chip avulso -
e aproveitar o enorme parque de telefones que já existe no país.
Outra mudança é que as operadoras desenvolveram mecanismos para
estimular os clientes a adquirir créditos para o telefone: em geral,
promoções que dão bônus para o assinante quando ele faz uma recarga
ou recebe ligações.
(Valor Econômico Online)
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Operadoras divergem sobre
competição do mundo convergente. |
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Enquanto a Vivo fala da importância do espectro para suprir o
crescimento da demanda, a Oi destaca a flexibilidade da
regulamentação para liberar as freqüências de Wi-Max e TV por
assinatura. Já a Claro volta ao discurso da carga tributária,
trazendo à tona a importância de reduzir alguns impostos que são
maiores na oferta da banda larga móvel que na banda larga fixa.
Roberto Oliveira de Lima, presidente da Vivo, concorda com João
Cox,presidente da Claro, sobre a importância do governo rever
algumas alíquotas. “O serviço de banda larga móvel ainda é
incipiente, representa apenas 10% da receita. É difícil abaixar a
arrecadação, mas como diz o presidente Lula, você não perde aquilo
que você ainda não tem”, observa Lima para justificar o fim da
alíquota que encarece ainda mais a carga do setor no segmento de
telefonia celular para oferta de dados. Falco não faz coro à
dupla,reconhecendo o desafio de reduzir impostos no Brasil e
argumenta:”Muito melhor liberar recursos finitos como as licenças Wi-Max
que não têm o custo político de discutir imposto e pode refletir
numa boa competição”.
Outro tema que foi discutido entre os presidentes foi a interconexão,
cujas tarifas deveriam ser eliminadas na visão de Luiz Eduardo
Falco, presidente da Oi. Esse caminho, entretanto, não é aceito
pelas demais concorrentes. “Telecom é uma indústria de rede, mas a
gente cria barreiras entre a rede, o que resulta em custos para o
consumidor. Deveríamos ser apenas uma rede mais interconectada ao
invés de fechar a rede, gerar troca de subsídios e onerar o serviço
para consumidor”, observa Falco.
www.decisionreport.com.br
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Convergys participo pela segunda
vez da Futurecom com novidades. |
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A Convergys Corporation (NYSE: CVG), líder global na área de gestão
de relacionamentos, participo pela segunda vez da Futurecom 2008. No
estande da Convergys, no estande apresento os benefícios da solução
Convergent Charging Solution que permite que todos os serviços sejam
tarifados em uma só fatura a todos os assinantes das operadoras e
empresas de cabo.
“Com a convergência de serviços ofertada aos consumidores, a solução
da Convergys pode contribuir para a obtenção de melhor time to
market; redução de custos; aumento do ARPU; redução de falhas
manuais e aumento do qualidade do serviço”, explica Thais Marca,
gerente geral da Convergys para América Latina.
A empresa destaca durante o evento a palestra “Enfrentando os
desafios de um mercado cada vez mais convergente e direcionado ao
cliente” que aborda o projeto de migração da VIVO, seu cliente há
mais de 9 anos. Para unificar as múltiplas plataformas de
faturamento, a Convergys foi parceira desenvolvendo o Business
Support Systems (BSS) e o Operation Support Systems (OSS) de forma
eficiente e consolidada, que permitiu entre outras melhorias:
- Consolidar múltiplos sistemas de faturamento regionais em uma
única solução convergente, altamente escalonável;
- Beneficiar-se de uma única exibição do cliente através de todos os
sistemas e contas para intensificar a experiência do cliente;
- Reduzir custos operacionais e propiciar ganhos em eficiência,
associados à operação modular única e centralizada de cobranças;
- Reduzir o tempo de lançamento de novos produtos e serviços no
mercado, a partir de sua concepção.
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Motorola apresento novidades de
seu portfólio de banda larga sem fio e rádios digitais durante a
Futurecom. |
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A Motorola
demonstro na Futurecom 2008 os novos produtos do portfólio da área
de Governo & Empresas. Homologados pela Anatel para o mercado
brasileiro em setembro, os rádios digitais da Série PTP 500 operam a
5,4 GHz e 5,8 GHz, em velocidades de dados Ethernet de até 105 Mbps
e a distâncias que chegam a 250 quilômetros.A companhia também
apresenta na feira a Série 400 da solução Canopy®, para pontos de
acesso a 5,4 GHz. Com a tecnologia, os provedores de serviços terão
condições de oferecer aplicações como transferência de dados em alta
velocidade, videomonitoramento, voz sobre IP (VoIP) e jogos.
Entre os lançamentos estão as soluções PTP 500 que oferecem às
operadoras de redes e aos provedores de serviços uma taxa de
transferência confiável e de médio alcance para uma conectividade
sem linha de visada direta (NLOS) com ótimo custo-benefício. Outra
característica da série PTP 500 é a taxa de transferência oferecida,
de 105 Mbps, o que otimiza ainda mais o portfólio e atende às
crescentes demandas das redes.
Com disponibilidade de até 99,999% em praticamente qualquer
ambiente, as pontes Ethernet incluem NLOS (non-line-of-sight ou near-line-of-sight)
e LOS (line-of-sight ) a longa distância, sobre a água ou em terreno
aberto e em condições climáticas extremas.
“O completo portfólio de soluções de banda larga sem fio e as
ferramentas de planejamento de redes com foco em provedores de
serviços e operadoras de redes garantem a implementação da rede
correta, que atenda às necessidades específicas dos usuários,
independentemente das condições climáticas ou ambientais", explica
Eduardo Stéfano, vice-presidente de Governo & Empresas da Motorola
Brasil.
Já a conhecida linha Canopy de banda larga sem fio aumenta seu
portfólio com a chegada da Série 400 para pontos de acesso e módulos
de assinantes que operam no espectro de 5,4 GHz. Baseada na
tecnologia Orthogonal Frequency-Division Multiplexing (OFDM), que
oferece melhor cobertura com e sem linha de visada, a novidade
permite às operadoras estender o alcance de suas redes de banda
larga a áreas urbanas onde obstruções impediam a expansão do
sistema.
Ao aproveitar a tecnologia OFDM no acesso e nas camadas de backhaul,
a Série Canopy® 400 melhora o desempenho e o alcance geral da rede,
com módulos que oferecem velocidade de transmissão de dados de até
21 Mbps. O produto também conta com sincronização com GPS, o que
diminui o índice de interferência.
Os pontos de acesso e módulos de assinante da Série 400 integram-se
facilmente às redes Canopy® já existentes e apresentam a mesma
facilidade de implementação e o funcionamento confiável,
característicos desse portfólio de soluções, além de manter a
compatibilidade com uma ampla gama dos acessórios Canopy já em uso
no mercado.
Além das novidades, a área de Governo & Empresas da Motorola vai
apresentar seu portfólio completo, com os produtos: MOTOMESHDuo, XTS
2500i, XTS1500, XTS2250, XTL1500, XTS4250, XTS4000, MTP850, EP450,
EM400, DTR620, MOTOTRBO, Canopy FSK AP and SM with Lens, Canopy AP
and SM 400 series (PMP OFDM), PTP OFDM 4,9 GHz and MotoMesh 5,4 GHz.
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Portabilidade para mais 2,7
milhões. |
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De acordo com
o presidente da ABR Telecom, a Entidade Administradora da
Portabilidade Numérica no Brasil, José Moreira, todos os mais de 175
milhões de usuários de telefonia do País estarão atendidos pelo novo
serviço até o dia 2 de março de 2009, com a implantação nos últimos
DDDs, o 53 (RS), o 64(GO), o 66(MT), o 91 (PA) e o 11(SP). Moreira
comenta que a primeira etapa de implantação da Portabilidade
Numérica foi bem sucedida. “Colocamos em prática a solução
tecnológica desenvolvida de forma customizada para o Brasil, e,
diariamente, pudemos acompanhar o desenvolvimento do processo e
assegurar a contínua evolução de seu desempenho, demonstrando que a
decisão de implementação gradativa dos DDDs foi acertada”, resume.
A portabilidade foi implantada no Brasil em 1º de setembro deste ano
em oito regiões, beneficiando inicialmente os 17,4 milhões
assinantes de serviços de telefonia móvel e fixa que vivem em locais
atendidos pelos DDDs 14(SP), 17(SP), 27(ES), 37(MG), 43(PR), 62(GO)
67(MS), 86(PI).
Usuário – O processo de Portabilidade se inicia com a solicitação do
usuário de serviços de telecomunicações à operadora para a qual
deseja migrar. Esta operadora, por sua vez, remete a solicitação à
Entidade Administradora (ABR Telecom) que irá acionar a empresa de
onde o usuário deseja sair, a fim de atualizar a Base de Dados
Nacional de Referência (BDR) e a Base de Dados Operacional (BDO) das
Operadoras.
De acordo com as regras da Portabilidade as transferências de
operadora, com manutenção do número, só podem ser solicitadas dentro
do mesmo serviço – móvel para móvel ou fixo para fixo – e na área de
abrangência do mesmo DDD.
No primeiro ano de implantação do serviço, esse processo se
concluirá em até cinco dias úteis, desde que todos os critérios para
a mudança sejam atendidos. A partir do segundo ano de existência da
Portabilidade Numérica, a mudança será efetivada em até três dias
úteis. Ao usuário também é possível agendar a data de transferência
de operadora para após os cinco dias úteis.
Dicas - Entre os critérios que devem ser atendidos para que o
usuário efetive sua Portabilidade estão, por exemplo, a apresentação
de documentos em tempo hábil à operadora receptora da solicitação; a
consistência dos dados cadastrais do usuário solicitante, ou seja,
devem coincidir, por exemplo, os números de identidade e CPF
apresentados com aqueles constantes da base de dados da operadora em
que estava o usuário até o momento. A ABR Telecom informa que mesmo
após a solicitação de troca de operadora, o usuário ainda tem dois
dias úteis para desistir da mudança e comunicar a decisão à
operadora em que havia pedido para migrar.
Gestão - O modelo de Portabilidade Numérica, no Brasil, prevê que
uma Entidade Administradora seja gestora do processo de
implementação, a partir do desenvolvimento, implantação e operação
da base de dados centralizada, a qual conterá todos os números
portados. A ABR Telecom desempenha o papel de Entidade
Administradora, exclusiva da Portabilidade Numérica nos termos do
Regulamento Geral de Portabilidade e de acordo com a Resolução
número 460, de 19 de março de 2007, da Agência Nacional de
Telecomunicações (Anatel).
A ABR Telecom é a gestora do processo e administração da Base de
Dados Nacional de Referência (BDR), onde estarão todos os números de
telefones que foram transferidos de uma operadora de serviços de
telecomunicações para outra. Esta base de dados é a integradora das
informações entre as operadoras.
Acompanhe o calendário da Portabilidade e o movimento totalizado de
pedidos e efetivações da Portabilidade Numérica, conforme o DDD e a
data de início do serviço, pelo site da ABR Telecom http://www.abr.net.br/entidadeadministradora.
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