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 Enlace News Brasil Edición 2008 - Nº 60
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Na abertura do Futurecom, Costa se compromete a apressar sanção do PGO.

O Ministro das Comunicações, Hélio Costa, prometeu que entregará o novo PGO ( Plano Geral de Outorgas) 48 horas após receber o relatório do Conselho Consultivo da Anatel. Ele afirmou que o texto do projeto não será modificado, mas deverá alterar algumas gordurinhas. O ministro não sinalizou quais seriam tais alterações.

 

PromonLogicalis oferece ao mercado solução de videoconferência da Tandberg.

Com a parceria, empresa entrega a seus clientes completa solução de colaboração corporativa.

 


TIM marco presença no Futurecom com novos serviços, soluções e aparelhos.

Com foco na inovação, a TIM apresento no Futurecom uma série de novidades em soluções, serviços e aparelhos para clientes individuais e corporativos. A empresa anuncio em primeira mão o TIM Fixo Office, a opção de telefonia fixa para o mercado corporativo que será comercializada nos próximos dias.

 

Nokia Siemens Networks finaliza expedição “Conectando o Brasil” com sucesso.

Redes de telefonia móvel e acesso à Internet foram implementadas nas cidades de Cravolândia e Muniz Ferreira, proporcionando todas as facilidades da comunicação móvel à população.

 

Motorola apresento novidades de seu portfólio de banda larga sem fio e rádios digitais durante a Futurecom.

Novas soluções Canopy não necessitam de linha de visada; a Série PTP 500, homologada este mês pela Anatel, oferece alta taxa de transferência e médio alcance para visada direta.

 


GVT investe em soluções de próxima geração para manter crescimento no corporativo.

Com investimento de R$ 10 milhões, operadora lança Vox IP como parte da sua gama de serviços NGS.

 

Convergys participo pela segunda vez da Futurecom com novidades.

Empresa apresento palestra em conjunto com a Vivo sobre migração e lança solução Convergent Online Charging.

 

Operadoras divergem sobre competição do mundo convergente.

O debate realizado durante o painel “Desafios e Competição em Mundo Convergente”, na Futurecom 2008, os presidentes das operadoras móveis Oi, Claro e Vivo ressaltaram os desafios de acordo com a “dor do calo” de cada uma delas.

 


Portabilidade para mais 2,7 milhões.

A partir desta hoje (3/11) mais três regiões passarão a se beneficiar da Portabilidade Numérica no Brasil. O serviço permitirá a mais 2,7 milhões de usuários de telefonia fixa e móvel, que vivem em localidades servidas pelos DDDs 28 (ES), 32(MG) e 68(AC), optarem pela troca de operadora com a manutenção do número de identificação do telefone.

 

Pré-pago volta a interessar operadoras.

Já faz alguns anos que as operadoras de telefonia móvel passaram a direcionar boa parte de seus esforços comerciais para atrair assinantes aos planos de serviços pós-pagos. Os modelos pré-pagos sempre representaram a maioria das vendas, mas não geravam a rentabilidade que as empresas pretendiam alcançar. Agora, começam a surgir os primeiros sinais de que essa estratégia está sob revisão.

 

 






 

 

 

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Na abertura do Futurecom, Costa se compromete a apressar sanção do PGO.
 

Analistas alertam para a manutenção do capital aberto da concessionária, se é feita pelo grupo, controladora ou controlado. “ Essa é uma questão que precisa ser melhor analisada”, sinaliza um consultor. A principal mudança do novo PGO (Plano Geral de Outorgas) é a permissão para que um grupo telefônico detenha concessionárias em mais de uma região do País. Tal dispostivo permitirá, por exemplo, a compra da Brasil Telecom pela operadora Oi, estimada em R$ 5,86 bilhões.

O ministro afirmou ainda que o governo estuda replicar o modelo de benefícios fiscais para setor de telecomunicações, cuja carga tributária é da ordem de 40%, para empresas que estiverem dispostas a patrocinarem a telefonia rural, entre outros projetos sociais. Também ressaltou, no discurso de abertura da Futurecom 2008, que acontece entre os dias 27 a 31 de outubro, em São Paulo, que o custo de interconexão precisa ser revisto e o governo prevê adotar uma estratégia de substiuição nesta seara. “Ao invés de reduzir a taxa de interconexão, a operadora assume um serviço público”, observa Costa ao detalhar o rumo que o governo deve adotar para solucionar este problema que reflete no preço dos serviços.

O ministro disse ainda que a assinatura de telefonia fixa deverá ser reduzida para R$ 20 com a aprovação do projeto de lei na Câmara. “ O preço mais acessível permitirá a redução da linhas ociosas que já batem na casa dos 10 milhões”. Outra promessa foi a licitação do Wi-Max, prevista para ainda neste ano de 2008.

Crise financeira
Hélio Costa deixou claro que acredita na força do setor de telecomunicações e que a crise financeira não deverá alterar os planos do mercado. “ O setor sobrevive a esta crise. Até porque o Brasil apresenta uma economia sadia”, afirmou. Ele justifica com a queda dos componentes para fabricação de conversores que viabilizarão a TV digital (de US$ 70 para US$ 10) e com o dado de que grande parte do investimento das operadoras já foi feita. E conclui:” num momento tão delicado, o setor de telecomunicações continuará firme”.


 


PromonLogicalis oferece ao mercado solução de videoconferência da Tandberg.

Com o objetivo de entregar uma oferta completa de Comunicações Unificadas (voz, dados e vídeo), a PromonLogicalis, maior integradora independente de soluções de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) da América Latina, anuncio durante a 10ª edição do Futurecom, a parceria com a Tandberg, líder mundial em soluções de telepresença e videoconferência de alta definição.

“Hoje em dia, as empresas necessitam manter uma rede de relacionamentos que se estende por diferentes pontos do país e do mundo. Isso gera uma grande demanda por soluções, como as de videoconferência, que agilizam os processos para tomadas de decisões e reduzam custos desnecessários oriundos de deslocamento”, afirma Alex Paulino, líder da oferta de Multimídia da PromonLogicalis.

O executivo explica que comunicações unificadas são mais que simples tecnologias: elas representam uma mudança cultural nos parâmetros tradicionais que definem relacionamentos produtivos dentro do ambiente corporativo. “Integrar e-mail, telefonia, áudio e videoconferência, mensagens instantâneas e outros aplicativos se torna algo necessário. A PromonLogicalis tem desenvolvido importantes projetos em nichos distintos, o que comprova a relevância da implementação dessa solução”, continua Paulino.
De acordo com um recente relatório do Gartner, nos próximos dois anos, o mercado de videoconferência terá um crescimento de 30%. Outra pesquisa, realizada pela consultoria Wainhouse Research, constatou que, mundialmente, este segmento movimentou, em 2007, US$ 1,14 bilhão – um aumento de 39% em relação a 2006. Já na América Latina, a receita teve um incremento de 106%, enquanto a demanda pelas soluções alavancou 98% no mesmo período.

As soluções de comunicações unificadas incluem convergência entre software, hardware e redes, criando novas possibilidades na integração de equipes. Hoje, companhias de grande e médio porte buscam soluções que facilitem o dia-a-dia, reduzindo custos. “Estamos investindo fortemente em uma oferta completa de comunicações unificadas. Por isso, ter em nosso portfólio o sistema de videconferência de uma empresa líder de mercado como a Tandberg é estratégico”, enfatiza Paulino.

Por utilizar uma plataforma IP, o sistema de vídeo da Tandberg tem maior velocidade na transmissão de dados, o que garante uma melhor definição na imagem. “A solução normalmente é instalada em uma sala destinada à videoconferência, que permite interação com outros ambientes da mesma ou de diferentes empresas”, complementa o executivo.
Além de vantagens como economia de tempo e de recursos, a solução de videoconferência da Tandberg permite compartilhamento, visualização e alteração em documentos e em apresentações, bem como transferência de arquivos. “Cada vez mais, as pessoas estão dando preferência à comunicação por meio de videoconferências, seja pela forte tendência de unified communications ou por meio do apelo ecológico que a utilização da tecnologia confere. Ter a PromonLogicalis como uma importante parceira amplia as oportunidades da nossa empresa por toda a América Latina”, afirma Celso Nunes, Country Manager da Tandberg.


 


 
TIM marco presença no Futurecom com novos serviços, soluções e aparelhos.

Voltado ao segmento de pequenas e médias empresas, a solução permite integrar acessos fixos e móveis e dispensa instalação, criando uma rede de ramais com tarifa zero para as chamadas originadas do número fixo e destinadas às linhas da mesma empresa. Com o TIM Fixo Office é possível contar com as funcionalidades de um PABX sem os custos geralmente atrelados a esse tipo de serviço, como manutenção e instalação.

A empresa também apresenta soluções de três parceiros certificados como TIM Application Partners para o mercado corporativo. A Abacomm mostra o M-learning, plataforma de distribuição de conteúdo em redes móveis voltada para complementação de treinamentos, divulgação de campanhas de endomarketing e comunicação intra-empresa. A Trevisan demonstra o J-Promoter, solução de gestão de promoção de pontos-de-venda já adotada por 300 promotores de venda da TIM. A CloudMeeting mostra a plataforma de vídeoconferência em tempo real, que oferece recursos integrados de vídeo e áudio, compartilhamento de aplicativos, mensagem instantânea e aviso de disponibilidade dos contatos diretamente do desktop e do notebook, com segurança, mobilidade e acesso global.

No estande de 150 m2 localizado na ala A27, foram instalados dois ambientes: a casa e o escritório, nos quais serão demonstrados produtos e serviços e os destaques do portifólio de aparelhos para cada segmento. Entre as novidades está o roteador 3G sem fio D100, da Huawei, que provê acesso banda larga compartilhada sem fio entre vários computadores por meio de conexão Wi-Fi. Basta conectar ao roteador qualquer minimodem TIM Web Banda Larga para que o ambiente tenha conexão sem fio compartilhada à Internet. Além disso, a TIM traz, em parceria com a ZTE, o conceito celular-câmera. O MF68 utiliza um TIMChip e possibilita o monitoramento remoto de casas e escritórios através de vídeo chamadas realizadas por qualquer celular 3G. É possível também programar a câmera MF68 para enviar fotos e vídeos curtos aos celulares cadastrados do ambiente que está sendo monitorado.

Durante o Futurecom, a TIM demonstro em seu estande o TIM PDV, um aparelho celular com funções para a venda de recarga aos consumidores de planos Pré-Pagos da operadora. Com este sistema, o ponto-de-venda tem à disposição dos clientes todos os valores de recarga já oferecidos pela TIM, como R$ 10, R$ 15, R$ 25, R$, 35, R$ 50 e R$ 100, incluindo as recargas exclusivas do Plano 1, de R$ 1, R$ 3 e R$ 5.

Novos Aparelhos

A TIM, pioneira em trazer o BlackBerry ao mercado brasileiro exibe dois novos aparelhos: o BlackBerry® Bold™, primeiro aparelho 3G da RIM, e em primeira mão anuncia a chegada do BlackBerry® Pearl™ 8220, primeiro modelo no formato flip da fabricante canadense com design compacto, elegante e atraente, mantendo as mesmas funcionalidades características dos produtos da RIM. Já o BlackBerry Bold chega às lojas após receber a certificação de qualidade da TIM, proporcionando uma melhor performance do produto na rede 3G. O modelo estará à venda por R$ 899 a partir do plano TIM Brasil 400 no serviço ilimitado.

Na TIM, novos aparelhos voltados para diversão ganham destaque como o Sony Ericsson F305 - um aparelho posicionado no segmento de jogos com inédito conceito de Motion Games. Exclusivamente na TIM, o produto virá com cartão de memória com 25 jogos demo para experimentação do cliente com link direto para compra na loja de jogos TIM Diversão. Outro destaque é o LG KM710, um aparelho voltado para o segmento de música que será comercializado pela TIM com o exclusivo conteúdo de fulltracks (músicas inteiras) embarcado com as atrações do TIM Festival Gogol Bordello e The National. As novidades dentre os modelos com touch screen (tela sensível ao toque) são Omnia, da Samsung, e o HTC Touch Diamond, que também serão apresentados em primeira mão.


 


Nokia Siemens Networks finaliza expedição “Conectando o Brasil” com sucesso.

A Nokia Siemens Networks acaba de concluir as atividades da Expedição Conectando o Brasil. O projeto, realizado em parceria com a Oi, Nokia, HUGHES e Intelsat, teve como desafio levar o acesso à telefonia celular e Internet até cidades, vilas e povoados remotos, ainda sem acesso a essa tecnologia. Tendo como infra-estrutura a solução Village Connection, desenvolvida pela Nokia Siemens Networks, redes de celulares foram rapidamente implementadas nas cidades de Cravolândia e Muniz Ferreira, no interior da Bahia, proporcionando à população altamente carente de recursos de telefonia, todas as facilidades da comunicação móvel.

Para prover o acesso, a Nokia Simens Networks utilizou a Village Connection, solução compacta, facilmente transportada dentro de um carro e dotada de todos os recursos necessários para a criação de uma rede de telefonia móvel e acesso à Internet em menos de duas horas. Para este teste, a rede funcionou unicamente via satélite, em função do trabalho dos provedores HUGHES e Intelsat. A configuração utilizada no interior da Bahia utilizou o sistema de satélite de banda larga da HUGHES, gerenciado pelo seu Centro de Operações de Rede localizado no Brasil, assim como a capacidade de satélites da Intelsat, instalada em sua ampla frota de satélites na região do Oceano Atlântico. Com essa combinação, a população das cidades de Muniz Ferreira e Cravolândia conseguiu realizar chamadas, enviar torpedos e acessar a Internet.

A Expedição

A primeira cidade atendida pelo sistema Village Connection foi Muniz Ferreira, município com 6 mil habitantes. Antes da expedição, o uso do telefone celular estava limitado somente a alguns pontos da cidade, obrigando as pessoas a caminharem mais de dois quilômetros para a realização de uma chamada. Foram distribuídos 15 celulares para moradores e autoridades com os mais diferentes perfis e, ao longo de uma semana, as pessoas puderam testar as facilidades proporcionadas pela comunicação móvel.

Janice Longa, proprietária da única pousada da cidade de Muniz Ferreira, foi uma das pessoas que recebeu o aparelho para testar: “O celular faz muita falta aqui. Tenho hóspedes que ao perceberem que não existe sinal de celular em Muniz Ferreira, preferem ficar em outras cidades. Nesses dias em que tive o celular ficou tudo muito mais fácil, consegui achar fornecedores e aceitar pedidos de reserva mesmo fora da pousada”, contou Janice.

Já o agricultor José Isidorio de Farias acredita ter evitado várias viagens por conta do celular entregue pela Nokia Siemens. “Eu fico o tempo todo fora de casa. Além de trabalhar na fazenda, entrego carnes no comércio da região e preciso ser localizado pelos clientes, mas como aqui não pega celular, o jeito é falar com eles só no final do dia. Com o celular pude ser encontrado, atendi novos pedidos, não precisei viajar à toa. Acho que economizei mais de 400 km de estrada”.

A mesma experiência de Muniz Ferreira foi repetida na cidade de Cravolândia, distante 125 km, onde também não existe qualquer serviços de comunicação móvel. Para se comunicar, a cidade de Cravolândia conta com a criatividade. Há caixas de som por todas as ruas e o prefeito Paulo César Argolo só anda pela cidade com um telefone sem fio, dotado de uma antena de mais de um metro, para poder ser encontrado fora do gabinete da Prefeitura.

“Esses dias com celular mudou muito a nossa vida. O uso aqui iria além do conforto, poderíamos reduzir os nossos custos. Temos muitos moradores na zona rural e sempre que precisamos falar com eles, temos que nos deslocar até lá. Isso é dinheiro gasto. Também seria importante ter o celular para aumentar a segurança das comunidades. Temos casos de pessoas que foram picadas por cobra e não conseguiram ser atendidas em tempo pela falta de comunicação. A internet que temos hoje é muito precária e uma rede melhor também traria diversas melhorias para a população”, contou o prefeito.

O acesso à internet também foi possibilitado pelo sistema Village Connection e, graças à tecnologia, diversos alunos da zona rural de Cravolândia tiveram, pela primeira vez, contato com a rede mundial de computadores. “Nossa educação é muito carente, não temos nada de tecnologia. A internet é uma ferramenta muito importante para o conhecimento. Nesta breve experiência os alunos e eu nos demos conta de como podemos ir muito além da sala de aula”, contou o professor Florisvaldo Ribeiro, que acompanhou os alunos na experiência.

Utilizações avançadas do celular também foram vislumbradas pela população, como sugeriu Mônica Machado, médica de Cravolândia, ao imaginar um aplicativo capaz de avisar as pessoas, por meio do SMS, que é hora de tomar os medicamentos. “Seria um grande auxílio para diabéticos e hipertensos. As pessoas alegam que esquecem do remédio e esse lembrete aumentaria a eficácia do tratamento”.

O Funcionamento

Do ponto de vista técnico, a Village Connection funciona como uma estação de serviços móveis autônoma, em que todas as ligações internas são processadas localmente, o que reduz substancialmente os custos totais de operação.

“Além de proporcionar a tecnologia GSM de baixo custo para essas localidades, seu modelo de negócios tem o potencial de viabilizar a geração de empregos locais, incluindo aplicações capazes de melhorar o padrão de vida da população”, diz Mario Baumgarten, diretor de relações corporativas da Nokia Siemens Networks para a América Latina.

Na Índia, onde a solução Village Connection está sob testes e aprimoramento desde 2006, verificou-se ampla aceitação da população assim como a viabilidade comercial em diversos ambientes de baixa renda. “O projeto está dando certo em regiões onde os assinantes gastam apenas U$ 3 mensais para telecomunicações. Acreditamos que essa viabilidade econômica possa ser replicada em contextos similares no Brasil”, conclui Baumgarten. Ao longo da expedição, os moradores mais carentes de Cravolândia e Muniz Ferreira disseram estar dispostos a gastar até R$ 15 por mês com o uso de telefone.

“A previsão é de que até 2015, 5 bilhões de pessoas estejam conectadas. E é dentro do propósito e exercício da Responsabilidade Social Corporativa, que a Nokia Siemens Networks e seus parceiros nesta expedição, desenvolvem esse tipo de projeto, buscando estender os benefícios do progresso às populações mais carentes, colaborando com as Metas do Milênio e outras mais“, finaliza Baumgarten.

A Solução Village Connection

Equipamentos de transmissão terrestre ou via satélite são instalados junto à rede de telefonia GSM mais próxima à região, assim como junto à vila ou povoado recebendo a solução Village Connection, interconectando-a ao resto do país assim como ao resto do mundo. Cabe à Nokia Siemens Networks a responsabilidade de fornecer todo o kit de equipamentos para instalação, operação, administração e manutenção da solução.


 


 
GVT investe em soluções de próxima geração para manter crescimento no corporativo.

A GVT, empresa que se destaca no desenvolvimento de soluções de telefonia, banda larga e Internet no Brasil, amplia ainda mais sua atuação como fornecedora de soluções de próxima geração (NGS) para o mercado corporativo. A empresa anuncia o Vox IP (http://www.voxip.com.br), primeira ferramenta do mercado baseada em protocolo Internet, que funciona exatamente como uma solução tradicional de telefonia, e complementa o leque de ofertas GVT para organizações.

Fruto de um investimento de R$ 10 milhões, o Vox IP integra o portfólio de soluções NGS da GVT, que já conta com produtos como o Vox NG, VPN MPLS e banda larga corporativa. A expectativa é atingir pelo menos 200 usuários do Vox IP até o final de 2009. Na prática, a nova solução utiliza acesso IP e canais SIP tornando mais eficiente o uso do PABX IP que passa a funcionar por meio de um circuito dedicado e convergente de voz e dados. O principal diferencial é que as ligações não circulam na rede pública Internet, o que garante ainda mais a sua qualidade e facilidade de uso, além de rentabilidade e sim apenas dentro de uma rede privada.

O produto promove economia em ligações de longa distância para telefones fixos em mais de 230 cidades e em chamadas móveis para 1.800 localidades. A empresa também pode dispor de números telefônicos locais de diversas áreas para receber chamadas. Assim, oferece ao público de outras cidades onde não tem presença física a possibilidade de entrar em contato com a sede da empresa fazendo ligação local e ainda cria o conceito de operação virtual na localidade, além de reduzir os custos com 0800. A solução também pode ser compartilhada com o produto Internet Corporativa, que oferece acesso dedicado com banda 100% garantida. Outra vantagem é que o Vox IP é oferecido em formato de serviço, ou seja, não exige que a empresa realize altos investimentos em infra-estrutura.

"Esta novidade, que complementa o nosso portfólio de serviços de próxima geração, é mais um movimento da GVT rumo à diferenciação no atendimento ao mercado corporativo, subindo na cadeia de valor com soluções completas e inovadoras, garantindo ao cliente não apenas conectividade, mas também serviços", afirma Leonardo Queiroz, vice-presidente da unidade de Negócios Corporativos da operadora.

A unidade corporativa da GVT demonstrou uma forte tendência de crescimento no último ano, com uma alta de 44%. Somente na linha de serviços de próxima geração, que envolve transmissão de dados para empresas, Internet corporativa e serviços convergentes baseados em tecnologia IP, o aumento acumulado em receita nos últimos 12 meses é de 114%. Com isso, a área hoje é responsável por 25% da receita líquida anual da empresa, com crescimento concentrado, principalmente, na região Sudeste. Entre janeiro e setembro deste ano, a GVT registrou receita líquida de R$955 milhões, uma alta de 35% em relação ao mesmo período de 2007.

Serviços de gerência

Além do Vox IP, a operadora lançou recentemente uma nova plataforma para gerenciamento de voz, dados e Internet para empresas, por meio de uma ferramenta com informações centralizadas de todos os sistemas da GVT. O serviço permite ao cliente o monitoramento de todos os serviços contratados e verificação dos indicadores de desempenho, reduzindo custos de queda e antecipando as correções. As companhias ganham, assim, mais controle sobre as operações por meio do acesso a todos os dados necessários para a tomada de decisões relacionadas à ampliação de suas redes ou capacidade de link de Internet dedicado, por exemplo.

O serviço é destinado a médias e grandes companhias de diversos segmentos, em especial aquelas com redes corporativas dispersas, que abrangem diversos fornecedores, filiais, parceiros ou clientes. Também atende à necessidade de organizações com alto grau de dependência de infra-estrutura de telecomunicações. "Este serviço permeia todas as soluções voltadas ao mercado corporativo e possibilita que o usuário mantenha foco total em seus negócios, uma vez que não precisa desenvolver ferramentas ou medidas próprias para o controle dos serviços de telecomunicação", conclui Queiroz.
 


 
Pré-pago volta a interessar operadoras.

O vice-presidente financeiro da Brasil Telecom (BrT), Paulo Narcélio, disse ontem que o pré-pago é o foco da unidade de telefonia móvel da operadora. "Nossa opção tem sido pela rentabilidade e a briga pelo pós-pago está muito forte", justificou o executivo, durante teleconferência com analistas para comentar o balanço do terceiro trimestre.

O exemplo não poderia ser mais emblemático. A BrT sempre se destacou por conseguir manter uma base de celulares pós-pagos mais elevada que o restante do mercado. Isso mudou. No fim de setembro, os assinantes dos planos de contas representavam 17% do total de clientes de telefonia móvel da operadora, contra 21,3% um ano atrás. Enquanto isso, a média brasileira está em 18,9%.

O país encerrou setembro com 140,8 milhões de linhas de celular, segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Quase toda a expansão que se viu no setor nos últimos meses ocorreu no segmento de pré-pago: dos 28 milhões de celulares habilitados desde setembro de 2007, mais de 23 milhões correspondem a essa modalidade.

A Oi, que fez proposta para comprar a BrT, também adota uma política intensa para os pré-pagos. A operadora costuma vender apenas o chip, sem o aparelho, e tem sido bem-sucedida nisso. A idéia é repetir o modelo em São Paulo, onde começará a atuar na próxima semana. A Oi vai estrear no território paulista com pré-pagos e só depois apresentará os planos pós-pagos.

A Vivo, que inaugurou operação nesta semana no Ceará e em Pernambuco, vai na mesma direção. "O pós-pago virá num segundo momento. Além de o pré-pago ser o modelo mais usado, requer menos burocracia para a compra. Com isso, conseguimos inicialmente atender mais pessoas e manter a qualidade", disse Paulo Cesar Teixeira, vice-presidente de operações. Sem detalhar o cronograma, o executivo afirmou que a Vivo cobrirá todos os Estados do Nordeste até o fim do ano. Esse também foi o prazo estimado para o começo das vendas na modalidade pós-paga.

Os pré-pagos sempre foram essenciais para as operadoras construírem amplas bases de clientes - tanto que, até três anos atrás, as empresas investiam centenas de milhões de reais para subsidiar os aparelhos vendidos nessa modalidade. A iniciativa, porém, não era garantia de lucro, já que as operadoras gastavam dinheiro para atrair clientes de pré-pago que, muitas vezes, geravam-lhes pouquíssima receita.

Para melhorar a rentabilidade, as companhias passaram a redirecionar os subsídios do pré para o pós-pago. Mas, no fim das contas, a competição pelos assinantes de planos pós-pagos tornou-se tão acirrada que esses produtos não são mais, necessariamente, tão lucrativos.

"Eu não diria que é uma mudança de estratégia. É uma adaptação àquilo que o mercado oferece de mais viável para rentabilizar nossa operação", disse Narcélio, da BrT.

O executivo observou que a receita gerada pelos usuários de pré-pagos é menor, mas os custos da operadora para atrair novos clientes também diminuem. Primeiro, porque a operadora tem preferido vender só o chip do telefone, e não o aparelho - portanto, economiza nisso. Em segundo lugar, ao reduzir a ênfase no pós-pago, a operadora pode ser mais seletiva ao fazer agrados para atrair assinantes desses planos.

No terceiro trimestre deste ano, a empresa de telefonia móvel da BrT elevou sua receita líquida em 7,3% frente a igual período de 2007, para R$ 481,3 milhões. A margem operacional dobrou para 14,7%. Mas as demonstrações financeiras consolidadas da Brasil Telecom - incluindo telefonia fixa - expuseram o ponto fraco da tática. A companhia como um todo cresceu pouco, apenas 3,4%, no terceiro trimestre. Nos balanços anteriores, a área de celulares vinha sustentando o a expansão do faturamento.

"Não existe um grande crescimento da base de pós-pagos. As operadoras disputam os mesmos clientes, roubam assinantes umas das outras", observou a analista Luciana Leocádio, da corretora Ativa. Segundo ela, "todo mundo olha com carinho" para o pré-pago, o segmento onde existem mais possibilidades de expansão, mas isso não significa que as operadoras vão mudar sua estratégia para os clientes pós-pagos.

A receita média mensal gerada por esse tipo de assinante continua muito maior do que a proveniente dos usuários de pré-pago. Na BrT, por exemplo, os clientes de pós-pagos gastaram R$ 55,50 por mês, mais que o dobro do tíquete médio dos celulares com recarga.

Uma grande diferença em relação à estratégia que as operadoras adotavam para o pré-pago alguns anos atrás reside no fato de que, hoje, as teles estão cada vez menos envolvidas na venda de aparelhos. Especialmente BrT, Oi e TIM concentram-se em vender o chip avulso - e aproveitar o enorme parque de telefones que já existe no país. Outra mudança é que as operadoras desenvolveram mecanismos para estimular os clientes a adquirir créditos para o telefone: em geral, promoções que dão bônus para o assinante quando ele faz uma recarga ou recebe ligações.

(Valor Econômico Online)



 


Operadoras divergem sobre competição do mundo convergente.
 


Enquanto a Vivo fala da importância do espectro para suprir o crescimento da demanda, a Oi destaca a flexibilidade da regulamentação para liberar as freqüências de Wi-Max e TV por assinatura. Já a Claro volta ao discurso da carga tributária, trazendo à tona a importância de reduzir alguns impostos que são maiores na oferta da banda larga móvel que na banda larga fixa.

Roberto Oliveira de Lima, presidente da Vivo, concorda com João Cox,presidente da Claro, sobre a importância do governo rever algumas alíquotas. “O serviço de banda larga móvel ainda é incipiente, representa apenas 10% da receita. É difícil abaixar a arrecadação, mas como diz o presidente Lula, você não perde aquilo que você ainda não tem”, observa Lima para justificar o fim da alíquota que encarece ainda mais a carga do setor no segmento de telefonia celular para oferta de dados. Falco não faz coro à dupla,reconhecendo o desafio de reduzir impostos no Brasil e argumenta:”Muito melhor liberar recursos finitos como as licenças Wi-Max que não têm o custo político de discutir imposto e pode refletir numa boa competição”.

Outro tema que foi discutido entre os presidentes foi a interconexão, cujas tarifas deveriam ser eliminadas na visão de Luiz Eduardo Falco, presidente da Oi. Esse caminho, entretanto, não é aceito pelas demais concorrentes. “Telecom é uma indústria de rede, mas a gente cria barreiras entre a rede, o que resulta em custos para o consumidor. Deveríamos ser apenas uma rede mais interconectada ao invés de fechar a rede, gerar troca de subsídios e onerar o serviço para consumidor”, observa Falco.

www.decisionreport.com.br

 

 
Convergys participo pela segunda vez da Futurecom com novidades.
 


A Convergys Corporation (NYSE: CVG), líder global na área de gestão de relacionamentos, participo pela segunda vez da Futurecom 2008. No estande da Convergys, no estande apresento os benefícios da solução Convergent Charging Solution que permite que todos os serviços sejam tarifados em uma só fatura a todos os assinantes das operadoras e empresas de cabo.

“Com a convergência de serviços ofertada aos consumidores, a solução da Convergys pode contribuir para a obtenção de melhor time to market; redução de custos; aumento do ARPU; redução de falhas manuais e aumento do qualidade do serviço”, explica Thais Marca, gerente geral da Convergys para América Latina.

A empresa destaca durante o evento a palestra “Enfrentando os desafios de um mercado cada vez mais convergente e direcionado ao cliente” que aborda o projeto de migração da VIVO, seu cliente há mais de 9 anos. Para unificar as múltiplas plataformas de faturamento, a Convergys foi parceira desenvolvendo o Business Support Systems (BSS) e o Operation Support Systems (OSS) de forma eficiente e consolidada, que permitiu entre outras melhorias:

- Consolidar múltiplos sistemas de faturamento regionais em uma única solução convergente, altamente escalonável;

- Beneficiar-se de uma única exibição do cliente através de todos os sistemas e contas para intensificar a experiência do cliente;

- Reduzir custos operacionais e propiciar ganhos em eficiência, associados à operação modular única e centralizada de cobranças;

- Reduzir o tempo de lançamento de novos produtos e serviços no mercado, a partir de sua concepção.


 

 
Motorola apresento novidades de seu portfólio de banda larga sem fio e rádios digitais durante a Futurecom.
 

A Motorola demonstro na Futurecom 2008 os novos produtos do portfólio da área de Governo & Empresas. Homologados pela Anatel para o mercado brasileiro em setembro, os rádios digitais da Série PTP 500 operam a 5,4 GHz e 5,8 GHz, em velocidades de dados Ethernet de até 105 Mbps e a distâncias que chegam a 250 quilômetros.A companhia também apresenta na feira a Série 400 da solução Canopy®, para pontos de acesso a 5,4 GHz. Com a tecnologia, os provedores de serviços terão condições de oferecer aplicações como transferência de dados em alta velocidade, videomonitoramento, voz sobre IP (VoIP) e jogos.

Entre os lançamentos estão as soluções PTP 500 que oferecem às operadoras de redes e aos provedores de serviços uma taxa de transferência confiável e de médio alcance para uma conectividade sem linha de visada direta (NLOS) com ótimo custo-benefício. Outra característica da série PTP 500 é a taxa de transferência oferecida, de 105 Mbps, o que otimiza ainda mais o portfólio e atende às crescentes demandas das redes.

Com disponibilidade de até 99,999% em praticamente qualquer ambiente, as pontes Ethernet incluem NLOS (non-line-of-sight ou near-line-of-sight) e LOS (line-of-sight ) a longa distância, sobre a água ou em terreno aberto e em condições climáticas extremas.

“O completo portfólio de soluções de banda larga sem fio e as ferramentas de planejamento de redes com foco em provedores de serviços e operadoras de redes garantem a implementação da rede correta, que atenda às necessidades específicas dos usuários, independentemente das condições climáticas ou ambientais", explica Eduardo Stéfano, vice-presidente de Governo & Empresas da Motorola Brasil.

Já a conhecida linha Canopy de banda larga sem fio aumenta seu portfólio com a chegada da Série 400 para pontos de acesso e módulos de assinantes que operam no espectro de 5,4 GHz. Baseada na tecnologia Orthogonal Frequency-Division Multiplexing (OFDM), que oferece melhor cobertura com e sem linha de visada, a novidade permite às operadoras estender o alcance de suas redes de banda larga a áreas urbanas onde obstruções impediam a expansão do sistema.

Ao aproveitar a tecnologia OFDM no acesso e nas camadas de backhaul, a Série Canopy® 400 melhora o desempenho e o alcance geral da rede, com módulos que oferecem velocidade de transmissão de dados de até 21 Mbps. O produto também conta com sincronização com GPS, o que diminui o índice de interferência.

Os pontos de acesso e módulos de assinante da Série 400 integram-se facilmente às redes Canopy® já existentes e apresentam a mesma facilidade de implementação e o funcionamento confiável, característicos desse portfólio de soluções, além de manter a compatibilidade com uma ampla gama dos acessórios Canopy já em uso no mercado.

Além das novidades, a área de Governo & Empresas da Motorola vai apresentar seu portfólio completo, com os produtos: MOTOMESHDuo, XTS 2500i, XTS1500, XTS2250, XTL1500, XTS4250, XTS4000, MTP850, EP450, EM400, DTR620, MOTOTRBO, Canopy FSK AP and SM with Lens, Canopy AP and SM 400 series (PMP OFDM), PTP OFDM 4,9 GHz and MotoMesh 5,4 GHz.


 

Portabilidade para mais 2,7 milhões.
 

De acordo com o presidente da ABR Telecom, a Entidade Administradora da Portabilidade Numérica no Brasil, José Moreira, todos os mais de 175 milhões de usuários de telefonia do País estarão atendidos pelo novo serviço até o dia 2 de março de 2009, com a implantação nos últimos DDDs, o 53 (RS), o 64(GO), o 66(MT), o 91 (PA) e o 11(SP). Moreira comenta que a primeira etapa de implantação da Portabilidade Numérica foi bem sucedida. “Colocamos em prática a solução tecnológica desenvolvida de forma customizada para o Brasil, e, diariamente, pudemos acompanhar o desenvolvimento do processo e assegurar a contínua evolução de seu desempenho, demonstrando que a decisão de implementação gradativa dos DDDs foi acertada”, resume.

A portabilidade foi implantada no Brasil em 1º de setembro deste ano em oito regiões, beneficiando inicialmente os 17,4 milhões assinantes de serviços de telefonia móvel e fixa que vivem em locais atendidos pelos DDDs 14(SP), 17(SP), 27(ES), 37(MG), 43(PR), 62(GO) 67(MS), 86(PI).

Usuário – O processo de Portabilidade se inicia com a solicitação do usuário de serviços de telecomunicações à operadora para a qual deseja migrar. Esta operadora, por sua vez, remete a solicitação à Entidade Administradora (ABR Telecom) que irá acionar a empresa de onde o usuário deseja sair, a fim de atualizar a Base de Dados Nacional de Referência (BDR) e a Base de Dados Operacional (BDO) das Operadoras.

De acordo com as regras da Portabilidade as transferências de operadora, com manutenção do número, só podem ser solicitadas dentro do mesmo serviço – móvel para móvel ou fixo para fixo – e na área de abrangência do mesmo DDD.

No primeiro ano de implantação do serviço, esse processo se concluirá em até cinco dias úteis, desde que todos os critérios para a mudança sejam atendidos. A partir do segundo ano de existência da Portabilidade Numérica, a mudança será efetivada em até três dias úteis. Ao usuário também é possível agendar a data de transferência de operadora para após os cinco dias úteis.

Dicas - Entre os critérios que devem ser atendidos para que o usuário efetive sua Portabilidade estão, por exemplo, a apresentação de documentos em tempo hábil à operadora receptora da solicitação; a consistência dos dados cadastrais do usuário solicitante, ou seja, devem coincidir, por exemplo, os números de identidade e CPF apresentados com aqueles constantes da base de dados da operadora em que estava o usuário até o momento. A ABR Telecom informa que mesmo após a solicitação de troca de operadora, o usuário ainda tem dois dias úteis para desistir da mudança e comunicar a decisão à operadora em que havia pedido para migrar.

Gestão - O modelo de Portabilidade Numérica, no Brasil, prevê que uma Entidade Administradora seja gestora do processo de implementação, a partir do desenvolvimento, implantação e operação da base de dados centralizada, a qual conterá todos os números portados. A ABR Telecom desempenha o papel de Entidade Administradora, exclusiva da Portabilidade Numérica nos termos do Regulamento Geral de Portabilidade e de acordo com a Resolução número 460, de 19 de março de 2007, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

A ABR Telecom é a gestora do processo e administração da Base de Dados Nacional de Referência (BDR), onde estarão todos os números de telefones que foram transferidos de uma operadora de serviços de telecomunicações para outra. Esta base de dados é a integradora das informações entre as operadoras.

Acompanhe o calendário da Portabilidade e o movimento totalizado de pedidos e efetivações da Portabilidade Numérica, conforme o DDD e a data de início do serviço, pelo site da ABR Telecom http://www.abr.net.br/entidadeadministradora.


 


 

 Enlace News Edición 2008